12 comentários em “Corte de 50% na remuneração global dos membros do governo”
Concordo que seja só uma proposta.
Corte-se 75%.
Mais, o governo deveria ganhar durante um ano aquilo que consideram o limiar minimo de subsistência e se o conseguissem fazer o fixassem nesse montante. Se não o conseguissem que o fixassem pelo montante mínimo que tivessem conseguido.
Não diria tanto. Mas diria, certamente, que as remunerações dos políticos deviam ser indexadas, por exemplo, ao salário médio. Se este baixasse, azar. Se subisse, pois tanto melhor
Esse corte que o bando que foi ao pote pretende fazer nas migalhas que os mais desamparados e os idosos recebem indignou-me verdadeiramente.
Qualquer um conhece, por exemplo, casos de casais de fracas habilitações que sempre trabalharam (ambos os membros) no que puderam arranjar onde nasceram (ou lá perto), emprego esse que perderam, e hoje andam completamente desesperados por não terem idade nem formação que lhes permita dar um novo impulso à vida.
E gente no final da vida que não tem reforma que chegue para o que precisam em termos de medicamentos, tratamentos, alimentação, etc, etc.
Não sou de ir a manifs (não suporto o martelar de palavras de ordem) nem de atirar pedras ou garrafas, sou pacífico e respeitador da ordem (até demais).
Mas que a mostarda já me subiu ao nariz e estou a chegar aos limites, lá isso, estou.
Entendo bem que uma coisa é serem caçados os que fraudulentamente recebem o RSI ou o subsídio de desemprego por pretenderem passar os dias no café e a chular os parentes ou a viver de expedientes ou biscates.
Do que se trata agora não é disso, mas antes de uma violência inclassificável sobre a generalidade dos mais desprotegidos.
Há em tudo isto uma questão prévia de exemplo. A adopção de medidas tão gravosas perante quem está numa situação de profundo desfavorecimento só seria admissível depois de esgotadas todas as alternativas de corte de despesa supérflua. É esse trabalho que não vejo concluído (em rigor, nem propriamente iniciado).
Pois, parece que vão extinguir 4 fundações e ficaram todos contentes…
Certo.
O melga, perdão, Vespa Soares sabe como tratar disto. Ele sabe que os desempregados são gajos que não gastam. Os tipos querem é comprar dívida soberana, como os bancos, e não investem na economia. Os gajos não se alimentam, logo, o estado não recebe IVA nem IRS ou IRC daqueles a quem eles compram, os tipos não consomem electricidade, gás, água etc., logo, também o estado não recebe IVA nem outros impostos por esta via. Em resumo, esses gajos só dão despesa. Corte-se tudo a 100%!!!!, incluindo o ordenado dos ministros por péssima produtividade e excesso de consumo à pala da nação. Acabe-se com as melgas! Os ministros do CDS, tal como os do PSD (com excepção para dois ou três que não do PP), são uns cérebros. Pena que não emigrem.
Concordo que seja só uma proposta.
Corte-se 75%.
Mais, o governo deveria ganhar durante um ano aquilo que consideram o limiar minimo de subsistência e se o conseguissem fazer o fixassem nesse montante. Se não o conseguissem que o fixassem pelo montante mínimo que tivessem conseguido.
Não diria tanto. Mas diria, certamente, que as remunerações dos políticos deviam ser indexadas, por exemplo, ao salário médio. Se este baixasse, azar. Se subisse, pois tanto melhor
Isto é a deriva completa.
É o que parece, de facto, BwPHD.
Esse corte que o bando que foi ao pote pretende fazer nas migalhas que os mais desamparados e os idosos recebem indignou-me verdadeiramente.
Qualquer um conhece, por exemplo, casos de casais de fracas habilitações que sempre trabalharam (ambos os membros) no que puderam arranjar onde nasceram (ou lá perto), emprego esse que perderam, e hoje andam completamente desesperados por não terem idade nem formação que lhes permita dar um novo impulso à vida.
E gente no final da vida que não tem reforma que chegue para o que precisam em termos de medicamentos, tratamentos, alimentação, etc, etc.
Não sou de ir a manifs (não suporto o martelar de palavras de ordem) nem de atirar pedras ou garrafas, sou pacífico e respeitador da ordem (até demais).
Mas que a mostarda já me subiu ao nariz e estou a chegar aos limites, lá isso, estou.
Percebo bem o que refere.
Obrigado pela resposta.
Entendo bem que uma coisa é serem caçados os que fraudulentamente recebem o RSI ou o subsídio de desemprego por pretenderem passar os dias no café e a chular os parentes ou a viver de expedientes ou biscates.
Do que se trata agora não é disso, mas antes de uma violência inclassificável sobre a generalidade dos mais desprotegidos.
Basta.
Há em tudo isto uma questão prévia de exemplo. A adopção de medidas tão gravosas perante quem está numa situação de profundo desfavorecimento só seria admissível depois de esgotadas todas as alternativas de corte de despesa supérflua. É esse trabalho que não vejo concluído (em rigor, nem propriamente iniciado).
Pois, parece que vão extinguir 4 fundações e ficaram todos contentes…
Certo.
O melga, perdão, Vespa Soares sabe como tratar disto. Ele sabe que os desempregados são gajos que não gastam. Os tipos querem é comprar dívida soberana, como os bancos, e não investem na economia. Os gajos não se alimentam, logo, o estado não recebe IVA nem IRS ou IRC daqueles a quem eles compram, os tipos não consomem electricidade, gás, água etc., logo, também o estado não recebe IVA nem outros impostos por esta via. Em resumo, esses gajos só dão despesa. Corte-se tudo a 100%!!!!, incluindo o ordenado dos ministros por péssima produtividade e excesso de consumo à pala da nação.
Acabe-se com as melgas! Os ministros do CDS, tal como os do PSD (com excepção para dois ou três que não do PP), são uns cérebros. Pena que não emigrem.
A verdade é que não há sistema fiscal mais igualitário do que aquele em que os impostos rondam os 100%.