0 comentários em “Contributo do PCP para o programa de governo de António Costa.”
Significa isto que eles respeitam as regras da democracia. Se passar passou e se não passar não passou. E vão ao encontro das expectativas e apreensões que o Luís nos dava conta por aqui há dois ou três anos. De memória, creio que estava de acordo com a perspectiva de João Ferreira do Amaral; e eu contra.
Acontece que agora a situação não é assim tão má em matéria de custos energéticos. Mas continuo a defender a manutenção do euro e uma reestruturação significativa das dívidas. Não se poderá continuar a fingir a teoria do sucesso por mais tempo. Seria fraudulenta e perigosa manter esta falsa teoria. As exportações não arrancaram assim tanto, com excepção para o turismo que conta como exportação. O défice da balança externa diminui pela redução das importações, pelo aumento do valor (preço dos produtos) das exportações e diminuição do valor (custo) do petróleo. E o peso das exportações face ao PIB também deve ser indexado aos vectores anteriores. Digam o que disserem os empresários. Estamos todos, globalmente, no fio da navalha. Haja prudência porque os povos estão sobressaltados, enfurecidos e já não acreditam que a dita economia deva comandar suas vidas. Todas as teorias falharam.
Neste caso específico, o PCP tem toda a razão. Em casos como os da Grécia (p.ex.), em que um Estado MANIFESTAMENTE é incapaz de se manter dentro da moeda única e que a sua saída é a melhor opção (defendida, aliás, por Schäuble), a UE deve financiar essa saída, para evitar uma degradação descontrolada da nova moeda.
Isto não é um “incentivo” para sair do Euro. É antes permitir essa saída, caso tal seja necessária.
Há muita gente na Alemanha que estará de acordo com o PCP, em que mais vale deixar sair do euro alguns países, ajudando-os naturalmente na fase de transição.
Muitos dos partidários do euro concordam com o PCP, em que seria desejável que alguns países saíssem da moeda única.
Cavaco passou o tempo a dizer (ou pelo menos a insinuar fortemente) que não daria posse a um governo com apoio minoritário na Assembleia. Agora apresentam-se Passos e Costa. Vai indigitar o minoritário ou o maioritário?
Significa isto que eles respeitam as regras da democracia. Se passar passou e se não passar não passou. E vão ao encontro das expectativas e apreensões que o Luís nos dava conta por aqui há dois ou três anos. De memória, creio que estava de acordo com a perspectiva de João Ferreira do Amaral; e eu contra.
Acontece que agora a situação não é assim tão má em matéria de custos energéticos. Mas continuo a defender a manutenção do euro e uma reestruturação significativa das dívidas.
Não se poderá continuar a fingir a teoria do sucesso por mais tempo. Seria fraudulenta e perigosa manter esta falsa teoria.
As exportações não arrancaram assim tanto, com excepção para o turismo que conta como exportação. O défice da balança externa diminui pela redução das importações, pelo aumento do valor (preço dos produtos) das exportações e diminuição do valor (custo) do petróleo. E o peso das exportações face ao PIB também deve ser indexado aos vectores anteriores. Digam o que disserem os empresários.
Estamos todos, globalmente, no fio da navalha. Haja prudência porque os povos estão sobressaltados, enfurecidos e já não acreditam que a dita economia deva comandar suas vidas. Todas as teorias falharam.
Neste caso específico, o PCP tem toda a razão. Em casos como os da Grécia (p.ex.), em que um Estado MANIFESTAMENTE é incapaz de se manter dentro da moeda única e que a sua saída é a melhor opção (defendida, aliás, por Schäuble), a UE deve financiar essa saída, para evitar uma degradação descontrolada da nova moeda.
Isto não é um “incentivo” para sair do Euro. É antes permitir essa saída, caso tal seja necessária.
Há muita gente na Alemanha que estará de acordo com o PCP, em que mais vale deixar sair do euro alguns países, ajudando-os naturalmente na fase de transição.
Muitos dos partidários do euro concordam com o PCP, em que seria desejável que alguns países saíssem da moeda única.
Cavaco passou o tempo a dizer (ou pelo menos a insinuar fortemente) que não daria posse a um governo com apoio minoritário na Assembleia. Agora apresentam-se Passos e Costa. Vai indigitar o minoritário ou o maioritário?
e Portugal deve apoiar a ideia!!! depois dos nossos economistas europeistas terem reconhecido que a entrada de Portugal foi um erro…persistir no erro…
É trágico o que se lê por aqui nos comentários. A UE – os contribuintes dos outros países – é que têm de pagar as “experiências” dos camaradas.
Orwell está sempre presente nestas racionalizações em curso.
A culpa da pobreza em Cuba é também por causa dos EUA não querem fazer negócio não é?
A Esquerda é incapaz de viver sem o Capitalismo.