![thumbnail_20201017_121103[1].jpg thumbnail_20201017_121103[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2020/21929879_qsFCJ.jpeg)
Ontem, no auge da polémica sobre a geringonça (refiro-me à aplicação Covid, não à defunta coligação governamental), quase todos os jornais a destacavam em falsas primeiras páginas com patrocínio do Governo. Este encarte publicitário terá custado balúrdios ao erário.
Até os diários desportivos A Bola, o Record e O Jogo receberam este brinde – o que deve dar imenso jeito ao conjunto dos periódicos, vários dos quais têm salários em atraso enquanto outros têm despedido dezenas de trabalhadores.
Fica um teste à perspicácia dos leitores. É interessante “rastrearmos” as posições editoriais destes jornais sobre o controverso tema “app Stayaway” nos tempos que vão seguir-se. Aposto desde já que alguns não tardarão a bater palminhas.
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Bom dia Pedro Correia.
Como referi no meu blogue, também fui surpreendido quando olhei os escaparates.
Quanto terá custado isto? Mais um bom (!?!?!) exemplo da transparência dos poderes instituídos. Saúde e bom Domingo.
António Cabral
Neste caso, meu caro, a transparência não pode ser maior.
Lá vêm os logótipos da coisa em todas estas primeiras páginas: Ministério da Saúde, Direcção-geral da Saúde, Serviço Nacional de Saúde.
Brindes do Governo mesmo para as empresas jornalísticas que não pagam salários nem subsídios e que andam a despedir jornalistas como quem enxota moscas.
Deve ser isto a tal “publicidade institucional” comprada antecipadamente pelos “apoios aos média”. Isto, mais as entrevistas estrategicamente publicadas, mais umas idas a programas pop – e mais algumas coisas que decerto esqueço.
É a tal coisa. Uma geringonça também.
Citando de cor – “Estas medidas só são autoritárias se as pessoas não as cumprirem de livre e espontânea vontade”
António Salazar
perdão, enganei-me, António Costa, com aquela expressão de querubim que traz sempre afivelada no rosto.
https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/o rdem-dos-medicos-contra-obrigatoriedade-d a_5f8c07c9d74227243160f90e
A stayaway não pode e não vai passar. Permitir que isto aconteça é abrir um precedente para que qualquer totalitarista à la Coste transforme este país em um campo de concentração.
Costa, se tivesse a noção do que fazer, reuniria o conselho de ministros e começaria a ler a portaria nº. 67/2012 de 21 de Março. E depois de analisados os artigos 4 e 9 e suas alíneas lançaria uma acção concertada para verificar se os direitos dos velhinhos e seus familiares estão a ser cumpridos nos lares ou residências seniores – públicos e privados – da nação.
Este trabalho deverá ser desenvolvido com apoio dos médicos de todas as especialidades, para analisar registos clínicos e outros, juristas e outras autoridades.
Depois deste trabalho feito, reuniria a protecção civil, as câmaras municipais e juntas de freguesia e a corporação de bombeiros no sentido de garantir que os velhinhos possam ser transportados e assistidos nas unidades de saúde, quaisquer que elas sejam, em ambiente seguro, com higiene e livre de Sars.Cov-2.
A Covid ataca os mais vulneráveis; e o que tem vindo a ser noticiado sobre as ocorrências em lares, que não é de agora, devia merecer uma atitude mais responsável por parte dos órgãos governamentais e deve mobilizar toda a nação para a necessidade de protegermos os nossos velhinhos.
Costa não sabe o que faz e não sabe como fazer nesta matéria.
Na “mouche”!
Por mim, vou rastreando. Sem precisar de chamar a polícia.
Basta andar com os olhos bem abertos.
Assim escusam de pôr na primeira página que os muçulmanos não se importam de cortar cabeças a professores que mostram bonecos do Maomé nas aulas — enquanto que ser Cristão é alvo de piadas por se ser retrógrado e podem reescrever-se as Escrituras com fufas e paneleiros como faz o tradutor de Grego — isso já não faz mal.
Ou seja, para a Esquerda, ser Islâmico é ser-se progressista porque se redefine a qualidade da liberdade em Democracia punindo exemplarmente o agente do insulto (equivale ao Abanão do Costa) e ser-se Cristão é ser-se estúpido e ultramontano e precisa de revisão.
Até quando é que querem continuar apanhar no focinho?
Eh pá; você está covidado. Tenha cuidado, já não diz coisa com coisa e dá-lhe para meter os smartphones por cortes de cabeça e outras alarmadelas pra putos.
pois pois, enfia mais a cabeça na areia
Qual cabeça na areia qual carapuça.
