EGOS
Em tempos, temera os egos desmesurados. Mais tarde, desprezara-os militantemente. Estava agora no ponto de achá-los dignos de pena, e na esperança de chegar um dia a conseguir ignorá-los.
EGOS
Em tempos, temera os egos desmesurados. Mais tarde, desprezara-os militantemente. Estava agora no ponto de achá-los dignos de pena, e na esperança de chegar um dia a conseguir ignorá-los.
É mesmo!

São esses EGOS vaidosos que proliferam por aí que dão cabo das melhores intenções humanísticas.
Coisa que, aliás, sempre condenei veementemente pois sou um defensor acérrimo das boas relações entre todos.
Nada é tão congratulante à vida como a perfeita harmonia entre os homens predispostos e mulheres de boa vontade. Não acha?
Mas não! Vêm logo esses EGOS rutilantes de estupidez deitarem por terra as grandes ideologias.
É por essas e por outras que por vezes me quedo como um desses filósofos bêbedo, magro esquelético, doente e desiludido meditando nas tristes vicissitudes da existência
Cordiais saudações.
A harmonia entre “homens predispostos e mulheres de boa vontade” é “congratulante à vida”? E o contrário, pássaro viajeiro? Porque será que detecto aí uma vaga, vaguíssima, ponta de machismo voador?
Ou isso. Invertamos a ordem que assim as congratulações mantém-se sem riscos de hipotéticas suspeitas duvidosas sobre tendências machistas de alguém.
Eles de boa vontade e elas predispostas, ou o inverso, não me parece fazer diferença apreciável, e também não é por aí que o gato lá vai, seguramente.
Quer num quer noutro caso, boa harmonia perspectiva-se.
A menos que, Vade-retro Satanás! Apareçam por lá umas almas penadas de Ego altamente imensurável que naufraguem num ápice as melhores expectativas.
Mas não, talvez; normalmente essas omnisciências com pernas, dificilmente ou quase nunca, condescendem a benesse de suas presenças em círculos onde o riso e simpatia imperam.
Foi um prazer…
🙂
Nem temer, nem desprezar, nem ignorar.
Sou das que convivem com os egos desmesurados e, pela força das circunstâncias que a cada momento ocorrem, confronto-os com o caricato, a imbecilidade, a estupidez, a gratuitidade, a asneira, a soberba, a incongruência, a cupidez, a imodéstia, etc…
Ele há quem saiba crescer e, ele há quem cuide de continuar inchado.
Não que perca muito tempo com esta rectórica prática mas, sendo espontânea esta minha atitude, relativiza as coisas e põe-nas no seu devido lugar.
Estaremos condenadas a discutir egos, dressed? 😉
ai … por momentos até me assustei …
‘tadinho do meu Weezinho
eh eh eh
Ora, o ego do teu Walter está saudável e recomenda-se. Mas não lhe dês mimos a mais…
Beijinhos 🙂