


Vivemos tempos auspiciosos para os alarmistas das mais diversas tendências. O alarmismo hipocondríaco, o alarmismo populista, o alarmismo securitário, o alarmismo-porque sim. Uma nova estirpe do coronavírus irrompeu agora a partir do extremo sul do continente africano – e foi quanto bastou para soarem campainhas de alarme e haver alterações de todo o género no alinhamento dos telediários. A SIC chegou a abrir o Jornal da Noite com a assombrosa notícia de que tinha sido detectado «um caso da ómicron na Europa». Eis como uma andorinha é mesmo capaz de fazer a Primavera – em pleno Outono.
Esta nova vaga pandémica, no meio de mil inconvenientes, tem uma vantagem: obriga-nos a conhecer letras gregas num momento em que tanto o idioma helénico como o latim, bases da língua que falamos e escrevemos, estão banidos dos nossos currículos oficiais. Tal como em 2011, quando Portugal ficou sob intervenção financeira externa, fizemos aprendizagem intensiva dos rudimentos das teorias económicas e em 2020 nos tornámos quase-especialistas em virologia e epidemiologia, há agora, dia após dia, milhares de pessoas a fixarem que ómicron é a 15.ª letra do alfabeto grego. Em manifesto benefício da cultura geral.
Com esta variante recém-surgida, quase não se tem falado noutra coisa. Nisto, pelo menos, a SIC supera a concorrência: no domingo destacava que haviam sido detectados «dois casos em passageiros» por via aérea na Austrália. Que não é apenas um país, mas um continente. Será motivo para mandar parar as máquinas e cessar tudo quanto a musa antiga canta, com os telespectadores presos ao sofá? Parece que sim. Faz subir audiências, dizem. E canal televisivo sem audiências é como jardim sem flores.
Por falar em audiências: nada como a bola para puxar por elas. Que o diga a CMTV: ia o serão de domingo já muito adiantado, com o triunfador da eleição interna do PSD a subir enfim ao púlpito para proclamar o que lhe ia na alma, quando este canal cala o bico a Rui Rio. Algum sismo, algum fogo, alguma inundação algures? Não: para dar tempo de antena ao sujeito que lidera uma agremiação intitulada B-SAD, inscrita no campeonato nacional de futebol. Ainda mantiveram por instantes o ecrã dividido, mas o tal sujeito impôs-se. Curiosa ironia: Rio venceu no PSD, mas perdeu na CMTV.
Dizem que o jornalismo, para ser fiel aos parâmetros clássicos, deve seguir o princípio da pirâmide invertida: dar mais relevo à base e desconsiderar a cúpula. Em Portugal, a regra assenta noutra figura geométrica: a esfera. Vários canais temáticos dedicam-se só a isto enquanto os generalistas se deixam contaminar em grau crescente pela bola a rolar à flor da relva e pelo jogador a chutar com o pé que tem mais à mão.
Contendas políticas? Debate ideológico? Futuro do país? Que monumental chatice: importa é o bate-boca do desporto-rei. Venerado por milhões de republicanos. Como se Portugal fosse uma enorme mesa de matraquilhos. Pode não ser, mas até parece.
Texto publicado no semanário Novo

Boa noite,
Uma pequena correcção: a SIC destacava “dois casos em passagereiros”. O corrector não “detetou”.
Em relação ao conteúdo do “post” sinto um enoRME cansaço. Já chega de ter furações F5 numa chávena de café.
Fiquem bem
Catarina Silva
Boa xávena de xá sem bazucas.
Dêem-lhes pão (aumentos para a FP e pensionistas) e circo (bola e pandemia)…
É uma chatice haver aumento de ordenados.
Os alemães estão todos contra o governo por ter sido aumentado o valor/hora dos ordenados.
Nunca percebi o porquê de considerarem a Austrália um continente, e então a Oceânia?
O resto é mais do mesmo. Também se andou há cerca de dois anos a fazer uma geolocalização do então novo coronavírus, e a antecipar a sua chegada, para depois se fazer a diária contagem de casos.
O caso do b sad convenhamos que é especial, em Portugal por vezes alguns jogam com 14, mas não é todos os dias que se joga 11 contra 9. É notícia.
Parece que o Ómicron só apareceu na Austrália. Não há registos de ter aparecido na Nova Zelândia ou na Tasmânia.
