LIÇÃO DE GRAMÁTICA
Zap, zap, a mão estalou na cara do rapaz.
– Então? Qual é o antónimo de paz?
E o rapaz, numa súbita inspiração:
– É… é zap!
LIÇÃO DE GRAMÁTICA
Zap, zap, a mão estalou na cara do rapaz.
– Então? Qual é o antónimo de paz?
E o rapaz, numa súbita inspiração:
– É… é zap!
…estes putos d’agora andam a dormir.
Será qu’esse artolas inda não ouvir falar de tauismo?!
Tau! Na mouche, Bartolomeu.
Ó Ana, este conto fez-me lembrar a minha professora primária Maria Delfina (de horrível memória, valha a verdade!!!).
Só porque dávamos erros no ditado brindava-nos com um “ramalhete” de reguadas.
E não havia paz nem zap que nos safasse!
Também tive uma assim. Chamava-se Nadir, e como se isso não bastasse o feitio ainda era pior do que o nome…
Eh-eh. Mas ainda arranjas problemas com a brigada do politicamente correcto. Que métodos pedagógicos são estes?
Ora, não vês como resultam? 🙂
Eu adoro estes contos ínfimos.
És uma querida.
Gosto muito desta modalidade literária, o microconto.
Acabo de escrever um, com tonalidades políticas. Deixo-o aqui, em rigorosa estreia mundial:
…………………………..
«Olha, lá vai ele. Tinhas razão: está irreconhecível.»
«Podes crer. Nunca mais foi o mesmo desde que perdeu, no mesmo dia, a cedilha e o til.»
«Pobre Louçã…»
Looool. O Louca irreconhecível e desfalcado? Livra, deve ser pior ainda do que aquele que já conhecemos…