Fui lá há dois anos. E já tinha ido dois anos antes.
Santa Trega é o nome do monte (penso que em galego). Lá se houve santa ou não com o nome Trega, não sei. Veja por exemplo https://pt.wikipedia.org/wiki/Castro_de_Santa_Trega Percorrendo as estradas galegas na imediação do monte, é essa a indicação que se vê: monte de Santa Trega.
Você mudou de pseudónimo mas continua um ávido leitor da wikipédia. Aposto que há vinte anos adorava ler o mapa das estradas editado pelo Automóvel Clube de Portugal.
Também pensei em Caminha (por Moledo e Vilar de Mouros) e em Valença, mas as minhas preferidas são Vila Nova de Cerveira (fabulosa a vista do Alto do Crastro, onde está o Cervo do José Rodrigues). Foi daqui que, num belo domingo de Julho de 1999, parti em direcção a Santiago de Compostela, numa viagem cheia de peripécias mas com final feliz. 🌼 Maria
Eu gosto de todo o curso do Minho, da foz até Valença. Mas tenho um culto especial por Caminha, que reúne tudo: rio e mar, pinhal e serra, Portugal e Galiza.
Portugal e Galiza estão unidos ao longo de todo o Minho… Caminha tem a Guarda em frente. Valença tem Tui. Monção tem Salvaterra. E Cerveira tem uma ponte a ligá-la à Galiza.
E Ponte de Lima que, para além de belíssima, foi onde eu encontrei as pessoas mais simpáticas do Minho, quando o meu carro resolveu avariar às 12,50h de um sábado na principal rotunda da vila, e o meu ‘tijolo’ estava sem bateria para chamar a Assistência em Viagem. Os donos de uma loja, prestes a fechar deixaram-me telefonar e ficaram comigo até tudo se resolver. Por volta das 15h segui para Cerveira, não me atrevendo a ir ver os espigueiros do Soajo como tinha planeado (estava cansada, tinha saído de Castelo Branco às 06h e não quis abusar da sorte). Contudo, no domingo arrisquei e fui mesmo a Santiago, achei que ele não me ia deixar ficar mal… e não deixou :)) E ainda por cima a revista Volta ao Mundo publicou um fotografia que eu tirei ao Botafumeiro (atenção, foi no correio dos leitores, mas publicou). Caminha tem recantos muito bonitos e desta vez uma velhinha muito querida foi-me mostrar a Matriz, e disse-me “a menina pode tirar as fotografias que quiser”. E eu tirei :)) Que posso dizer mais? Adoro o Minho e os minhotos! 🌻 Maria
Conheço muito bem o Minho, onde vivi três anos e que revisito sempre como se me sentisse em casa. Costumo dizer que sou beirão por raiz, minhoto por coração, algarvio por adopção e lisboeta por habit(u)ação.
Leopedro então isso faz-se? Ir a Caminha e não passar cavaco (salvê sêja) a Afife que é melhor praia de toda a zona e tem um Casino que nunca teve salas de jogo nem espanholas. Agora desça para Viana e pare por lá, vá apanhar bom ar no Monte de Santo António e almoçar robalo com algas na Mariana, e se passar por uma Escola Primária em frente do Casino pode dizer que há 65 anos as crianças vinham as janelas com a professora verem o poeta chegar de comboio na Estação mesmo em frente. O poeta era o Pedro Homem de Melo que chegava do Porto para a sua casa no Convento de Cabanas ali perto.
fabulosa a vista do Alto do Crastro, onde está o Cervo do José Rodrigues
Só fui a esse local uma única vez, há dezenas de anos, e escalando o monte a pé, em corta mato, a partir de Cerveira (eu nessa altura era jovem e tinha corpo para isso). Agora pergunto: há caminho por estrada até lá? Ou como se vai para lá, sem ser escalando fragas como eu fiz?