E tudo isto a funcionar como rede de segurança do lendário trapezista trapalhão, que tanto pode ser apresentado como a estrela da companhia Costa ou o remendeiro Astoc das alturas.
uma agremiação intitulada B-SAD
A Belenenses SAD não é uma “agremiação” – não é uma associação nem um clube. A Belenenses SAD é uma empresa. Uma empresa similar a qualquer Sociedade Anónima.
Chamar agremiação a essa fraude que não tem adeptos nem sócios nem estádio nem troféus nem sequer nome é até elogioso.
Uma empresa não precisa de ter adeptos nem estádio nem troféus. Precisa é de ter as contas equilibradas, coisa que infelizmente algumas outras empresas desportivas mal têm. Algumas têm-nas tão desequilibradas que até têm que oferecer 5,5% de juro a quem lhes empreste dinheiro.
Quanto a sócios, suponho que a Belenenses SAD os terá, dado ser uma sociedade anónima.
Belenenses SAD é marca que não existe, como a Justiça já deixou claro. Um não-clube participar numa competição entre clubes organizada pela Liga de Clubes é uma das maiores vergonhas do futebol português.
a sad tem accionistas, não sócios no sentido de associativismo.
Em Fevereiro, a Justiça determinou que a ex-B-SAD pode usar o nome, as marcas e os símbolos do clube do Restelo.
Um outro acordão de um outro processo delibera que as duas entidades já não se encontram de algum modo ligadas, permitindo ao Belenenses (o verdadeiro) subir à 1ª divisão e encontrar o Belenenses (sad).
A Primeira Liga não é uma competição entre clubes. Trata-se de uma competição entre empresas. O Sporting SAD, o F. C. Porto SAD e o Benfica SAD (e as outras SADs todas) são sociedades anónimas, isto é, são empresas; não são clubes. Clubes são o Sporting Clube de Portugal, o Sport Lisboa e Benfica e o Futebol Clube do Porto (dois deles até têm a palavra “clube” no nome); mas esses não participam na Primeira Liga.
A Belenenses SAD é uma SAD como as restantes. Com menor sucesso desportivo mas, creio, financeiramente mais saudável.
A Liga de Clubes organiza uma competição entre clubes. Belenenses é clube. B-SAD não é clube. Está impedido pelo tribunal de usar o nome Belenenses. Não tem sócios. Não tem adeptos. Não tem estádio. Não tem troféus. Não tem história. Não tem emblema. Não tem nome.
É produto contrafeito. Se houvesse uma ASAE para o futebol esta coisa já tinha sido interditada.
Felizmente vai em último lugar num campeonato onde nunca devia ter dado entrada.
Que seja remetida para o recanto mais fundo dum porão: é o que lhe desejo.
Está impedido pelo tribunal de usar o nome Belenenses.
Não, não está. Pelo menos até novo recurso passar em julgado.
Sim, está. E a melhor prova é que não usa o nome Belenenses. Fraude, mas não tanto.
https://tribunaexpresso.pt/futebol-nacio nal/2021-02-21-De-B-SAD-para-Belenenses-S AD-outra-vez-Tribunal-da-Propriedade-Int electual-da-razao-ao-clube-da-I-Liga
O erro começa logo no título. Ao chamar “clube” à aberração B-SAD. Coisa que manifestamente não é.
Erro lapidar, que invalida tudo o resto. Ler mais quê?
A empresa só existe porque queria os terrenos do estádio para negócios imobiliários, era só para lixar o clube. Foram-se os anéis, ficaram os dedos.
Quanto a sócios, suponho que a Belenenses SAD os terá, dado ser uma sociedade anónima.
Não confundir sócios com investidores. Uma sociedade anónima só precisa de meia dúzia de sócios. O que define uma SA não é o número de sócios, é valor mínimo do capital social e a obrigatoriedade de ter as contas revistas por um ROC (ao contrários dos TOC para as Limitadas).
Só o Lavoura para fazer confusões dessas, sempre em defesa do indefensável.
o idioma helénico como o latim, bases da língua que falamos e escrevemos, estão banidos dos nossos currículos oficiais
O árabe é mais base do nosso idioma do que o grego. E também não se encontra nos currículos oficiais. Nem nos outros, aliás: praticamente não se ensina árabe em Portugal.
A base é o latim, com incorporação de milhares de palavras de origem grega.
milhares de palavras de origem grega
Note-se porém que a maior parte, ou provavelmente mesmo a totalidade, dessas palavras de origem grega são, ou estrangeirismos importados indiretamente do inglês ou do francês, ou palavras eruditas construídas para o efeito por filólogos. Não são palavras do português popular. O português vernáculo, popular, não-literato, é constituído basicamente só por palavras de origem latina ou árabe. O que não é surpreendente: escassas pessoas falantes do grego terão estado em Portugal ao longo da História.
