Custou-me, a derrota. Do Federer.
De resto, foi toda a gente cordata (excepto aquela jornalista que questionou Sócrates sobre os processos judiciais; o respeito esvai-se tão depressa, caramba), Louçã engasgou-se apenas uma vez (nada mau, atenção, para quem teve aqueles resultados), Jerónimo lá conseguiu arranjar maneira de poder reclamar um bom resultado (começo a pensar que não é por acaso que os circos dos países comunistas têm sempre excelentes contorcionistas) e se Passos Coelho pensar bem no assunto talvez conclua que não é pior depender dos deputados do CDS para garantir a maioria absoluta do que seria depender dos deputados do PSD eleitos pela Madeira.

Também a mim me custou horrores. A derrota do Federer. Não é desta que ele ganha naquele malfadado court Philippe Chatrier contra o Nadal!
A outra derrota made up for this one 😀
Uma apreciadora de Thomas More e de Roger Federer?… Uau.
Deve haver certamente um padrão 😉