Pelas palavras do Prof. José Tribolet, uma vez mais sem papas na língua, é possível perceber que a reforma do Estado deve estar quase concluída.
Coisas que o Presidente da República nem sonha que acontecem
Sérgio de Almeida Correia,
Pelas palavras do Prof. José Tribolet, uma vez mais sem papas na língua, é possível perceber que a reforma do Estado deve estar quase concluída.
Ah, Tribolet, essa autoridade em informática sem igual seja em Portugal seja no Mundo inteiro. A informática da AT só funcionaria a preceito se ele mandasse nela.
O BE foi muito crítico da venda em hasta pública do triângulo dourado, em Alcântara, e do terreno junto ao Hospital da Luz. Porquê?
Olhamos para a política de urbanismo deste executivo e vemos que há, desde a revisão do Plano Director Municipal, uma preocupação mal orientada para a rentabilidade de quem quer investir no imobiliário. No caso do triângulo dourado e do Hospital da Luz, é um bocadinho esse paradigma: os planos de pormenor e os planos de urbanização são adaptados de forma a corresponderem às expectativas dos interessados nesses terrenos. Nós achamos que o urbanismo deve ser feito a pensar na cidade, nas pessoas. Naturalmente tem que ter em conta quem vai investir, mas não pode ser orientado para esses.
Os planos foram alterados a pensar nas manifestações de interesse que tinha havido?
Sim, a história desse Plano de Pormenor do Eixo Urbano Luz Benfica e do Plano de Urbanização de Alcântara é essa. São investidores imobiliários, em ambos os casos ligados ao sector da saúde, a Espirito Santo Saúde e o Grupo Mello, que começam por manifestar interesse num determinado lote, registam esse interesse junto da câmara, a câmara procede à revisão dos instrumentos de gestão territorial que regem a utilização desse espaço para os adaptar às ambições desses grupos, aprova-os, depois cria uma hasta pública para vender esses terrenos e em ambos os casos aparece um único comprador que compra pelo valor de um euro acima da base de licitação. Achamos que isto não é de todo transparente, que não é razoável construir-se e pensar-se a cidade em função destes interesses.
-entrevista a Ricardo Robles-
Mais Tribolet não! Já cansa. Quererá ele adicionar mais uma camada à camada de gestão que ultimamente tem preconizado? Quererá ele criar entropia nos processos de empresas e administração pública. Alguém que lhe diga que os SI servem para simplificar, não o oposto conforme ele tem feito por onde passa