Couto Viana


Sérgio de Almeida Correia,

Falo de mim – só falo
Daquilo que conheço.
O resto… calo
E esqueço.

 

Espero que a Ana Paula Laborinho não se esqueça dele. E que em Macau lhe seja prestada a homenagem que ele merece por tudo o que fez por essa terra, em prol da língua e de uma cidadania livre, culta e inclusiva.

3 comentários em “Couto Viana”

  1. Um senhor. Aprendi teatro com António Manuel Couto Viana em Macau e cheguei a representar duas ou três peças encenadas por ele, como foi o caso d’«O Mar», de Miguel Torga (representada na presença do próprio Torga).

  2. Caro Sérgio
    Subscrevo inteiramente. Perdeu-se um homem bom e um marco importante da nossa cultura. Numa tarde húmida e chuvosa de Macau, Couto Viana passou o tempo a falar da importância da liberdade. A meu lado, perguntaram-me: “Mas ele não é salazarista?”. Respondi: “Pelo que ouviste, não deve ser!”…
    Abraço

  3. “…El dueño fui de mi jardín de sueño,
    lleno de rosas y de cisnes vagos;
    el dueño de las tórtolas, el dueño
    de góndolas y liras en los lagos…”

    morreu um poeta,acende-se mais um luzeiro na noite.

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