Pra quê cabeças cortadas, fufas, paneleiros, cristãos, democracia, esquerda, Maomé, progressistas e as outros medinhos. Não se esqueça de percentagem etária da nossa população que esteve na guerra, que já não vai com cagufas dessas pra putos.
O poste é sobre smartphones ‘detectores/bufos’ covid, percebeu.
Mau maria, se quer discutir os argumentos que apresentei é uma coisa — agora se está aí armado em sargento com esse tonzinho de merda vá mas é bugiar, não tenho pachorra para raspanetes. Quero lá saber da guerra para alguma coisa.
Não é mau maria, é mau manel.
Mas apresentou alguns argumentos? Bateu na tecla do querer meter medo com histórias daquelas pra arrepiar..
Qual tonzinho de merda, qual raspanete, e afinal sempre quer saber de guerras.
O poste era sobre a bófia dos smartphones, você é que arranjou as guerras das cabeças cortadas e outros medinhos pra assustar os velhinhos.
Para: 11:26
Ganda V !!!
Dá-lhes onde doí!!!!
Muito bem!!!!
Apoiado!!!!
“reescrever-se as Escrituras com fufas e paneleiros “
Um gajo já não pode andar na rua, só se vê desta bicharada.
Alguma coisa tem que ser feita, para a salvação da humanidade!
Caro V,
Portugal precisa de si!!!!
Não obrigado, eu sou como o Barreto: todos me querem (bem sei bem sei) mas eu não me chego à frente… Além disso faziam-me a folha num instante, eu que sou democrata tinha de ser quase um ditador para correr com os xuxas todos instalados que andam sempre com truques e nunca fazem nada sem uma jogada por trás.
Portugal é um cancro sem remissão — só muda se houver um terramoto e aquela gente for toda engolida pela terra e depois cuspida em pedrinhas pelo Vesúvio a 3000 km daqui
O SNS sempre esteve à beira da rotura, daí as cirurgias terem listas de espera e quando se aproximavam as épocas gripais era o caos.
A greve dos enfermeiros com o patrocínio da respectiva ordem em que os doentes eram relegados para segundo plano.
Eu sei que há pessoas que não olham a meios para atingir fins.
Será que a finalidade desta palhaçada é o reforço do SNS?
Quando nos andaram a meter medo com os mercados e com as agências de ratting, o objectivo foi injectar dinheiro nos bancos. Nunca mais se falou em agências de ratting.
Governar com o medo é uma forma subtil de fazer aceitar medidas que numa situação normal seriam impensáveis.
Comparar números desta pseudo pandemia com países em que os SNS é quase inexistente é a mesma coisa que dizer que a estrada da Beira é igual à beira da estrada.
Pseudo-pandemia?
Lá vem você com a mesma treta.
Vamos ser objectivos. Mesmo uma média de 10 mortos dia dá 300 por mês. Ao fim do ano dá 3600.
Que média de mortes é que houve o ano passado com gripe?
Os serviços de saúde sempre estiveram apinhados, houve sempre listas de espera.
Estamos a entrar na época das gripes.
Só se pode chamar pandemia porque é entre países, assim como também se pode chamar pandemia a uma simples gripe endémica.
E já agora uma outra reflexão.
Porque é que será que a ordem dos médicos está contra a aplicação covid?
Será que está solidária contra a invasão de privacidade dos doentes, ou está com receio que os médicos sejam detectados a dar consultas fora do serviço nacional de saúde?
Acho é que é altura de nos deixarmos de hipocrisias e encarar a realidade, porque se a economia colapsar o que nos espera ou é uma guerra civil ou uma ditadura.
Vamos lá analisar isso com números e colocar algumas questões.
Em 2018 morreram em Portugal cerca de 5000 pessoas de gripe ou pneumonia. Esse número encontrava-se na página da DGS, mas subitamente desapareceu.
Foram investidos, em todo o mundo, 300.000 milhões de dólares na pesquisa de vacinas, na fabricação de máscaras, frascos, testes, desinfectantes, etc… se porventura esta onda de medo replicado e que cobre a população não fosse alimentada, provavelmente poucas pessoas aderiam à vacinação. Resultado… tanto investimento que iria por água abaixo. Tanta gente, desde empresários, governos, empresas, que investiram e nunca teriam o retorno desse investimento.
Qual a classe que acabará eventualmente por ganhar mais com isto? A saúde. Para já com um subsídio de risco, amanhã, com toda a legitimidade para exigir aumentos.
E a indústria farmacêutica, meu deus. A unilabs, por exemplo, multiplicou a sua receita em muitas centenas por cento, desde março.
