
Foto: António Pedro Santos / Lusa
Em Abril de 2016, o primeiro-ministro exonerou o titular da pasta da Cultura, lançando-lhe um solene aviso: os membros do Executivo «nem à mesa do café podem deixar de se lembrar que são membros do Governo». Isto porque João Soares, em escrita ligeira de Facebook, prometera umas “bofetadas” (retóricas) em dois comentadores que o haviam criticado.
«Costa põe João Soares na ordem e obriga-o a pedir desculpa», apressou-se a titular o Diário de Notícias.
Quatro anos depois, ignorando as suas próprias advertências, Costa comporta-se com uma leviandade que, em comparação, remete a do ex-ministro da Cultura à gaveta das traquinices infantis.
Perante pelo menos três jornalistas do Expresso, em frase à margem de uma entrevista mas que ficou registada numa gravação remetida (por dolo, irresponsabilidade ou negligência profissional) por aquele semanário a dois canais televisivos, o chefe do Governo disse esta frase, aludindo aos médicos que prestaram serviço em Reguengos de Monsaraz: «É que o presidente da ARS mandou para lá os médicos fazerem o que lhes competia. E os gajos, cobardes, não fizeram.»
Foram palavras proferidas off the record, mas não deixam de ser indignas de um primeiro-ministro – sobretudo de um primeiro-ministro que já tinha sido profundamente infeliz em Junho, quando afirmou que a escolha de Lisboa como palco da Liga dos Campeões era «um prémio para os profissionais da saúde» que há seis meses combatem o Covid-19 em Portugal. Como se a pandemia tivesse alguma coisa a ver com o futebol.
O Costa de 2020 devia seguir o conselho do Costa de 2016: um primeiro-ministro nem à mesa do café deve deixar de se lembrar que é membro do Governo.
Eu, se fosse o João Soares, recordava-lhe isto agora.

Ainda hoje falei sobre isso lá nas minhas paragens…
No entanto, aquilo que mais me chocou foi o à vontade, de uns de outros… E isso dá que pensar.
O que mais me chocou foi ter sido o próprio Expresso a difundir imagens e sons estritamente ‘off the record’, violando uma regra básica da ética e da deontologia profissional.
Se isto não fizer rolar cabeças, nada fará. Mas naquela casa, depois do que aconteceu com o “especialista da ONU” Baptista da Silva, a impunidade tornou-se um posto.
A estória do Baptista da Silva teve piada e nota artística.
Deu para rir..
Miguel Nunes
O dito cujo, sobretudo, deve ter rido muito. E ainda deve ter concedido autógrafos a algumas garinas, à pala do Expresso (e da SIC Notícias, que o apresentou como grande especialista em política financeira internacional).
O promotor da fraude foi recompensado com o lugar de presidente do Conselho de Administração da agência Lusa.
O Pedro, melhor que eu, sabe que ética e deontologia estão em vias de extinção. O Expresso também já teve melhores dias… Baptista da Silva, que “figurinha” :-))))
Refere-se ao puxa-saco do Constâncio, que em Fevereiro de 2010 enaltecia no Expresso a «solidez do sistema financeiro português»? alavras-para-recordar-18-8882681
https://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/p
Ou àquele que em Março de 2012, no mesmo jornal, corria em socorro de José Sócrates, dizendo que o ex-PM estava «a ser julgado em resultado de um conúbio lunar de alguns jornalistas, alguns polícias e alguns magistrados judiciais»? alavras-para-recordar-37-10032264
https://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/p
Agora deixou aqui um cheiro a mofo, daqueles… E olhe que não foi dos seus artigos, mas ao recordar aquela cara…
A ética e deontologia estão mesmo em vias de extinção e aplica-se a quase tudo. Ganha quem mais conseguir iludir os outros, manter as aparências. Quem quiser abafar o que vale 10, mostra preocupação com o que vale 1.
E quantos outras coisas os media fazem que não sabemos, como censura violando a deontologia e a legislação.
Interessa amplificar o que os políticos dizem mas não o que outros dizem. Em relação a este caso quais as implicações práticas disto?
O Expresso é o tal que tem (ou diz ter) a listinha dos jornalistas do Panama Papers?
O Expresso tem a listinha, sim senhor, mas fechou-a num caixote que guardou bem guardado no mesmo armazém onde o Spielberg escondeu a Arca da Aliança.
Foi uma fuga verdadeira ou foi um cozinhado entre eles para parecer uma fuga?
Pedro, esclareça-me uma coisa.
Eu aceito perfeitamente que quando alguém faz uma declaração “off the record” esta não possa ser citada, e se por algum motivo existe gravação, essa não deva ser publicada por quem a recolheu. É uma questão de (abuso de) confiança.
Mas o PM disse aquilo espontaneamente. E o jornalista ouviu. Não há também uma certa obrigação (“ética” ou “moral”) de fazer refletir o que é dito na peça em causa?
O jornalista não pode servir apenas para papaguear o que o político diz (e por isso quer que se diga) em público, sobretudo se isso é completamente diferente do que descontraidamente confessa em privado. Até porque para isso bastavam comunicados e conferências de impressa.
Quando leio uma peça quero assumir que há um ser humano que a escreveu (o jornalista), que está a tentar fazer um relato fiel dos factos como os entendeu, neste caso as posições e opiniões do PM em relação a um determinado assunto. E aquela frase, não sendo citável, é reveladora do estado de espírito e opiniões do PM.