Tanto disparate em tão poucas linhas.
Se o Ministério das Finanças se lembra de taxar a asneira, você vai à falência.
Concerteza que há muito mais vocábulos de origem grega do que árabe. Os árabes deixaram-nos mais traços de carácter e, não esquecer, comportamentos como o do provérbio:
Dá todas as manhãs uma sova à tua mulher à laia de pequeno-almoço. Se não souberes porquê,… ela sabe!
há muito mais vocábulos de origem grega do que árabe
Sim? Não sei, mas duvido.
De qualquer forma, o árabe é tanto uma base do português quanto o grego.
Dá todas as manhãs uma sova à tua mulher
Eu diria que de manhã é preferível fazer amor com ela, para aproveitar o tesão da noite. (Como em devido tempo Anais Nin fez notar.) As sovas são dadas de preferência à noite, quando se chega a casa avinhado.
Noto que Francisco Almeida gosta de pôr a tónica nos maus hábitos que supostamente os árabes têm. Eu prefiro pôr a tónica no longo período de tolerância e prosperidade que consabidamente eles trouxeram à Península.
anda por aí muita gente a falar árabe
deixei de ter aulas de latim em 1945
mais tarde estudei grego, alemão e russo
adoro declinações
O árabe é mais base do nosso idioma do que o grego.
Não seja burro. Você deve ser meio nharro para andar sempre a zurzir com a herança árabe. Ou isso ou comuna, vai dar ao mesmo. O grego está presente em todas as palavras ligadas à medicina, filosofia, normalmente substantivos ligados a conhecimento e indirectamente na formação dos étimos latinos.
O árabe, tirando alguns casos de toponímia, não está presente em coisa nenhuma.
Não seja burro, ou isso ou capitalista vai dar ao mesmo.
Os árabes, quando ocuparam a Península não obrigaram ninguém a seguir a sua religião ou a falar árabe.
No português, não encontramos apenas palavras de origem árabe nos topónimos vamos encontrar em milhares de palavras 18 mil e tal, na grande maioria começadas por al, el, x ou enx e não só, também as ligadas à agricultura, leis aduaneiras, interjeições
na grande maioria começadas por al,
LOL. Essa é fácil. E as que vêm com um pano na tola também são árabes. Mas não é verdade.
E já que você também insiste em ser burro, eu explico: em primeiro lugar porque os Árabes nunca estiveram na Península. Estiveram os Sarracenos que no séc. VIII falavam uma coisa diferente do árabe — e a maioria dos topónimos foram deixados pelos Alanos (vá ver à net quem foram os Alanos porque eu não sou seu paizinho) que não eram árabes. Os prefixos al- não são exclusivos das línguas faladas no Norte de África, existem em toda a Europa central nas línguas antigas e até com bastante preponderância como aumentativo nas línguas germânicas (o all inglês é um desses exemplos que deriva do al- anglo-saxónico que dava al-walda (deus), por exemplo). Portanto quando me vêm com os als eu desato-me a rir com tanta burrice. Vocês aprendem estas merdas nas vossas madrassas e nos táxis e depois passa como verdade. Os outros exemplos que deu também são desmontáveis.
‘os árabes’ é uma maneira de dizer berberes, mouros, sarracenos, percebe.
Pois meia dúzia de alanos chegaram cá duzentos anos anos dos muçulmanos/árabes, Eles eram iranianos e falavam persa. O ‘al’ é um artigo da língua árabe clássica e “voou” como muitas outras línguas para várias paragens.
Os primeiros invasores eram guerreiros e não falavam o árabe clássico, depois com a chegada dos califas, visires, poetas e escribas é que se desenvolveu a língua árabe por cá.
Os visigodos cristãos que os sarracenos por cá encontraram falavam um romance do latim que foram misturaram com o árabe e deu o “moçárabe cultural e linguístico”.
Os visigodos de Lisboa falavam romance e praticavam o cristianismo sem nunca serem incomodados pelos ocupantes muçulmanos durante 700 anos. Só com a reconquista (?) é que desapareceu à espadeirada toda esta gente que nos deixou mais de 18 mil palavras que utilizamos actualmente.
