A tempo de mudar
Com a aproximação da votação do Orçamento de Estado para 2011, o governo está a tentar desviar as atenções através da promoção do debate ideológico.
O discurso palavroso da defesa do Estado Social não cria postos de trabalho, não dá de comer a ninguém e não dá confiança no futuro.
Falar de Estado Social quando o Estado está desacreditado, falido e empenhado é caricaturar ainda mais o actual cenário de crise.
O que importa é a criação de emprego, a erradicação da pobreza e a possibilidade de acreditar numa velhice tranquila.
Basta de mentiras, truques e ilusões.
Já não há mais tempo para as intrigas de bastidores, as trapalhadas absurdas, as estatísticas de conveniência e as promessas estafadas de quem está no poder e, porventura, pretende tentar mantê-lo a qualquer custo.
Estamos no limite do tempo útil para mudar e dar novamente a palavra aos eleitores.


Parabéns. Rui Costa Pinto põe o dedo na ferida. O governo insiste na tecla do “neoliberalismo”, mas é com notória e crescente dificuldade que continua a tentar encontrar desculpas para a colheita do que plantou. Desculpas saloias de gente bacoca que já não se enxerga e que avaliam os outros pelos seus próprios padrões.
Transcrevi este post no Do Miradouro e no Do Mirante, seguido da seguinte NOTA: A minha vénia ao autor do texto e ao bloguista que o publicou. Precisamos de políticos competentes, dedicados a Portugal e com coragem para traçarem a estratégia adequada, para a qual não faltam dicas de Portugueses com P maiúsculo.
Este tema tem muita actualidade e não deve ser descurado. Tenho criticado as tricas entre partidos, na competição pelo Poder, em vez de cooperarem para bem de Portugal, na procura do melhor caminho a seguir. Esbanjam-se energias e recursos de toda a natureza, num altura em que são poucos e indispensáveis para restaurar Portugal.
Cumprimentos
João
Gosto de te ver por cá, Rui. E com a pica de sempre. Grande abraço.