Mas do vídeo, da descontração dos intervenientes, das reações públicas destes à divulgação, do eterno “isto foi descontextualizado” sem nunca oferecer contexto, aquilo que retiro é que os (certos?) jornalistas se sentem perfeitamente à vontade em ser manipulados desta forma, desde que em troca o PM continue a conceder entrevistas.
E eu até tinha alguma consideração pelo David Dinis.
É o problema de ter um PM cujas competências pouco mais servem do que para gerir uma banca na Feira do Coirato. E ter uma camada de eleitores, “povo” que se “identifica” com a criatura – e que, coincidentemente, recebe o que a criatura decidir.
É a democracia, e qualquer um pode ser PM. Qualquer um, mesmo.
Em democracia, sim, qualquer um pode ser primeiro-ministro. Desde que obtenha o voto popular para esse efeito.
Cá no burgo não há voto popular para eleger o PM. O PM é nomeado/indigitado pelo PR para formar governo ouvidos os partidos e tendo em conta os resultados eleitorais.
Smoreira
Cá no burgo ninguém chega a primeiro-ministro sem ter sido eleito deputado antes. Daí eu ter escrito o que escrevi.
ninguém chega a primeiro-ministro sem ter sido eleito deputado antes
Não há nenhuma regra na Constituição que imponha isso.
O Pedro Correia pode talvez pretender que se trata de uma regra não escrita, mas tais regras, como se viu com a formação do 1º governo de António Costa, não o são de facto, ou seja, podem ser livremente violadas.
Não percebi a sua dúvida.
Costa foi eleito deputado.
Passos foi eleito deputado.
Sócrates foi eleito deputado.
Santana foi eleito deputado.
Barroso foi eleito deputado.
Guterres foi eleito deputado.
Cavaco foi eleito deputado.
Soares foi eleito deputado.
Balsemão foi eleito deputado.
Sá Carneiro foi eleito deputado.
Existiu algum PM desde a revisão constitucional de 1982 (que pôs fim, na prática, a “governos de iniciativa presidencial”) que não tivesse sido previamente eleito deputado?
A frase correta e rigorosa deveria ser “ninguém até hoje chegou a primeiro-ministro sem ter sido eleito deputado antes”.
Mas “ninguém chega a primeiro-ministro sem ter sido eleito deputado antes” dá ideia que se trata de uma regra, de uma norma, de uma imposição. Ideia falsa. A frase está portanto escrita de forma enganadora (misleading, em inglês).
Um português a comunicar com outro português usa um termo “amaricano” para tentar exprimir melhor aquilo que pretende transmitir.
Com isso apenas deixando evidente até que ponto está baralhado.
Snr. Pedro, Snr. Pedro, o sol, o ar puro, a água salgada e a gastronomia …
O Snr pode ser nomeado/indigitado PM pelo PR sem ter ido a eleições, sem ser deputado e, lagarto, lagarto, com um apoio de um calhambeque governar!
Smoreira
Só se for na Bielorrússia. Ou em Cuba.
Para isso não é preciso ter voto popular. Basta ter o apoio da tropa. E do partido.
Na Bielorússia e em Cuba é lá com eles.
Cá neste sítio o Artº 187 da CRP não fala em votos populares, nem em deputados e muito menos em tropa.
Se depois o programa de governo passa ou não na AR isso já é outra conversa.
Smoreira
Está enganado. O programa de governo não tem que ir a votos na AR.
Informe-se melhor antes de falar do que ignora.
Novidade me conta.
Infelizmente Costa é o PM em segunda nomeação!
Smoreira
Costa é primeiro-ministro pela segunda vez. Na primeira, perdeu as eleições. Na segunda, ganhou-as.
Mas em qualquer dos casos foi sempre eleito deputado. Passo prévio para ser chefe do governo. Como é óbvio.
Como foi óbvio, o Santana Lopes em 2002 não foi eleito deputado. Em 2002 Santana Lopes era o presidente da CML Como foi óbvio, o Santana aceitou a nomeação de Sampaio para PM em 2004 sem fazer parte de uma assembleia eleita dois anos antes.
Porventura terá sido essa uma das ‘trapalhadas’ que motivou a dissolução da AR e consequente demissão do l’enfant terrible. O ‘cenourinha’ lá saberá …
Smoreira
O Santana chegou…
Se pertencer a um partido. Ora os partidos deveriam filtrar naturalmente os melhores, os mais competentes. Se o fazem, puseram o filtro ao contrário.
Em alternativa, e só para rir, podia colocar-se a possibilidade de os partidos votarem uma emenda à constituição, que permitisse a projectos independentes concorrer às legislativas.
Essa é uma proposta antiga mas sem pernas para andar. Os partidos têm e continuarão a ter o monopólio da representação nas listas parlamentares.
“uma emenda à constituição, que permitisse a projectos independentes concorrer às legislativas.”
Os independentes têm uma qualidade: falam, falam e …. depois não fazem nada. Falta-lhes organização. É que se se organizam formam um partido (mesmo que lhe chamem outra coisa) e deixam de ser independentes…. Com independentes não se chega lá …. salvo se se gosta de verborreia.