Como sabemos os muçulmanos são muito religiosos, e a palavra de Deus aparece sempre em cada frase o ‘al’ no início de muitas palavras tem essa intenção. Por cá ainda dizemos frequentemente ‘queira Deus’, ‘se Deus quiser’ , ‘graças a Deus’ , ‘foi Deus que assim quis’ e a máxima que, até, ainda dizemos aportuguesada ‘oxalá’ e acrescentamos desnecessariamente ‘se Deus quiser’ já que oxalá (in sha’Allah) já quer dizer se Deus quiser.
E essa de aprender árabe nos táxis e madrassas é conversa de rufia Chegado de fresco.
Qualquer português com mais de 60 anos que frequentasse o secundário sabe estas coisas.
Os visigodos cristãos que os sarracenos por cá encontraram falavam um romance do latim que foram misturaram com o árabe e deu o “moçárabe cultural e linguístico”.
Não. Os moçárabes não misturaram coisa nenhuma nem se misturaram com ninguém. Moçárabe é o termo medieval para os cristãos que os sarracenos deixavam viver nos seus territórios, não havia mistura linguística nenhuma — o nome é que é utilizado para sugerir isso mas não existe um produto cultural linguístico moçárabe que seja uma mistura de visogodo/cristão com coisas árabes. Talvez os azulejos mais tarde, mas uma técnica é uma técnica não é passível de se misturar. Os motivos gráficos sim, esses são, e daí os “arabescos”. E suponho que em termos de música também houve fusões com certeza, o fado, claro, que é a ladaínha peganhenta e lamurienta que todos temos de gramar. Uivam que nem raposas no deserto. Agora propriamente linguísticas, existem poucas.
já que oxalá (in sha’Allah) já quer dizer se Deus quiser.
Fazer uma tese de origem cultural e de natureza de um povo baseada em meia-dúzia de topónimos e em duas ou três expressões religiosas (o que não é de estranhar porque estas religiões vêm todas do mesmo buraco) é mesmo ridículo. Não sei o que lhe diga. Oxalá nunca o obriguem a fazer um trabalho científico.
E não sou do Chega, eu quero lá saber do Chega para alguma coisa, homem.
‘os árabes’ é uma maneira de dizer berberes, mouros, sarracenos, percebe.
Percebo, mas como há muita gente a reivindicar coisas a que não têm direito por causa desses equívocos há que ter cuidado. Não é a mesma coisa por causa da data da fundação e da disseminação do Islão.
Os motivos (e as práticas, na altura) da disseminação do Islão, aliás, é uma coisa que as pessoas de esquerda gostam de escamotear porque foi feita à força e a esmagar povos (como fazem os comunistas) e desde o início que o Islão demonstra a sua natureza colonizadora e supremacista. Os primeiros a ser esmagados foram, precisamente, os povos do planalto iraniano e não é por acaso que os Alanos fugiram de lá.
É que ao contrário dos colonizadores europeus que exportaram uma cultura de “excedentes” e levavam conhecimento, tecnologia, ciência, saúde, educação leis, igualdade e democracia na bagagem, os seus adorados “árabes” só traziam miséria, um livro com teorias fascistas de predomínio sobre todos os povos da terra e maneiras de dar porrada nas mulheres. Tal como os comunistas, aliás.
Ninguém quer ver, mas o Islamismo e o Comunismo são fenómenos com a mesma natureza, com os mesmos fins e, também, com os mesmos resultados em todos os malogrados países que têm o azar de levar com aquilo: escravatura e miséria.
os militares nada têm a ver com
esta tropa fandanga
Tem alguma coisa contra as mesas de matraquilhos?
Nada. Excepto quando não têm bonecos equipados de verde e branco.
o vermelho é da geringonça
É conforme a região do País, mas uma das equipas é sempre pintada a SLBenfica.
Para perceber o que é esta “pandemia” o que se passa por aí nas TVs e arredores não ajuda. Boa sorte.
“…By the CDC’s own admission, in its instructions for use of PCR tests:
Detection of viral RNA may not indicate the presence of infectious virus or that 2019-nCoV is the causative agent for clinical symptoms….”.
https://www.zerohedge.com/covid-19/cased emic-hideous-scandal-irredeemably-flawed-p cr-test
Portugal não é uma enorme mesa de matraquilhos. Portugal é uma enorme tasca, com dez milhões de matraquilhos espalhados pelo chão, onde o taberneiro serve vinho a martelo aos bêbados que estão ao balcão.
Sabe o que são matraquilhos?
Sei.
Então como não está no chão, sobram 347.892 que descontado as crianças que não bebem vinho a martelo não estão e costados ao balcão e eu, onde está V. incluído?
