Tudo tem a sua escala. Quando uma mãe, um pai, está no parque infantil com o seu filho ou filhos, normalmente, deixa-os à vontade, naquele espaço controlado, onde os seus ocupantes têm o mesmo código de “conduta” e lógica de discurso (na verdade, ausência dela) e são livres de fazer as diabruras que lhes são permitidas pela tenríssima idade. Os adultos, de longe, vão “deitando o olho” para assegurar que os disparates não ultrapassam os limites aceitáveis e desculpáveis para aquelas pequeninas amostras de gente. Caso o façam, não tendo bem a noção das consequências, de imediato os pais intercedem e males maiores são evitados. No final, todos vão para casa contentes sem danos a reportar. Com alguma sorte, é precisamente isso que se passa entre Donald Trump e Kim Jong-un, ou seja, duas crianças a disparatar no “recreio”, enquanto os “adultos” (espera-se) vão controlando os comportamentos para que nenhum deles cometa a infantilidade de carregar no “botão”. E quem são esses adultos? O aparelho em Washington, as estruturas e sub-estruturas das instituições americanas e também a gente responsável e com senso que está nas chancelarias de Pequim e Moscovo. E, sabe-se lá, se no meio do esquizofrénico regime de Pyongyang não haja alguém na cúpula do poder dotado de uma clarividência já (pelo menos) na idade juvenil.
Crianças
odiplomata,

Daqui a 2 ou 3 gerações o mundo olhará para a Coreia do Norte de hoje e perguntar-se-á : como foi possível a humanidade permitir a existência de um regime ditatorial que manteve o seu povo encarcerado como escravos durante dezenas de anos, sem nada fazer ?
Amigo, a pergunta é simples: o que é que estás disposto a fazer para acabar com a situação que descreves? Estás disposto a morrer?
Aí tens a tua resposta.
Considerar a sede de guerra um comportamento infantil é desconhecer muito sobre a natureza humana.
só depois de Trump estar no poder pensaram nisso
o mesmo caminho que levou ao 11 de setembro
os mesmos gangues
E quando o menino Kim brincava sozinho e com o outro menino junto aos adultos, sempre a rir-se e a bater palmas às diabruras do Kim ?
Juvenis na cúpula?
Não sabe onde estão os adultos?
Não os vê, não sabe bem quem são e espera deles clarividência?
A ideia é mesmo essa que todos esperemos muita coisa, desde que eles não sejam vistos a puxar “os fios das marionetas”.
Só posso continuar a repetir, por aqui, palavras que não são minhas mas, tiradas de um Livro de Memórias de um dos “adultos”:
“We are grateful to the Washington Post, the New York Times, Time Magazine and other great publications whose directors have attended our meetings and respected their promises of discretion for almost 40 years……It would have been impossible for us to develop our plan for the world if we had been subjected to the lights of publicity during those years. But, the world is more sophisticated and prepared to march towards a world government.
The supernational sovereignty of an intellectual elite and world bankers is surely preferable to the national autodetermination practiced in past centuries.”
― David Rockefeller
“…we are part of a secret cabal working against the best interests of the United States… If that’s the charge, I stand guilty, and I am proud of it.”
― David Rockefeller
Este já morreu mas, há décadas, que este “trabalhinho” tem vindo a ser feito, pelos “melhores adultos”, de meia dúzia de “boas” famílias.
Enquanto os “adultos trabalham”, as “crianças” ficam entretidas, a olhar para as marionetas, tal qual como estes “adultos” gostam.
Nos intervalos dos “espectáculos”, entre o abanar de uma “cenoura na ponta do pau” ou distribuir umas “guloseimas”, como “adultos preocupados” com a educação da “criançada”, sabem quando cortar nas “guloseimas” e ser a hora de aprender obediência, nem que seja à paulada.
O tempo vai passando e, apesar do fácil acesso a tanta informação, com risos ou choros, seja comédia ou tragédia, para eternas crianças, “teatro” nunca vai faltar, com bombas reais e tudo o que há de melhor… e que os triliões podem comprar.
no meio do esquizofrénico regime de Pyongyang
Não creio que seja esquizofrénico. É um regime racional. Tem os seus objetivos e, de forma progressiva, tem conseguido alcançá-los.
Kim Jong-Un é tudo menos louco. Veja-se só as formas limpas como eliminou o seu tio e o seu meio-irmão. O tipo sabe da poda.
A infantilização tanto de Trump como de Kim Jon-un é que me parece um erro crasso — como acontece sempre quando algo nos é estranho e distante. Mas nem um nem outro são tolos ou estão a brincar. Um é presidente dos Estados Unidos e outro o chefe de um narco-estado comunista que alimenta redes terroristas em todo o mundo desde os anos 70. São coisas sérias. E o problema tem de ser resolvido — e já teria sido resolvido se a China não tivesse duas caras nesta história — porque ainda que não lhe interesse nada sustentar um bandido e os seus escravos esqueléticos também não lhe interessa que os EUA ganhem mais influência no Mar do Japão.