Tem razão em muito do que escreve, mas não faria mal abrir a possibilidade. E os eleitores, muito democraticamente, ou votavam ou não. Repare que, se a sociedade civil não consegue apresentar propostas dessas é porque elas lhe estão vedadas à partida.
De resto, a política tal como está não nos livra da verborreia e inacção, e quanto a “chegar a algum lado”, só nos temos chegado ao fim da tabela. Se não acontecer alguma renovação é que não saímos disto.
Obter votos de PARVOS, que só andam cá para ver os conbóios a passar.
Pois ,oh Ambrósio, mas tens de aguentar, foram as escolhas democráticas do povo português, a maioria, e como em democracia é assim.. Aconselha mas é o bastonário a fazer aquilo para que foi eleito ,defendes a sua classe. Costa esteve bem , quando alguém se nega a exercer as suas aptidões porque acha que as coisas estão “feias” o que é que se lhes deve chamar?
Socialistas.
” quando alguém se nega a exercer as suas aptidões porque acha que as coisas estão “feias” o que é que se lhes deve chamar?”
Deve chamar-se-lhes corajosos. Cobardes, nunca senão a Ordem fica zangada.
Um off em que continua um tema da entrevista dita em on, que influencia os jornalistas quando tratassem a entrevista e veriam médicos como não cumpridores o que pode afetar a selecção de destaques e subtítulos tendo em conta este dado off… Não foi sobre a vida pessoal ou outros temas. Curiosamente num jornal que aposta em trabalhar fugas de informação ilegais.
Costa, se adoptasse o critério que adoptou para exonerar Soares em 2016, tinha-se exonerado a si próprio depois disto.
Quanto ao ‘Expresso’, aguardarei se alguma cabeça vai rolar. Mas sentado, por via das dúvidas.
Pedro, o Manuel Machado dizia que “um vintém é um vintém” e o dono de uma papelaria que eu frequentava na infância diria “isto já nasce com a pessoa”. Este episódio não foi mais do que ver-se o verdadeiro Costa sem a protecção do verniz cosmopolita com que a comunicação social o cobre e recobre – a mesma comunicação social que, para elogiar um manhoso, lhe chama “habilidoso”.
O mais lamentável foi termos verificado que a “doutrina Costa”, estabelecida pelo primeiro-ministro para justificar a exoneração de João Soares em 2016, já se encontra revogada em 2020.
E ninguém nos tinha avisado. Fomos apanhados de surpresa graças a esta “fuga de informação” promovida pelo ‘Expresso’.
Estes leaks são de propósito. O Expresso que deixou passar, o Expresso foi mandado passar. Assim Costa disse mas não disse. É como dar porrada com o cacetete na lista telefónica que está encostada ao lombo.
Esta gente é assim, estão num patamar evolutivo em que há pouco requinte.
“Não foi o Expresso que deixou passar”, queria eu dizer.
Vai-se a ver e nada ou melhor foi o Nespresso…
António Silva
O GAJO É COBARDE
Como os que falam debaixo de uma bebedeira, calando o que pensam em estado sóbrio.
Um qualquer farsante esconde o que pensa quando em posição “on”, para em esconderijo “off” se mostrar todo em nu.
Os segundos são mais repugnantes e perigosos, quando em plena má consciência, sentindo o rabo entalado, repetem a indignidade negando-se ainda mais cobardemente a si próprios.
Não sei o que será mais reprovável. Se chamar à socapa cobardes aos médicos (o que não deixa de ser algo contraditório), se tratá-los por “gajos”, mesmo estando à vontadinha, como parece ter sido o caso.
Fico baralhado ao ver frases do jornalismo do regime que parece quererem dar a entender que a Ordem dos Médicos foi simplesmente ao beija-mão.
Interessa-me aqui falar do PM. Tema principal. O jornalismo, neste caso, é questão secundária, embora não menor.
O que diz é verdade, mas o que seria do pobre do Costa sem uma teia de informação rendida ao intocável.
Todo o político incapaz de tecer a sua teia comunicacional peca por amadorismo e incompetência.
Não é, manifestamente, o caso de António Costa.
“os gajos são cobardes”
É de facto uma frase infeliz dita pelo primeiro-ministro, poderia pensar que são cobardes, e (provavelmente os médicos neste caso concreto não estiveram bem nem foram dignos da profissão que exercem).
Mas nunca como primeiro-ministro(on/off) poderia ter dito o que disse.
Pôs-se a jeito.
Mas não deixo de comentar o papel dos jornalistas do Expresso que de facto mostraram total falta de código deontológico do jornalismo e no meu ver de ética também pelas razões conhecidas.
O Expresso foi um jornal para mim de referência, mas esteve mal, como também esteve mal num artigo de um tal Henrique Raposo em (12-08-20), num texto
“O país onde os cães são mais importantes do que as pessoas”.
E na minha opinião pessoal em relação a este artigo de HR é de uma insensibilidade, e de uma falta de bom senso, para não dizer outras coisas.
O que me leva a perguntar mas que raio de jornalistas andam hoje a trabalhar no Expresso!?!.
Miguel Nunes
Aborda duas questões diferentes, ambas para mim relevantes, mas que não devem ser confundidas.
Neste caso, para já, prefiro centrar-me na hipocrisia do discurso do PM, que faz alocuções públicas de louvor aos profissionais da medicina – até com aspectos ridículos, como quando lhes dedicou a final da Liga dos Campeões – enquanto, em conversa privada com jornalistas, insulta médicos sem papas na língua.
