O Chevrolet Bel Air de 1957 que está no topo é um carro normal que tem pouco de normal: enorme, luxuoso e gastador, como todos os carros norte-americanos do tempo do Elvis (e não só).
Já o carro idêntico que se segue não é normal e tem tudo para ser normal: só um europeu é que o acharia anormal. Contrastes do sonho americano que tantas vezes é um pesadelo para o mundo.



O primeiro que vi em Portugal, foi por volta de 58 por acaso era verde e tinha uma pala, no vidro. Lindo! Lindo! Só não é lindo três vezes, porque eu não sou sportinguista! Claro que o dono dele na altura era uma pessoa muito bem economicamente
Presumo que se refere àquelas palas exteriores contra o sol que se colocavam no topo a toda a largura do parabrisas, certo?
Certíssimo ! E que por acaso não tornava o carro feio.
Era um ‘adereço’ muito próprio da época. Mesmo na Europa teve o seu período.
Sempre gostei muito dos Lincoln…
Sempre gostei de carros grandes. Entre eles, os Lincoln, claro está.
Nada chega ao Ford Mustang. Uma vez vi um numa sucata e quis comprá-lo, para o recuperar, mas o sucateiro queria-o para ele 😉
Sucateiro esperto, hem? Seria o Godinho? Hehe…