Contos ínfimos (8)


Ana Vidal,

THE END

 

Casaram e foram muito felizes.
Ele, a babar-se com as empregadinhas do shopping.
Ela, a fazer plásticas até parecer-se com uma empregadinha do shopping.

38 comentários em “Contos ínfimos (8)”

    1. Caro freguês…IO

      …” mas de muito mau gosto”.

      Pudera… esqueceu-se de adoçar o café!

      Confesse.. IO… nunca lhe apeteceu apalpar a bundinha da empregada (o)? ( conforme o seu sexo )

        1. Estranho raciocínio o seu. Quando alguém não percebe é que vale a pena explicar, acho eu. Mas talvez seja um desperdício perder tempo com alguém tão socialmente incorrecto como eu, não é? Paciência.

  1. Mas, qual é o mal de apalpar o rabo à empregadinha de café ?
    Desde que haja acordo entre as partes…
    Escandalizam-se por qualquer coisinha…Baaahhh !

    1. Ó Pois Pois quando há acordo entre as partes estas não se ficam pelo apalpãozinho. Ou ficam? Hum! Hum!

    1. Uma correcção, IMMC: “deste” tipo de casamento. Não generalizo nada, muito menos relações humanas. Se não conhece nenhum casamento assim, ou é muito novo(a) ou muito ingénuo(a).

          1. Sou seguramente um pouco de tudo isso… dependendo dos dias e dos termos de comparação, mas o que pode ter a certeza é que o descreveu não é um casamento é um mero contrato entre duas criaturas que não se respeitam nem respeitam o outro … contrato esse que pode e deve ser resolvido a todo o tempo!

  2. Epilogo…rapido

    A Café faliu…
    Divorsiaram-se.
    Ele casou-se com a AMMC
    Ela com Io…

    Todos vivem felizes…. Algures numa ilha do Pacifico!

    “Thats All Folks”

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