“insulta médicos sem papas na língua.”
Eu concordo consigo.
Mas o primeiro ministro não insulta os médicos na generalidade, mas sim a uma situação concreta,(Reguengos de Monsaraz) referindo-se aqueles médicos especificamente.
(E depois aqui a outra questão com o que se passou, e não me parece que os médicos estejam assim tão isentos de culpa.)
Miguel Nunes
Então afinal quem é o cobarde nesta história?
Serão mesmo os médicos?
E corajoso, quem será?
Será aquele que os insulta “off the record”, procurando instrumentalizar jornalistas contra os médicos, enquanto “on the record” produz um discurso diferente?
Se coloca a questão assim:
Na minha opinião são todos cobardes, jornalistas, António Costa, Médicos (Reguengos Monsaraz).
E só um pequeno reparo:
Mas quem é que acredita que o António Costa tinha intenção de instrumentalizar jornalistas batidos e experientes como aqueles do Expresso, acha que isso era possível?
É o mesmo que acreditar que esta estória foi um erro do Expresso e aceitar aquelas desculpas sem ponta por onde se pegue, pois a verdade é que é canalhice pura e simples.
Em relação aos médicos, o meu respeito para uns, e para outros não.
( Pedro Correia estou totalmente de acordo consigo, apenas acrescentando que nem fica bem na fotografia)
Miguel Nunes
Não falo de “médicos”, em geral e abstracto. Nem de políticos nas mesmas circunstâncias.
Falo sempre de pessoas concretas e de situações concretas. Contra esse vício tão português de diluir os argumentos no nevoeiro das generalizações.
Aqui quem esteve mal foi o PM, que disse uma coisa na entrevista para ser publicada e disse coisa diferente na parte que não era para publicar. Com linguagem agressiva e soez. Inaceitável, nem que fosse à mesa do café (segundo doutrina que ele próprio estabeleceu em 2016).
Esteve muito mal também o jornal ao tomar a iniciativa (por incompetência ou dolo) de difundir junto de terceiros declarações ‘off the record’ do PM que o próprio jornal recusara usar.
*( Pedro Correia estou totalmente de acordo consigo, apenas acrescentando que ninguém fica bem na fotografia)
Miguel Nunes
De acordo.
É de facto uma frase infeliz dita pelo primeiro-ministro, poderia pensar que são cobardes, e (provavelmente os médicos neste caso concreto não estiveram bem nem foram dignos da profissão que exercem).
Mas nunca como primeiro-ministro(on/off) poderia ter dito o que disse.
Pôs-se a jeito.
Mas não deixo de comentar o papel dos jornalistas do Expresso que de facto mostraram total falta de código deontológico do jornalismo e no meu ver de ética também pelas razões conhecidas.
Muiro bem. Totalmente de acordo.
esteve mal num artigo de um tal Henrique Raposo
Henrique Raposo escreve artigos por avença para o Expresso. O Expresso tem obrigação de publicar aquilo que Raposo tenha escrito, a menos que ele escreva coisas radicalmente indecentes ou impróprias. Há um contrato entre Raposo e o Expresso: o Expresso paga para Raposo fornecer um artigo por semana, e compromete-se a publicar aquilo que Raposo tenha escrito. Mal estaria Raposo se estivesse ali a esforçar-se por criar e redigir artigos e depois o Expresso se outorgasse o direito de os atirar fora.
Para o Sr. Balio
“O Expresso tem obrigação de publicar aquilo que Raposo tenha escrito, a menos que ele escreva coisas radicalmente indecentes ou impróprias”
O Sr. Balio eu não sei se leu o texto do Henrique Raposo, mas aquilo que ele escreveu é uma absoluta vergonha e quem tem cães de certeza que não se revê naquilo que ele escreveu porque é de uma profunda idiotice.
Os Cães merecem todo o respeito como nos merecem as pessoas idosas, não vou tratar mal uns para tratar bem outros, ou seja todos têm o seu lugar e todos devem ser respeitados condignamente, e sem querer me alongar mais, se ler o texto percebe perfeitamente que o HR é de uma garotice,insensivel, que se traduz em pessoa mal formada.
E aqui sim o Expresso devia ter uma palavra a dizer, pois isto não é uma questão política,mas sim de formação de base( Educação ) ou a falta dela, que a meu ver é o caso.
Miguel Nunes
Miguel Nunes,
entendo que você faz parte da brigada da censura animalista, encarregada de fazer flak sobre qualquer indivíduo que ouse ecrever algo contra a ideologia fanática animalista.
Eu não li, nem tenciono ler, aquilo que Henrique Raposo escreveu sobre cães, pelo que não sei dizer se concordo com ele ou discordo dele. Aquilo que afirmo é que o jornal Expresso não pode evitar publicar aquilo que Raposo escreva, a não ser que ele escreva verdadeiras enormidades (algo que vá frontalmente contra a lei, digamos). O jornal Expresso tem (suponho eu) um contrato de avença com Henrique Raposo, e nesse contrato Raposo compromete-se a escrever um artigo semanalmente e o Expresso compromete-se a publicar esse artigo (e a pagar). O Expresso não pode deixar de publicar o artigo, mesmo que uma ou mais pessoas no Expresso até discordem das opiniões nele expressas por Raposo. É só isso que eu digo.
