Solução fácil, com resultados garantidos mesmo em condições climatéricas adversas, permite dispensar a deslocação aos locais retratados e ainda assim poder afirmar-se que «fui eu que tirei». Uma sugestão: é conveniente retirar os postais do expositor antes de os fotografar porque o arame talvez denuncie o estratagema.
Como assegurar bonitas fotografias de férias
escafandro,


e esta hem?? só no twi…beijo
Até parece que o meu caro JAA está a referir-se a algumas imagens que decoram artigos da revista ‘Tempo Livre’ do Inatel…
não pá, estava a referir-me ao beijo…
Diabos, não tenho o prazer de conhecer a publicação… mas fico cheio de curiosidade.
Muito mais barato do que ir aos lugares 🙂
Em época de crise, é de pensar no assunto. Ainda assim, é mais fácil fazer o download de umas fotos na net. Só não se pode dizer sem mentir que «fui eu que tirei».
(Achei imensa piada à senhora, a fotografar os postais perto da Torre dos Clérigos. Mas ainda bem que ela não me viu a fotografá-la a ela…)
Foi muito bem apanhada mas tenho muita inibição em fotografar pessoas, embora o faça.
Há uns anos não era difícil, Leonor. Agora está mais complicado. As pessoas estão muito desconfiadas e acham que se quer ganhar dinheiro à custa delas. De qualquer modo, neste tipo de fotos, ligeiramente embaraçosas, tento que a cara da pessoa não se veja. Nas outras, se as pessoas recusarem ser fotografadas, sorrio e passo adiante. É só um hobby e uma forma de me obrigar a interagir. Como expliquei aqui: 434.html
http://escafandro.blogs.sapo.pt/137
Também gostava de ter a fotografia como hobby, é mais uma curiosidade mas quando viajo não largo a máquina. Sinto-me um bocado intrusa quando fotografo as pessoas, gostava de ser mais ousada, jaa.