Em 1999 já havia estrada e eu fui de carro (até porque estava sozinha e estava imenso calor). E a vista é fabulosa, aquela ilha em forma de 💚 é um espectáculo, penso que é a da Boega, mas não garanto… E havia um ferry amarelo para atravessar o rio Minho. 🌼 Maria
Para lá do evidente trocadilho com a peça de mobiliário, é terra que nunca visitei. Realmente o Minho é enorme em locais interessantes, se bem que nessa zona prefiro locais menos urbanos.
Em Caminha você anda um quilómetro e já está em lugar “menos urbano”. Tem a dois passos a Serra de Arga, está a dez minutos da emblemática aldeia de Vilar de Mouros. E tem logo ali, no extremo da vila, o rio Coura a desaguar no rio Minho.
E a praia de Moledo. Água fria,mas com imenso iodo,o cheiro do sargaço e o passeio ao longo da praia até Caminha,onde a água é mais quente. O monte de S.Tecla em frente,o pinhal, a comida… Belas férias que lá passei por vários anos.
Quando era miúdo, morei uns anos em Lanhelas. Caminha era a terra das compras semanais e da feira. No Verão, íamos algumas vezes para a praia de Áncora, ou para a Gelfa, mas a maior parte das vezes, íamos para essa praia, que para mim continua a ser de sonho, Moledo do Minho, onde por entre as muitas e extensas brincadeiras me fartava de apanhar e comer camarinhas por entre os arbustos das dunas, sarapintados dessas bolinhas brancas irresistíveis. Ainda hoje, quando vou de carro em direcção a norte pela N13, há ali um ponto antes de chegar a Moledo, que nos devolve essa paisagem mágica, de tão bela, com a praia em toda a sua extensão, a foz do Minho e o monte de Santa Tecla ao fundo. Essa imagem, é-me sempre associada à música musicbox (instrumental) dos AntiAtlas, do álbum Future Nostalgia. Nada mais posso dizer.
Caro Vítor, experimente sair na rotunda para Âncora e depois seguir na estrada velha (abaixo da nacional, e paralela a esta) até Moledo. Segue sempre junto ao mar e aos rochedos. Verá que vale a pena.
Caminha agora já não consigo — às 7 já ando por aí a dizer mal disto
Por acaso desta zona só conheço Cerveira e Melgaço e as terras entre as duas e depois cá para baixo para os “arcos” e Ponte de Lima. Cerveira é daqueles sítios onde era capaz de viver sem me chatear com nada.
Ainda bem que toda a gente escreve estas coisas sobre este “nosso” mundo. “Trega” e a versão galega de “Tecla”, sim senhor… Quase em frente a Cerveira temos Goyan (é a referência galega para o lugar). Pessoalmente também gosto muito daquele “ponto um pouco antes de Moledo” de que fala Vítor Augusto. Cheguei a ir para lá de propósito aos Domingos à tarde… O Pedro, se quiser saborear a melhor lampreia deverá subir até Monção… É mais batida pelas águas. E como gosta particularmente de peixe, creio que o melhor é ir a Vila Praia de Âncora. Mas são Bem-vindos em qualquer dos lugares de que falaram e não só… O Minho interior também tem os seus encantos. Se puderem continuar a subir, vão a Castro Laboreiro. É longe, mas vale a pena… No senhor Fernando (Mira Castro, creio eu) comi o melhor cabrito de sempre…
Uma vez fui de propósito a Castro Laboreiro para arranjar um cão. Mas nicles.