Para: Balio 10:41
O senhor não entente é nada!!!
Como é que o Balio pode comentar cheio de preconceitos e observações disparatadas sobre um texto que não leu.
Miguel Nunes
Estes títulos do Pasquim da manhã, já estão desatualizados! Já se encontraram hoje, e a ordem já tem outro título! Eu que nem votei no Costa,também não me lembro de ver o Bastonário a toda a hora por tudo e por nada a dar palpites! Deve ser para tirar o prémio ao Marcelo? É que com a falta de médicos nos lares,e com a vergonha do Algarve,houve concurso para vagas de médicos, quantos apareceram? 0! Pois…
Pasquim da manhã é o quê?
Algo feito por anónimos, como tu?
Ao menos não como pangolins com a testa.
Pangolim não convém mesmo comer – a menos que seja com a testa. Aí os danos serão mínimos.
Não percebo a indignação.
Este PM é profícuo em graçolas, seja na AR, seja em aparições públicas. Esta foi apenas mais uma.
A diferença é que os visados fazem parte de uma classe que ainda tem algum peso na sociedade, uma mentalidade de grupo bem definida (aí estão bem para os políticos) e estão bem organizados enquanto força de pressão.
Mal deles se não estivessem bem organizados. E se não contassem com o apoio da opinião pública, sobretudo neste tempo de pandemia. Em que trabalham mais que nunca e continuam a ser pagos miseravelmente.
Não por acaso, Costa apressou-se a chamar o bastonário a São Bento e a dar-lhe face nos noticiários da manhã. Ele bem sabe para que lado é que o vento pode soprar em força contra ele.
“Uma velha anedota do “socialismo democrático cubano”:
– Existem direitos de autor para as piadas políticas?
– Isso depende da qualidade da anedota: varia entre três anos e prisão perpétua.”
A.Vieira
essa de Junho não a sabia,. mas não sei se “os gajos” não foram mesmo cobardes. Nem lhes chamo cobardia, é mais certo deixa andar provinciano que não se entende, até por terem “os gajos” abandonado os centros de saúde a que pertenciam e cancelado todas as consultas, deixando mesmo de fazer atendimento no privado…supõe-se que, tudo isto, também para tratar das questões do covid surgido em Reguengos. Que os Centros de Saúde continuam apenas a passar receitas e com grande atraso; médico talvez só na urgência. Situação inalterável desde Março.
Um primeiro-ministro chamar “gajos” a médicos em plena crise pandémica, à conversa com três jornalistas, diz muito do baixo nível a que tudo isto chegou.
Estar “à vontadinha” não pode justificar o tom e os termos com que se fala. Porque, como bem afirmava Costa em 2016, um membro do Governo nunca pode esquecer-se dessa condição, nem à mesa do café.
Por bastante menos João Soares foi exonerado do Governo. À luz da doutrina Costa, que se aplicava em 2016 mas pelos vistos agora já não se aplica.
Não esqueçamos que além disso já apertou o gasganete a um velhinho no meio da rua. Já fez de tudo um pouco.
Só ainda não mandou apagar os graffitis como tinha prometido em 2012 e foi por isso que o povo votou nele. Desde então nunca mais votarem nele e, pasme-se, ele sempre ali na cabeça da manada.
O velhinho foi ali plantado pela direita, como toda a gente sabe, menos o V.
Hoje em dia basta não ser um lambe-cús para se ser de direita, portanto não sei se era de direita — acusam tantas vezes tantas vezes de ser de direita que isso que já não faz sentido nenhum.
Além disso, Costa estava mesmo de férias, toda a gente sabe. Ou então fingiu que estava, o que ainda é pior, porque o gajo detesta florestas e campo e andar pelo país a fingir que gosta disto.
O velhinho foi ali plantado pela direita, como toda a gente sabe, menos o V.
E como era de direita então não faz mal o PM apertar-lhe o pescoço. Por sorte era branco. Se fosse um preto de direita o PM já não podia apertar-lhe o pescoço.
Vocês são uns facínoras. Todos sem excepção.
Só não consigo perceber porque ninguém vê o que é evidente!!!!!!
O velhinho estava possuído e o coitado do Costa ao esbarrar com a criatura não teve alternativa.
Tudo isto são manobras dos comunistas e o Costa voltou a cair na armadilha, aqueles jornalistas comunistas infiltrados no Expresso armaram esta confusão toda, para distrair a opinião pública da festa do avante.
Tem toda a razão nesse aspecto e eu estive mal por não o ter abordado já que me caiu mal a frase. Não é por serem médicos mas pelo respeito que se deve a todos os homens. Os termos gajo e gaja são a meu ver aviltantes e sobretudo dizem de quem os utiliza. E é uma questão de educação. Fica muito mal a quem a profere e mais a um primeiro ministro que, adivinha-se, se sente vitorioso não se sabe porquê, até agora nada lhe noto de especial ou particularmente sagaz ao longo do mandato. Foi uma boca infeliz, está a perder-se o restinho que ainda havia de sentido de Estado, de dignidade pessoal e profissional, de respeito pelo cargo que exerce. E o jornalismo é o que se vê, vale tudo.
