Het is zeer waarschijnlijk, sampy. Como se comprova pelo amontoado de letras desnecessárias, a Holanda é um país que taxa muito pouco as suas palavras.
(Para não ter que recorrer a um tradutor, a primeira frase – segundo o Google e o Bing, que fiz questão de confirmar – quer dizer “É muito provável, sampy”.)
Que farei eu que digo Egipto e que, sem ouvido para Português, mas hiper fluência em línguas que lêem todas as consoantes, não sei quais as mudas e as sonoras? Está bonito isto!
Blond, na dúvida, e para não haver discriminações a deficientes, trate-as todas por igual. As mudas têm tanto direito à vida como as que falam, ora essa. 🙂
Siga a recomendação da Ana, Blonde. Ou – até me sinto mal mas a minha costela de bom samaritano obriga-me a fazê-lo – imprima e decore isto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_das_altera%C3%A7%C3%B5es_previstas_pelo_acordo_ortogr%C3%A1fico_de_1990
De facto. Suponho que está a referir-se aos dígrafos ff, ll, nn, Javali? (Já me fez aprender mais qualquer coisa, que da língua galesa o meu conhecimento era… bom, arredondemos para zero.)
Sim, e não só. Muitas consoantes grafadas são mudas e há dígrafos que correspondem a vocalizações para as quais existem outras letras. Se bem me lembro, “ll” corresponde a “c” ou coisa do género.
Eh, sem dúvida que o Casteleiro tinha muito a fazer lá. Com a vantagem de provavelmente acabar linchado como entretenimento durante o intervalo de um jogo do torneio das seis nações.
Exacto.
Óptimo.
Constou-me que as consoantes mudas têm conseguido um tratamento mais justo na Holanda…
Het is zeer waarschijnlijk, sampy. Como se comprova pelo amontoado de letras desnecessárias, a Holanda é um país que taxa muito pouco as suas palavras.
(Para não ter que recorrer a um tradutor, a primeira frase – segundo o Google e o Bing, que fiz questão de confirmar – quer dizer “É muito provável, sampy”.)
Que farei eu que digo Egipto e que, sem ouvido para Português, mas hiper fluência em línguas que lêem todas as consoantes, não sei quais as mudas e as sonoras? Está bonito isto!
Blond, na dúvida, e para não haver discriminações a deficientes, trate-as todas por igual. As mudas têm tanto direito à vida como as que falam, ora essa. 🙂
Siga a recomendação da Ana, Blonde. Ou – até me sinto mal mas a minha costela de bom samaritano obriga-me a fazê-lo – imprima e decore isto: altera%C3%A7%C3%B5es_previstas_pelo_acor do_ortogr%C3%A1fico_de_1990
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_das_
Brilhante post.
Obrigado, José. Começo a desconfiar de que, quanto menos escrevo, melhor me saem. Ainda hei-de atingir o apogeu com um post em branco.
Sempre ao lado dos oprimidos!
Sempre!
Assinado: Luís M. Jorge
Muita sorte têm os Galeses não terem um Casteleiro.
De facto. Suponho que está a referir-se aos dígrafos ff, ll, nn, Javali? (Já me fez aprender mais qualquer coisa, que da língua galesa o meu conhecimento era… bom, arredondemos para zero.)
Sim, e não só. Muitas consoantes grafadas são mudas e há dígrafos que correspondem a vocalizações para as quais existem outras letras. Se bem me lembro, “ll” corresponde a “c” ou coisa do género.
Eh, sem dúvida que o Casteleiro tinha muito a fazer lá. Com a vantagem de provavelmente acabar linchado como entretenimento durante o intervalo de um jogo do torneio das seis nações.
Ah, era um final digno.
O kasteleiro é uMa kaka. U Makaka kasteleiro.
Cumpts.