A Europa compromete-se para negociar a vacina com um consórcio inglês, ao qual já adiantou muitos milhões. Aquele mesmo país que roeu a corda há um ano e se prepara para roer outra vez. No entanto, andou a pedir a um conhecido empresário alemão para não vender a patente da sua vacina aos americanos, para depois o mandar passear e não lhe comprar nada. Precisamente ao empresário do país que mais contribuiu para estes fundos europeus. Negócio estranho. Mais estranho quando em Itália se desenvolve uma vacina, que se encontrava na mesma fase de estudo que a inglesa e que neste momento até está mais adiantada, pois a inglesa está constantemente a dar problemas. Sim, a Itália foi dos países mais afetados economicamente e uma hipotética injeção de capital no país, na aquisição da sua vacina, seria uma almofada bem útil a um país europeu.
A Malásia e Singapura alteraram a sua estatística de mortes por covid. Neste momento não contabilizam aqueles que morrem, apesar de infetados, por doenças não respiratórias. Resultado, desapareceram das estatísticas da OMS.
Alguns médicos assumiram que o elevado número de mortes em abril e maio se deveu a tratamentos errados, ministrados aos doentes. Os quais provocavam coágulos no sangue e complicações cardíacas. Hoje em dia são medicados com anti coagulantes e o resultado é o que se vê… diminuição de mortes brutal.
Oficialmente, nenhum órgão da saúde, ou dos médicos assume esse facto. Porquê? Porque os iria enfraquecer junto da opinião pública e produzir resistência nas suas futuras reivindicações.
O problema dos lares era enorme em abril. 6 meses depois continua a ser um problema, com lares a registarem 40, 50, 60 infetados. Medidas a sério para este problema… zero.
Enfim… estou cansado disto. Já fui um cumpridor exagerado e quase hipocondríaco e agora sou cada vez mais céptico. E o pior é que não sei se estou bem agora, ou se era antes que estava bem.
Não se preocupe a vacina chinesa patrocinada pelas lojas dos 300 está aí ao virar da esquina.
Olha olha, como é que a economia pode colapsar se vamos ter um TGV novinho em folha (e outros elefantes brancos de engenharia para os amigos onde vão estoirar o dinheiro todo dos nórdicos outra vez)
Elefante Branco só há um que devemos e temos a obrigação moral de frequentar para que possa sobreviver neste período pandémico.
ahah pois é — mas como é que é a expressão?? agora não me ocorre.
Ohhh isto é delirante 😂 Então a aplicação agora rastreia médicos?! Muito bom, saber sempre onde há médico disponível… A Ordem M. não tem objeções, mas não reconhece eficácia científica a este sistema, que convenhamos, só funcionará bem se a instalação atingir uns 90% ( incluindo estrangeiros que nos visitem, digo eu…)
Ainda bem que achas delirante. O número que o médico dá não tem nada a ver com ele, o médico dá uma raspadinha ao doente, o doente raspa e o número que aparecer é o número que ele mete na aplicação.
A ordem dos médicos só tem anjinhos e a aplicação é completamente transparente.
RASTREANDO O GOVERNO
Os velhos marretas de décadas, que abrem os noticiários de uma forma estridentemente abusiva, invadem sem dedecoro e sem cessar a nossa privacidade, com Marcelo e outros que tais à cabeça.
Sobrevoam impunemente a matança que alimentam, mas terão o mesmo destino da vaca voadora de Costa, acabando por aterrar em marcha fúnebre no pântano de que são criadores furtivos, onde serão depositados em fossa comum.
Você critica sempre Marcelo e Costa, mas nunca critica Rio. Que tem feito todos os fretes ao Governo.
Faz-me confusão essa condescendência face a um “líder da oposição” que atingiu o princípio de Peter vai fazer três anos, quando ascendeu à presidência do PSD.
Peço desculpa mas está enganado. Já critiquei Rio, embora não seja ele o principal alvo da minha mira por razões facilmente compreensíveis. Irei à procura de quando e a que propósito tal aconteceu, e se achar prometo mostrar-lhe.
Fiquei curioso. Se puder, agradeço-lhe esse esclarecimento.
Cá está, e foi aqui no nosso Delito a propósito do seu postal -Fretes a Costa-::
NO LIMITE DO ABSURDO
“Os debates parlamentares não devem ser utilizados para gritarias inúteis, que apenas servem para os seus protagonistas figurarem nas aberturas das noticias e se destacarem nas capas dos jornais”
Mais ou menos por estas palavras ouvi isto de Rio e pasmei.
Aviso desde já o líder do maior partido da oposição que eu quero ouvir o mais possível a falta de qualidade dos supostos deputados da Nação, que ao fim e ao cabo não passam de figurantes em claques adestradas que só erguem a voz para engraxar os sapatos do dono, ou maltrapilhar os opositores abancados mesmo ao lado.