Mas, se é verdade que houve e há heróis no corpo médico – e espero que sejam recompensados, não apenas eles mas todo o pessoal de enfermagem e auxiliar que nos hospitais referenciados esteve a postos e trabalhou/trabalha sem descanso em condições que adivinho difíceis a todos os níveis, pois se isto é verdade, também o é que, pelo país fora e até em zonas onde não havia infectados, deixámos de adoecer, os médicos foram para casa ou fecharam-se em qualquer lugar, desapareceram e ainda não foram vistos. Era bom que se apurassem responsabilidades no caso de Reguengos. Mas, quando sejam apuradas (se o forem), vão caber aos bombeiros ou às auxiliares de limpeza, certamente. A corda rebenta no lado do mais fraco. E isto sim, é lei.
” Os termos gajo e gaja são a meu ver aviltantes e sobretudo dizem de quem os utiliza”
Se o que diz é verdade, 99% dos cidadãos são gente vil.
é assim, mantenho o que disse, são termos que não uso por ser esse o sentido que lhe dou, parece-me mal colocar, à partida, o outro em desvantagem. Contudo, reconheço – não sei se 99% -, uma maioria muito larga usa-os a todo o momento sem que lhe dêem tal peso.
O João Soares fez uma ameaça a integridade física,com bofetadas o que é bem pior.
E onde está essa doutrina Costa escrita????
Ou bem que estamos a falar de factos, ou então, lá está, o ouvi dizer popular a tentar ser lei ….
Às vezes questiono-me por que me darei ao trabalho de trazer aqui as fontes que validam o que escrevo se depois surgirem comentadores a clamar por elas. Sem terem sequer reparado que estavam cá desde o início.
Uma vez sem exemplo, vou dar-me ao trabalho de voltar a reproduzir uma delas, precisamente a que estabelece a “doutrina Costa” relativamente aos membros do Governo (incluindo-o, naturalmente, a ele). 4-07-Costa-Nem-a-mesa-do-cafe-podem-deix ar-de-se-lembrar-que-sao-membros-do-Gove rno
https://expresso.pt/politica/2016-0
OK
reconheço que me precipitei mas de qualquer forma não saiu em diário da república….
Foi bengaladas, qual bofetadas. É um termo literário — vem das fúrias dos personagens nas discussões políticas, nos livros de Eça de Queiróz. Costa não seria capaz de fazer um exercício deste género; quanto muito folheou o Manuel Alegre lá no WC do partido. E ficou fascinado com aquela rima do vento. Há momentos únicos.
” E ficou fascinado com aquela rima do vento. “
Devia de ser a corrente de ar que vinha da sanita…
Ainda não consegui perceber:
os “gajos” recusaram-se a ir ao Lar dar assistência médica ou não se recusaram e foram? O Despacho do Sec. Estado de Abril não obrigava à assistência médica tratando todos onde quer que estivessem como igualmente utentes do SNS?
Esta é questão que deve ser respondida os resto são meras cortinas de fumo do jornalismo prostituto que hoje tudo faz para ter voyeur’s porque há muito dispensou os leitores.
Já agora o que fez o Expresso aos Panamá Papers?
O Expresso deixou de dar relevância aos papéis do Panamá em nome dos princípios ecológicos. Há que travar a proliferação de papéis, que levam à destruição de muitas árvores.
Também não percebi nada do que se passou — se calhar a ideia é essa. Mas quando o poder local é comandado por uma quadrilha do PS está quase tudo explicado a priori.
É uma pergunta que vale a pena fazer com insistência aos responsáveis do Expresso: quando tencionam retomar a investigação dos famigerados papéis do Panamá, que parece adormecida há cerca de três anos?
Sem por em causa e necessidade e bondade do dito despacho, afinal ser funcionário público (ou melhor, trabalhar para o estado) é uma $&@€.
Parece que é ter um emprego em que o chefe pode por “despacho” mandar-te fazer coisas que violam uma data de disposições do teu contrato de trabalho, sem ser preciso estado de emergência, ou outra coisa qualquer.
E então se o chefe for de esquerda, ainda melhor, pois nesse caso quaisquer violações dos direitos do trabalhador são fofinhas e de necessidade imperiosa.
O Dr. João Soares é de outra casta
Casta Arinto.
De elegância rara essa sua tríade “por dolo, irresponsabilidade ou negligência profissional”, o Pedro Correia teria talvez dado um advogado eficaz. Fez-me lembrar a classificação de “liberalidade” para a doação dos milhões que o José Guilherme deu ao Ricardo Salgado. O Salazar dizia “Em política o que parece é” e nessa não se enganou.
«Por dolo, irresponsabilidade ou negligência profissional.»
Não sei o que é que o Salazar tem a ver com isto, mas admito que a gravíssima falha deontológica cometida pelo ‘Expresso’ tenha pelo menos uma dessas causas, que não são coincidentes.
O menos grave será a negligência. Mesmo assim, suficientemente grave para fazer rolar cabeças no jornal. Caso ali se assuma a ética da responsabilidade que alguns dos seus articulistas gostam de exigir aos políticos.
Enquanto o “mano velho” for o PM o tio Balsemão, vulgo o “Militante nº 1”, vai manter a todo o custo o invejoso “mano novo”!!