Para chegar lá atravessa-se um vale espectacular que vem do Soajo até Lamas de Mouro. Castro Lab é um lugar interessante porque para lá dele há um mar de pedregulhos que começa logo ali onde acaba o lugar. É fascinante. Parece que alguém pôs ali as pedras para isolar aquilo convenientemente. Deve ser confortável saber que o mundo acaba ali e que pelas costas não vem ninguém 😉
(só em Marialva, na Beira Alta, é que há uma paisagem de pedras que confere em muito menor escala a mesma ideia — mas por ser mais pequeno e estar no centro do País não é a mesma sensação de “pronto, acaba aqui”)
Monsanto e Sortelha também têm belos pedregulhos. Gostei de Marialva mas fui lá num 15 de Agosto e havia uma grande procissão, o que não me permitiu ver tudo como gostaria. Evito ir em dias de festa, gosto de ver tudo com calma, sem confusões, mas nem sempre é possível. 🌼 Maria
A Bela Caminha (também sou fã). MUITO. Dois Livros meus (Apple Books) GRATUITOS. Com fotografias minhas: https://books.apple.com/pt/book/caminha-fotos/id1499130917 Com pequenos filmes meus: https://books.apple.com/pt/book/caminha-filmes/id1499128653 Tudo muito amador, mas amado. É só clicar, descarregar e “ouver”. Não dói, é de borla e pode fazer bem à saúde.
Juntamente com uns amigos lancei um projecto, que está parado há demasiado tempo, de percorrer em Todo Terreno toda a raia, desde Vila Real de Sto António. Baptizamos o projecto como o Raid pela Raia. Já fizemos uma quantas etapas e a última paragem foi no Douro. Um dia chegaremos a Caminha, e o champanhe será aberto na ilha de Ínsua.
Estou ali ligeiramente à esquerda da foto. Ao contrário dos mitos associados a esta terra, nos últimos dias esteve um tempo verdadeiramente excepcional. E quando assim é, esta praia é imperdível. Pena que este ano, por causa do covid, as grandes romarias e festas populares da região, da Senhora da Agonia a S. João d´Arga, passando pelo S. Bartolomeu de Ponte da Barca, tenham sido canceladas. A gastronomia, essa, continua igual.
Com franqueza, Caminha não me parece terra muito notável. O que tem de bonito é basicamente só a vista do monte de Santa Trega.
Sinal de que nunca lá foi.
(Ignoro que tenha havido uma santa chamada Trega.)
Fui lá há dois anos. E já tinha ido dois anos antes.
Santa Trega é o nome do monte (penso que em galego). Lá se houve santa ou não com o nome Trega, não sei. Veja por exemplo Santa_Trega
https://pt.wikipedia.org/wiki/Castro_de_
Percorrendo as estradas galegas na imediação do monte, é essa a indicação que se vê: monte de Santa Trega.
Você mudou de pseudónimo mas continua um ávido leitor da wikipédia. Aposto que há vinte anos adorava ler o mapa das estradas editado pelo Automóvel Clube de Portugal.
Também pensei em Caminha (por Moledo e Vilar de Mouros) e em Valença, mas as minhas preferidas são Vila Nova de Cerveira (fabulosa a vista do Alto do Crastro, onde está o Cervo do José Rodrigues). Foi daqui que, num belo domingo de Julho de 1999, parti em direcção a Santiago de Compostela, numa viagem cheia de peripécias mas com final feliz.
🌼
Maria
Eu gosto de todo o curso do Minho, da foz até Valença. Mas tenho um culto especial por Caminha, que reúne tudo: rio e mar, pinhal e serra, Portugal e Galiza.
Portugal e Galiza estão unidos ao longo de todo o Minho…
Caminha tem a Guarda em frente. Valença tem Tui. Monção tem Salvaterra. E Cerveira tem uma ponte a ligá-la à Galiza.
Lavoura reencarnado em pseudónimo fajuto.
Até tem duas: Tomiño e o Rosal.
Adenda:
E Ponte de Lima que, para além de belíssima, foi onde eu encontrei as pessoas mais simpáticas do Minho, quando o meu carro resolveu avariar às 12,50h de um sábado na principal rotunda da vila, e o meu ‘tijolo’ estava sem bateria para chamar a Assistência em Viagem. Os donos de uma loja, prestes a fechar deixaram-me telefonar e ficaram comigo até tudo se resolver. Por volta das 15h segui para Cerveira, não me atrevendo a ir ver os espigueiros do Soajo como tinha planeado (estava cansada, tinha saído de Castelo Branco às 06h e não quis abusar da sorte).
