Guarda-chuvas, pen-drives, chaves e comandos de garagem ou de automóvel, cartões de todo o tipo, esferográficas e users e passwords de aplicações que uso raramente, como o Skype ou o site das finanças. A questão é: isto só me acontece a mim, ou estas coisas foram concebidas com o único objectivo de nós, os humanos, as perdermos?
Coisas que perco habitualmente
Rui Rocha,

Acho que é geral. Ainda agora perdemos todos um primeiro-ministro. Ou, como diria o Bordalo (se quisesse dar-lhe a importância merecida), o primeiro e último.
No caso do Primeiro-Ministro, foi uma troca. Primeiro, ele perdeu o país. Depois, o país perdeu-se dele.
Bom, eu perco mais canivetes suíços e óculos de sol, e às vezes a paciência, perda que no entanto me vai mantendo vivo; não me posso queixar.
Dizem que perder regularmente a paciência é uma boa forma de encontrar a dignidade, Fernando.
Deixe lá, já somos dois. E pelo que sei não somos os únicos. Há objectos que foram feitos para serem coleccionados, ter um só é um risco.
É que já não é um risco, André Miguel. É uma certeza.
Join the club, Rui. Comigo é todos os dias.