Também é possível que tenha sido por irresponsabilidade ou por negligência profissional. Mas politicamente foi por dolo pois como custa a acreditar que o jornal Expresso uma instituição que, parafraseando um ex-PM, raramente tem dúvidas e nunca se engana, tenha cometido este erro por irresponsabilidade ou por negligência profissional, parece que deverá ter sido por dolo e em política (não em sede de justiça), como bem observava o Salazar, o que parece é.
Foi falta de ética.
E, decerto, a quem não merecia a escorrência.
O Costa, faxavor – um impoluto !
Falta de ética, grave atentado à deontologia profissional e um sintoma de profunda incompetência.
Nada disto se cura com vacinas, infelizmente para eles.
“Não esqueçamos que além disso já apertou o gasganete a um velhinho no meio da rua. Já fez de tudo um pouco”. Mostrou que não se agacha. Se não o agarram – desfazia o hércules disfarçado. KO, directo.
À gravidade do vómito do senhor, acresce uma outra que é a maioria dos jornalistas (?) do regime defenderem o pasquim com o argumento que é preciso proteger as ” fontes”
Então o PM é uma fonte do Expresso?
Aquilo não é fonte nenhuma, é uma declaração forte e feia de um PM a condicionar os jornalistas.
O gajo ( também tenho o direito de o tratar assim) sabia muito o bem o que estva a fazer e a dizer
VERGONHOSO
Um primeiro ministro não pode, nem deve fazer esse tipo de comentários, fica mal, cria mau ambiente e não resolve absolutamente nada.
Mas um primeiro ministro não deixa de ser um cidadão que pode e deve comentar/desabafar em off.
O que não se pode, sob pena de arrasar de vez a democracia e a liberdade de cada um, é gravar conversas tidas em off e pespegá-las nos jornais e televisões.
Imagine-se se o que se diz em reuniões privadas de associações, empresas, grande e pequenas, de grupos com responsabilidades na actuação dos políticos, noemadamente a Ordem dos Médicos, sobre os políticos, fosse assim, sem mais nem menos, tornado público?
Não posso estar mais de acordo.
O código deontológico dos jornalistas, de resto, impõe esta norma: «O jornalista deve utilizar meios leais para obter informações, imagens ou documentos e proibir-se de abusar da boa-fé de quem quer que seja.»
Acontece que a quebra do compromisso de respeitar a declaração “off-the-record” surgiu do próprio jornal ao enviar imagens e sons não editados para outros órgãos de informação. Por dolo, burrice, incompetência, negligência, desleixo – fosse pelo que fosse.
Esta é uma questão. Outra, também relevante, é o PM não tomar nota das precauções que recomendou aos seus próprios ministros. Nem em conversa informal e descontraída com jornalistas, investido da função que exerce e na residência oficial do primeiro-ministro, jamais deveria falar com tamanha ligeireza sobre os médicos – muito menos chamando-lhes cobardes, até porque que têm estado na primeira linha do duro combate à pandemia, ou referindo-se a eles como “gajos”, o que denota manifesta falta de nível.
Costa, que é filho de jornalista e irmão de jornalista, tem motivos acrescidos para tomar precauções nas conversas com todos os profissionais da informação – seja on, seja off.
Muito bem!
Sordidez SUCIAlista , passe a redundância, em recital.
Acolitada, explicitada e justificada por uma coisa que, nestas partes, passa por ” comunicação social”
Nunca falha.
JSP
So me apetece dizer que este foi o melhor postal a que tive acesso nos últimos tempos.
Porque sim, e até vai deixar marcas.
Voltarei ao tema, se for caso disso. E provavelmente será.
Há aqui algo que ninguém ainda questionou: e se os tais médicos tiveram medo e, cobardemente, se cortaram aos riscos? Vejam o “juramento de Hipócrates”…
Amadeu Rodrigues
Essa é que é essa. O resto são flores…
Juramento de Hipocritas!?
Se fosse juramento de Bandeira ficava mais preocupado
” e se os tais médicos tiveram medo e, cobardemente, se cortaram aos riscos?”
Quem está interessado em apurar isso? Muitos dos que comentam por aqui movem-se pelas suas convicções ideológicas e ligam pouco aos factos. Não acredita? Então leia os comentários com atenção.
Pois J.
Os médicos!!!
E aquela conversa da linha da frente, e a falta de médicos.
Há aqui uma coisa que não se percebe, com milhares de consultas adiadas, cirurgias, afinal o que é que andaram a fazer estes médicos todos.
Em comunicação (social) verdadeiramente não há off the record, ou off. Ética deontologia? Cada um toma a que quer…
Todos podem dizer tudo, seja em on seja em off; jornalistas, médicos, ordem dos médicos, até o estafeta que levou as gravações. Só o Costa é que tem de estar calado.
É engraçado, quando foi com a ordem dos enfermeiros foi a mesma coisa. A Rita podia fazer tudo, até pagar aos enfermeiros para fazer greve.
Não estaria a haver um excesso de protagonismo por parte da ordem dos médicos?
Ou aquela auditoria ao lar de Reguengos foi inocente? Se calhar não foi, assim como também não foi a reacção do Costa.
Como se diz na minha terra “albarda-se o burro à vontade do dono”.
António Costa frequentou com aproveitamento a “Escola Secundária Carvalho Pinto de Sousa”…
!º ministro indigno do cargo que ocupa!!!!!!
