Vinte e oito mil euros em quatro noites em Nova Iorque, trezentos mil euros em festas de luxo, deslocações em limusinas num custo de cento e dez mil euros, jóias compradas na Tiffanny´s, desconhece-se o valor gasto. No total foram oito milhões de euros. E desengane-se quem acha que tamanho desmiolanço foi obra de um sheik das Arábias ou um oligarca lá para o Leste da Europa, esbanjando euros como quem come tremoços ou se abalança num belo prato de caracóis. À cabeça desta comandita temos o portuguesíssimo, lusitaníssimo Durão Barroso e o resto dos implicados neste fantástico caso uma ‘coisa’ que dá pelo nome de Comissão Europeia.
Crise? Qual crise?
cronicasnofeminino,

Como diria o Senhor Professor Doutor Eduardo Catroga, isso são “pentelhos”…
Cada um com os seus.
Ora… Faz o que eu digo, não faças o que eu faço… E depois há que representar condignamente a CE… 🙂
Essa é questão, Ana, é mesmo uma questão de exemplo.
… vale sempre a pena seguir o cherne…
Pelo que se vê não se vai muito mal…
Ora, não exageremos. Em Nova Iorque nem sequer ficaram no St Regis ou no Plaza…
(Se calhar estavam lotados.)
Uma pena.
A empregada de hotel safou-se?
Pelo menos não se queixou.
Bem lembrado.
E não tarda, entre nós, vamos voltar a vê-los ir de férias para S. Tomé de “Falcon”.
Ora bem. Uma miséria, esta gente.
Como sempre tinha que vir de um português o mau exemplo de gastar o dinheiro dos outros à grande.
É muito triste.
Ainda mais essa, como se tudo o resto já não nos bastasse.