Boa escolha Pedro. Ouvi-o na Casa da Musica num excelente concerto. Parece-me um excelente tema para lhe desejar um Feliz Natal, a si e ao conjunto de todos os delituosos.
Muito bonito, obrigada, Pedro Pedro, feliz Natal, para si e todos os seus.
NATAL À BEIRA-RIO
É o braço do abeto a bater na vidraça? E o ponteiro pequeno a caminho da meta! Cala-te, vento velho! É o Natal que passa, A trazer-me da água a infância ressurrecta. Da casa onde nasci via-se perto o rio. Tão novos os meus Pais, tão novos no passado! E o Menino nascia a bordo de um navio Que ficava, no cais, à noite iluminado… Ó noite de Natal, que travo a maresia! Depois fui não sei quem que se perdeu na terra. E quanto mais na terra a terra me envolvia E quanto mais na terra fazia o norte de quem erra. Vem tu, Poesia, vem, agora conduzir-me À beira desse cais onde Jesus nascia… Serei dos que afinal, errando em terra firme, Precisam de Jesus, de Mar, ou de Poesia?
David Mourão-Ferreira , “Obra Poética” 1948-1988 Lisboa, Editorial Presença, 1988
.. same to you Mr. Correia 😉
“Good news from heaven the angels bring,
Glad tidings to the earth they sing:
To us this day a child is given,
To crown us with the joy of heaven.”
Festas Felizes, Pedro *
Agradeço e retribuo, caríssima amiga. Desejo-lhe um Natal doce e aconchegado.
Nesta quadra festiva
sob o signo familiar,
de jubilação colectiva
para o amor agraciar.
Votos de Boas Festas!
Boas Festas, Amêijoa. E que a verve não lhe falte em 2010.
Obrigada, Pedro, por este momento mágico!
Um Natal muito Feliz!
Ana
Obrigado eu, Ana. Beijinho (e boas prendas no sapatinho).
Excelente, Pedro. Feliz Natal. E um abraço.
E que não nos falte música em 2010, Mike. Por mim farei por isso.
Boa escolha Pedro. Ouvi-o na Casa da Musica num excelente concerto.
Parece-me um excelente tema para lhe desejar um Feliz Natal, a si e ao conjunto de todos os delituosos.
Agradeço e retribuo, Ariel. Esperando recebê-la muito por cá em 2010.
Muito bonito, obrigada, Pedro
Pedro, feliz Natal, para si e todos os seus.
NATAL À BEIRA-RIO
É o braço do abeto a bater na vidraça?
E o ponteiro pequeno a caminho da meta!
Cala-te, vento velho! É o Natal que passa,
A trazer-me da água a infância ressurrecta.
Da casa onde nasci via-se perto o rio.
Tão novos os meus Pais, tão novos no passado!
E o Menino nascia a bordo de um navio
Que ficava, no cais, à noite iluminado…
Ó noite de Natal, que travo a maresia!
Depois fui não sei quem que se perdeu na terra.
E quanto mais na terra a terra me envolvia
E quanto mais na terra fazia o norte de quem erra.
Vem tu, Poesia, vem, agora conduzir-me
À beira desse cais onde Jesus nascia…
Serei dos que afinal, errando em terra firme,
Precisam de Jesus, de Mar, ou de Poesia?
David Mourão-Ferreira , “Obra Poética” 1948-1988
Lisboa, Editorial Presença, 1988
Obrigado pela prenda, Maria. Gosto muito da poesia de David Mourão-Ferreira, um autor que anda infelizmente bastante esquecido.
Para si Pedro Correia e todos os “delituosos” uns dias muito bons. Que de tão bons sejam festivos.
Beijos e abraços
:)))
E a escolha musival valeu!
Ainda bem que gostou, Maria do Sol. Natal feliz.
Gostei muito Pedro.
Feliz Natal e até 2010.
Feliz Natal, Maloud.
Óptima escolha, Pedro.
Bom Natal para todos.
Eu já adivinhava que tu ias gostar, Ana.
Muito bem.
Um bom Natal para o Pedro
Abraço, Daniel. E um excelente Natal.
Fantástica! 🙂
Também acho, Sofia.
Viciei-me neste tema quando o conheci e gosto sempre de a ele voltar porque é, realmente, liiiiindo!
Sem dúvida nenhuma, Teresa. Penso o mesmo. Sinto o mesmo.
Eu amo esta trilha do Sakamoto…ela é perfeita…ao mesmo tempo fria, intensa e sensual. Como devem ser os senhores da guerra…e os desejos.
Também gosto muito, como já se deve ter percebido.