Contudo, no domingo arrisquei e fui mesmo a Santiago, achei que ele não me ia deixar ficar mal… e não deixou :))
E ainda por cima a revista Volta ao Mundo publicou um fotografia que eu tirei ao Botafumeiro (atenção, foi no correio dos leitores, mas publicou).
Caminha tem recantos muito bonitos e desta vez uma velhinha muito querida foi-me mostrar a Matriz, e disse-me “a menina pode tirar as fotografias que quiser”.
E eu tirei :))
Que posso dizer mais?
Adoro o Minho e os minhotos!
🌻
Maria
Conheço muito bem o Minho, onde vivi três anos e que revisito sempre como se me sentisse em casa. Costumo dizer que sou beirão por raiz, minhoto por coração, algarvio por adopção e lisboeta por habit(u)ação.
Leopedro então isso faz-se?
Ir a Caminha e não passar cavaco (salvê sêja) a Afife que é melhor praia de toda a zona e tem um Casino que nunca teve salas de jogo nem espanholas.
Agora desça para Viana e pare por lá, vá apanhar bom ar no Monte de Santo António e almoçar robalo com algas na Mariana, e se passar por uma Escola Primária em frente do Casino pode dizer que há 65 anos as crianças vinham as janelas com a professora verem o poeta chegar de comboio na Estação mesmo em frente.
O poeta era o Pedro Homem de Melo que chegava do Porto para a sua casa no Convento de Cabanas ali perto.
fabulosa a vista do Alto do Crastro, onde está o Cervo do José Rodrigues
Só fui a esse local uma única vez, há dezenas de anos, e escalando o monte a pé, em corta mato, a partir de Cerveira (eu nessa altura era jovem e tinha corpo para isso). Agora pergunto: há caminho por estrada até lá? Ou como se vai para lá, sem ser escalando fragas como eu fiz?
Caro Lavoura balio
Em 1999 já havia estrada e eu fui de carro (até porque estava sozinha e estava imenso calor).
E a vista é fabulosa, aquela ilha em forma de 💚 é um espectáculo, penso que é a da Boega, mas não garanto…
E havia um ferry amarelo para atravessar o rio Minho.
🌼
Maria
É a Boega, sim senhor.
E há ali, (Gondarém) em frente, uma Pousada / Restaurante com o mesmo nome…
Para lá do evidente trocadilho com a peça de mobiliário, é terra que nunca visitei.
Realmente o Minho é enorme em locais interessantes, se bem que nessa zona prefiro locais menos urbanos.
Em Caminha você anda um quilómetro e já está em lugar “menos urbano”. Tem a dois passos a Serra de Arga, está a dez minutos da emblemática aldeia de Vilar de Mouros. E tem logo ali, no extremo da vila, o rio Coura a desaguar no rio Minho.
E a praia de Moledo. Água fria,mas com imenso iodo,o cheiro do sargaço e o passeio ao longo da praia até Caminha,onde a água é mais quente. O monte de S.Tecla em frente,o pinhal, a comida… Belas férias que lá passei por vários anos.
E o bacalhau do Chico, de que já falei aqui. elito-a-mesa-11-10569935
https://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/d
Quando era miúdo, morei uns anos em Lanhelas. Caminha era a terra das compras semanais e da feira. No Verão, íamos algumas vezes para a praia de Áncora, ou para a Gelfa, mas a maior parte das vezes, íamos para essa praia, que para mim continua a ser de sonho, Moledo do Minho, onde por entre as muitas e extensas brincadeiras me fartava de apanhar e comer camarinhas por entre os arbustos das dunas, sarapintados dessas bolinhas brancas irresistíveis. Ainda hoje, quando vou de carro em direcção a norte pela N13, há ali um ponto antes de chegar a Moledo, que nos devolve essa paisagem mágica, de tão bela, com a praia em toda a sua extensão, a foz do Minho e o monte de Santa Tecla ao fundo. Essa imagem, é-me sempre associada à música musicbox (instrumental) dos AntiAtlas, do álbum Future Nostalgia. Nada mais posso dizer.