Raramente concordo com o António Costa, mas desta vez sim.
Se houve profissionais que se recusaram a prestar cuidados, quando tal lhes foi solicitado, alguns deles sob o manto protetor dos sindicatos, o que chamam a estes profissionais, heróis?
Mas alguém acredita que isto foi acidental?
Foi a forma de o Costa dizer o que quis dizer sem ser acusado de dizer o que disse.
No EXPRESSO sempre houve jornalistas para se prestarem às manigâncias dos socialistas.
Como aquela jornalista que abalroou o JAGUAR da Moderna condizido por Paulo Portas, em pleno escândalo da Universidade Moderna, que levou ao fim da AD entre Portas e Marcelo.
só vejo capangas a criticar os jornalistas e nao o primeiro ministro que é o que fez a borrada.o primeiro deveria fazer a ele o mesmo que fez a joao soares
Alguém duvida de que os médicos constituem uma classe super corporativa? Que, em geral, se consideram muito importantes? Que o cidadão médio tem uma reverência, nalguns casos subserviência, especial (já foi maior) pelos médicos porque receia pela sua saúde? Que muitos médicos gostam de receber prendas (para além do pagamento da consulta) dos seus doentes? Esta tendência tem diminuído, penso. Que fazem receitas a mais para receberem compensações dos laboratórios? Que passam atestados a pedido?
Conheço vários médicos e as conversas entre ele a que assisto são quase sempre sobre negócios e como ganhar mais dinheiro e pagar menos impostos. Nota Importante: isto resulta da minha observação entre os meus amigos e conhecidos e não de uma análise estatística científica.
Pode não se gostar de A. Costa nem do seu governo. Mas preferir o bastonário dos médicos, francamente …… Só por cegueira ideológico-política.
Se um medico se escusou a tratar um doente.. é um covarde.
“Se um médico se escusou a tratar um doente.. é um covarde.”
Parece mas não é. Para quem não gosta do governo parece que é um herói!!
Aos médicos não se chama nomes feios. Só Senhor Doutor mesmo que sejam só licenciados.
Os verdadeiros doutores são os médicos, estes sim são doutores os outros são apenas uma cambada de infelizes.
Os jornalistas do Expresso é que foram os arquitectos desta palhaçada, e deviam de ir a pedra pelo conflito criado numa altura imprópria.
Existem bons médicos mas também existem oportunistas que em nada dignificam a medicina.
O António Costa de todos provavelmente é o menos culpado porque foi apanhado a dizer o que lhe ia na alma em off aquilo que não podia dizer em on.
Doutores da mula russa com se dizia na minha terrinha.
Eu dou um pontapé num rebo e aparecem 10 “doutores” alguns com a 4ª classe mal feita.
Quem cala consente !
É ver quem é que está calado !?
Os socialistas são libertários por natureza mas não gostam de quem não lhes obedece e sobretudo de quem não segue a sua cadeia de comando !
O que aconteceu mais uma vez e obviamente não será a ultima.
Importa conhecer todos os factos e saber se realmente alguém se negou a fazer o que lhe ordenaram (e neste caso muito mal vai uma casa se é preciso ordenar que se faça o seu trabalho) e porquê mas o meu instinto diz-me que quem se negou o fez porque sabia á priori que não iria ter condições para trabalhar e iria levar com as culpas na mesma, correndo ao mesmo tempo risco de vida mas poderá não ser esse o caso pois como disse o nosso PM eleito por 20% dos portugueses ainda não faltou nada ao SNS.
WW
Ó WW não me digas que conhecias alguém para PM que tivesse mais de 20%?
para nao me desviar nada do que o post defende, parece-me que o PC está bem, apanhou o costa.
E eu com tamanhissima necessidade de falar no gajo dos medicos, que todos os dias fala na minha radio, é o maior terrorista no territorio. Sendo que os primeiros ministros nao respondem a “menores”, para nós publico o costa, tambem o costa, nao tem perdao é por ser cumplice em manter na ordem a competencia disciplinar dos medicos, ordem que tem centenas de processos-queixa parados e que nunca andarao. .
Tambem o socrates, que foi primeiro ministro e portanto das prisoes, só quando foi preso descobriu que existem pulgas nas celas…
A questão que ainda não vi respondida é:
Os gajos foram cobardes ou não?
Uma coisa é certa o Estado falhou.
E os cobardes vão andar por aí, mas será que conseguem dormir em paz!!!!!!
Saúde: 41% do dinheiro público vai para o privado
(27-09-2020) jornal de Negócios.
Dá que pensar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Quero é ver se AC depois desto arrisca ir a um cobardolas de um médico. Eu cá não arriscava, passava a ir a um curandeiro qualquer na Amadora.
” AC depois desto arrisca ir a um cobardolas de um médico.”
É isso que faz com que haja um exagerado respeitinho pelos médicos. E eles, no geral, gostam e abusam. Quem se atreve a meter a Ordem na ordem?? A Ordem manda e abusa.
Os médicos em Portugal andam é mimados demais com tantos elogios, palminhas a janela, e estes quando comparados com os médicos de outros países andam com santa vidinha, se não nem tinham tempo para se queixar e andar com esta troca de galhardetes com o primeiro-ministro.
Sei bem de alguns médicos sapateiros que só querem é dinheiro, o doente que se lixe.
Rui Leite