O Dr. RR apenas demonstrou que pretende esconder as poucas vergonhas que nos representam, ameaçando os meninos dos coros que para não levarem orelhas de burro atribuidas pelos cidadãos que lhes pagam, levam o castigo infantil de não ir para o recreio brincar às escondidas com palhaçadas.
Se me permite, está a ser muito benevolente para Rui Rio, que tem funcionado sempre como uma espécie de apêndice de Costa – e, com isso, vai conduzindo o PSD à irrelevância total.
Hoje o PSD é uma espécie de equipa do PS.
Mas respeito a sua opinião, como é óbvio, e agradeço-lhe o esclarecimento que aqui me trouxe.
O Rio já tem a água quer, ou seja lugares nas Regiões, por isso nada de cheias ou regas desnecessárias.
Tem água ou mete água?
Inclino-me para a segunda hipótese.
Os 15M a funcionar.
O SOL não “chorou, não mamou”
Está de chuva para o “Sol”…
Leopedro, agora temos leobruxo? Como é que soube haver uma coligação, para agora estar defunta ?
Não acha que quem pagou aquelas primeiras páginas foram os tipos dos smartphones? Mas, o bruxedo/adivinhação não está de todo mal feito, pode ser que aparece um subsídio para pagar a multa que dará direito a um smartphone.
Eu não “acho”.
Se achasse, era detective.
O problema esteve na comunicação.
A mensagem não passou. Daí a necessidade de apelar aos jornais. Para passar a mensagem correcta. Comunicar devidamente. Mensagem comunicação, comunicação mensagem.
Não tenham medo, não haverá fiscalização da medida que se quer obrigatória, mas cuja mensagem deu a entender que seria obrigatória e fiscalizada. A mensagem é tudo.
Confuso?
É a quadratura do círculo.
Ou a circulatura do quadrado, como diria o doutor Pacheco Pereira, que continua a criticar desassombradamente o “Governo Passos/Portas”.
Ainda ninguém o avisou que já não estamos em 2015.
Quem não está nada satisfeito com esta campanha “Cuidar de si é cuidar de todos”, por conta dos 15 milhões, é o meu amigo José Rapotacho.
Ele recebeu 1,5 milhões de euros por ajuste directo do compadrio, com a promessa acrescida da expropriação dos terrenos do vizinho, que ele pretende adquirir, e vê agora a sua campanha “É a distância que nos une” ser relegada para o fundo da gaveta.
Queixa-se ele, e com razão, que por mais uns trocos era capaz de produzir campanha idêntica. E até outras como: ” COVID não, a app é a salvação” e “Com app à vista não há vírus que resista”.
Confessa-me também ver as suas prometidas comissões no negócio das vacinas estarem a diminuir de valor a cada dia que passa, muito por culpa da literatura científica que vai sendo produzida e que agora até merece destaque no Bulletin of the World Health Organization, como o recente artigo “Infection fatality rate of COVID-19 inferred from seroprevalence data”.
Manifesta-me a sua desilusão e a sua perplexicidade perante aquilo que se escreve nesse artigo:
«Across 51 locations, the median COVID-19 infection fatality rate was 0.27% (corrected 0.23%): the rate was 0.09% in locations with COVID-19 population mortality rates less than the global average (<118 deaths/million), 0.20% in locations with 118–500 COVID-19 deaths/million people and 0.57% in locations with >500 COVID-19 deaths/million people. In people <70 years, infection fatality rates ranged from 0.00% to 0.31% with crude and corrected medians of 0.05%.»
(…)
«If one could sample equally from all locations globally, the median infection fatality rate might be even substantially lower than the 0.23% observed in my analysis. COVID-19 has a very steep age gradient for risk of death [80]. Moreover, many, and in some cases most, deaths in European countries that have had large numbers of cases and deaths [81] and in the USA [82] occurred in nursing homes. Locations with many nursing home deaths may have high estimates of the infection fatality rate, but the infection fatality rate would still be low among nonelderly, non-debilitated people.»
Indignado, questiona-se como é que alguém em seu perfeito juízo pode afirmar que a taxa de mortalidade de infectados é de 0,23%, podendo ainda ser menor, e a de pessoas com menos de 70 anos é de 0.05%, o que atira as perspectivas de negócio pela pia abaixo.
Como consolação, destaca a omissão e o silêncio que este e outros factos científicos têm merecido da indústria noticiosa, naquilo que qualifica de excelente trabalho de desinformação.
Uma aplicação dessas era uma bela ideia para detectar adeptos de claques.
Esses estão mais que detectados.
Detectam-se logo pelo cheiro.