Caro Vítor, experimente sair na rotunda para Âncora e depois seguir na estrada velha (abaixo da nacional, e paralela a esta) até Moledo. Segue sempre junto ao mar e aos rochedos. Verá que vale a pena.
Caminha agora já não consigo — às 7 já ando por aí a dizer mal disto
Por acaso desta zona só conheço Cerveira e Melgaço e as terras entre as duas e depois cá para baixo para os “arcos” e Ponte de Lima. Cerveira é daqueles sítios onde era capaz de viver sem me chatear com nada.
Gosto muito de Cerveira. Sobretudo na época da lampreia, regada com verde tinto da região.
Ainda bem que toda a gente escreve estas coisas sobre este “nosso” mundo. “Trega” e a versão galega de “Tecla”, sim senhor… Quase em frente a Cerveira temos Goyan (é a referência galega para o lugar). Pessoalmente também gosto muito daquele “ponto um pouco antes de Moledo” de que fala Vítor Augusto. Cheguei a ir para lá de propósito aos Domingos à tarde…
O Pedro, se quiser saborear a melhor lampreia deverá subir até Monção… É mais batida pelas águas. E como gosta particularmente de peixe, creio que o melhor é ir a Vila Praia de Âncora.
Mas são Bem-vindos em qualquer dos lugares de que falaram e não só… O Minho interior também tem os seus encantos. Se puderem continuar a subir, vão a Castro Laboreiro. É longe, mas vale a pena… No senhor Fernando (Mira Castro, creio eu) comi o melhor cabrito de sempre…
Uma vez fui de propósito a Castro Laboreiro para arranjar um cão. Mas nicles.
Para chegar lá atravessa-se um vale espectacular que vem do Soajo até Lamas de Mouro. Castro Lab é um lugar interessante porque para lá dele há um mar de pedregulhos que começa logo ali onde acaba o lugar. É fascinante. Parece que alguém pôs ali as pedras para isolar aquilo convenientemente. Deve ser confortável saber que o mundo acaba ali e que pelas costas não vem ninguém 😉
(só em Marialva, na Beira Alta, é que há uma paisagem de pedras que confere em muito menor escala a mesma ideia — mas por ser mais pequeno e estar no centro do País não é a mesma sensação de “pronto, acaba aqui”)
Monsanto e Sortelha também têm belos pedregulhos. Gostei de Marialva mas fui lá num 15 de Agosto e havia uma grande procissão, o que não me permitiu ver tudo como gostaria.
Evito ir em dias de festa, gosto de ver tudo com calma, sem confusões, mas nem sempre é possível.
🌼
Maria
A Bela Caminha (também sou fã). inha-fotos/id1499130917 inha-filmes/id1499128653
MUITO.
Dois Livros meus (Apple Books) GRATUITOS.
Com fotografias minhas:
https://books.apple.com/pt/book/cam
Com pequenos filmes meus:
https://books.apple.com/pt/book/cam
Tudo muito amador, mas amado.
É só clicar, descarregar e “ouver”.
Não dói, é de borla e pode fazer bem à saúde.
Juntamente com uns amigos lancei um projecto, que está parado há demasiado tempo, de percorrer em Todo Terreno toda a raia, desde Vila Real de Sto António. Baptizamos o projecto como o Raid pela Raia. Já fizemos uma quantas etapas e a última paragem foi no Douro.
Um dia chegaremos a Caminha, e o champanhe será aberto na ilha de Ínsua.
Muito bem, Paulo. Gostei de saber. Que o vosso projecto prossiga em bom ritmo e chegue a bom porto (que esse sem dúvida é).
Estou ali ligeiramente à esquerda da foto. Ao contrário dos mitos associados a esta terra, nos últimos dias esteve um tempo verdadeiramente excepcional. E quando assim é, esta praia é imperdível. Pena que este ano, por causa do covid, as grandes romarias e festas populares da região, da Senhora da Agonia a S. João d´Arga, passando pelo S. Bartolomeu de Ponte da Barca, tenham sido canceladas. A gastronomia, essa, continua igual.