Se você costuma fazer cálculos para entender uma piada podia aproveitar para calcular a figura que está a fazer.
Boa, mas não se aguentou com outra piada, e ficou sem piada.
Rui Rio certamente não quer ser apunhalado pelos seus pares, tal como o foram outros Primeiros Ministros que o precederam em Portugal.
Sobretudo, brevemente, com essa escolha de os seus nomeados deputados, veremos a fibra do homem que quer ser Primeiro Ministro de Portugal.
(Mesmo que isso de ser PM de Portugal já não seja o que era antes de esta adesão a esta UE).
Afinal toda a vida política em Portugal reduz-se apenas e tão somente, a esse momento: os Chefes do PS e do PSD a escolher a bancada que os irá nomear Primeiro Ministro.
O resto é inofensiva, inócua, paisagem.
Parei na sua primeira frase.
Então Rui Rio é primeiro-ministro?
Bem digo eu que vocês deliram.
Neste século XXI uma vida de aventura processa-se através destes órgãos. Enquanto isto ocorre, os aventureiros são atados e agrilhoados.
Só uma correcção: a ómicron não é uma nova estirpe do coronavírus que irrompeu agora a partir do extremo sul do continente africano. Esta estirpe foi primeiramente detectada na África do Sul. Ponto final.
A ómicron está aí para encapotar a ineficácia das vacinas covid até agora administradas.
A LIBERDADE IDENTITÁRIA… versus… O CIDADANISMO DE ROMA
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O cidadanismo de Roma é um facto incontornável na Europa.
O cidadão de Roma XX-XXI possui um discurso de ódio exactamente igual ao cidadão de Roma do passado: ódio às intenções Identitárias.
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O SEPARATISMO IDENTITÁRIO É ABSOLUTAMENTE NATURAL NA EUROPA
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–»» Por um lado, temos o EUROPEU CIDADÃO DE ROMA: este europeu projecta uma economia partindo do pressuposto da existência de outros… como fornecedores de abundância de mão-de-obra servil.
–»» Por outro lado, temos o EUROPEU IDENTITÁRIO: este europeu valoriza o Ideal de Liberdade que esteve na origem da nacionalidade: ‘ter o seu espaço, prosperar ao seu ritmo’.
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OS IDENTITÁRIOS REPUDIAM A HERANÇA DO NACIONALISTA DO SISTEMA!
O europeu cidadão-de-Roma XX-XXI, pois, pois, ele sim, é que tem interesse na herança do nacionalista do sistema… sim é isso mesmo: são da mesma laia:
– ambos projectam (uns no passado, outros no presente) uma economia partindo do pressuposto da existência de outros como fornecedoras de abundância de mão-de-obra servil (economia de índole esclavagista);
– ambos, imbuídos de tiques-dos-impérios, projectam (uns no passado, outros no presente) as mais variadas sabotagens sociológicas (houve, inclusive, povos autóctones que foram alvo de holocaustos massivos)… anti-intenções identitárias que prejudicam interesses economico-financeiros (economia de índole colonialista).
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O que há a dizer aos globalization-lovers é simples e óbvio:
– possuem imensos, imensos, territórios ao seu jeito!…
– não sejam nazis!!!
– ou seja: aceitem a existência de outros!!!
Isto é: os ‘globalization-lovers’, UE-lovers, etc, que fiquem na sua… desde que respeitem os Direitos dos outros… e vice-versa.
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SEPARATISMO-50-50
(separatismo identitário)
—» Todos Diferentes, Todos Iguais… isto é: todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta -» INCLUSIVE as de rendimento demográfico mais baixo, INCLUSIVE as economicamente menos rentáveis.
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-» blog http://separatismo–50–50.blogspot.com/
As TVs, e a SIC em especial, refastelam-se com a Omicron e o que deviam ser pequenas notas de rodapé para um show de TV com sessão dupla, às 13h e 20h, chamado de Telejornal. Como diria o Maximus Decimus Meridius, “Are you not entertained?”
Lá na Roma antiga já falavam “amaricano”?
Até a mim que gosto de futebol já causa náuseas as horas infinitas que se dedicam á bola falada e não jogada, é mesmo para anestesiar qualquer um.
A arma mais poderosa que existe é instilar medo na população / sociedade…
WW
Bem visto, WW. E a malícia que subjaz a essa propaganda do medo vem em nome do bem.
Saudações celestiais e boas festas.