O nascer do riso
A fragmentação da obra de três compositores contemporâneos, cuja sonoridade não embale todo e qualquer ouvido, e a sua reconstrução numa nova palete de sons e passagens, serviu de inspiração a este conceito. Admito ter cortado e recolado a obra alheia – à qual eu própria muitas vezes não dou ouvidos – e tê-la refeito a meu gosto, servindo agora de embrulho a esta crónica. No entanto, neste processo, jogou-se também a dança das influências entre a música e a escrita – e as letras acabaram por se adaptar à sua melodia. Tudo isto com o único objectivo de não aborrecer. Infelizmente, poderei ter falhado redondamente nesse aspecto mas, ao menos, espero ter fundido duas baladas aborrecidas numa só música.
Cláudia Köver


Obrigado pela visita, Cláudia. Foi uma excelente forma de o DELITO terminar uma série que durou um ano e visou homenagear muitos dos nossos colegas da blogosfera. De todas as tendências políticas e das mais diversas opções ideológicas.
Um beijinho.
Obrigada Pedro, pelo convite. Foi uma excelente iniciativa de resultados muito diversificados e interessantes! Beijinhos