THE END
Casaram e foram muito felizes.
Ele, a babar-se com as empregadinhas do shopping.
Ela, a fazer plásticas até parecer-se com uma empregadinha do shopping.
THE END
Casaram e foram muito felizes.
Ele, a babar-se com as empregadinhas do shopping.
Ela, a fazer plásticas até parecer-se com uma empregadinha do shopping.
Um final feliz portanto:)
Claro, Nelson. Tudo está bem quando acaba bem, não é? 🙂
Alguns meses depois….
A empregadinha era negra…
Saiu meia-de-leite!|
… Melhor dizendo:
Um garoto!
Não me parece, am. Este é o tipo de galã que não passa de uns apalpões inofensivos, ou mesmo só de sonhar com eles.
Fiquei confundido. Galã ou galão?
Galarote, talvez, aspirante a galifão.
Ora aqui está uma ultra-short short novel.
Há que ter muito cuidado, Zé… qualquer palavrinha a mais pode desequilibrar este casal perfeito. 🙂
boa micronovela.
🙂 Thanks.
“Empregadinha de café” ..? è um conto breve…mas de muito mau gosto…!
Caro freguês…IO
…” mas de muito mau gosto”.
Pudera… esqueceu-se de adoçar o café!
Confesse.. IO… nunca lhe apeteceu apalpar a bundinha da empregada (o)? ( conforme o seu sexo )
Tenho uma dúvida, Io: a sua brigada é a do politicamente correcto ou a dos costumes?
É mesmo do socialmente correcto…se não percebe, não merece a pena explicar.
Estranho raciocínio o seu. Quando alguém não percebe é que vale a pena explicar, acho eu. Mas talvez seja um desperdício perder tempo com alguém tão socialmente incorrecto como eu, não é? Paciência.
Muito bom, Ana 🙂
🙂 Obrigada, Cristina.
É pelo menos um casal com futuro!
Sem dúvida, Zé Maria. Um casamento assim dura uma vida inteira. 🙂
Uma ínfima intimidade…
Ou uma íntima insignificância…
Mas, qual é o mal de apalpar o rabo à empregadinha de café ?
Desde que haja acordo entre as partes…
Escandalizam-se por qualquer coisinha…Baaahhh !
Ó Pois Pois quando há acordo entre as partes estas não se ficam pelo apalpãozinho. Ou ficam? Hum! Hum!
Nem mais, Helena! 🙂
A Helena, deve ser do tipo de pessoa que, quando compra um livro vai direitinha à ultima página .
Caro Pois Pois
Se for um livro curto, de duas linhas, como este da Ana, decerto que sim!
Vivemos na era do politicamente correcto, Pois. É uma ditadura como outra qualquer, abençoada pela maioria.
Uma visão degradante do casamento! Para ter este desfecho é melhor não haver um “Era uma vez”…
Uma correcção, IMMC: “deste” tipo de casamento. Não generalizo nada, muito menos relações humanas. Se não conhece nenhum casamento assim, ou é muito novo(a) ou muito ingénuo(a).
Ou muito seguro.
Ou muito distraído.
Sou seguramente um pouco de tudo isso… dependendo dos dias e dos termos de comparação, mas o que pode ter a certeza é que o descreveu não é um casamento é um mero contrato entre duas criaturas que não se respeitam nem respeitam o outro … contrato esse que pode e deve ser resolvido a todo o tempo!
Tem razão, mas… e se eles não quiserem resolvê-lo? Pois é, há gente para tudo, IMMC.
Epilogo…rapido
A Café faliu…
Divorsiaram-se.
Ele casou-se com a AMMC
Ela com Io…
Todos vivem felizes…. Algures numa ilha do Pacifico!
“Thats All Folks”
Bem visto, am! Vou passar a entregar-lhe os meus happy endings. 🙂
Ana, isto é a contenção aliada à perfeição. Ambas tuas, claro.
Que exagero, amiga! E tem cuidado, olha que és também condenada pela malta do socialmente correcto… 🙂