
Esta semana limpei a caixa do correio: já não recolhia correspondência há duas semanas. Lá bem no fundo, encontrei estes folhetos muito coloridos – que foram de imediato arquivados no saco destinado à reciclagem. O da “moda e acessórios”, ainda percebo. Mas a papelada política, de maneira alguma. E apetece mesmo perguntar por que raio estes partidos que tanto falam em valores ambientais e consciência ecológica gastam resmas de papel na era digital.
Mal empregadas árvores, derrubadas para isto. Coisa mais inútil não há.

Eles sabem que o povo de tudo come se embrulhado em papel de brilho com fitinhas de presente enroladas.
Há partidos que proclamam que não existe planeta B, mas não deixam de colar cartazes em muros e viadutos.
ontem o FCP esforçou-se por parecer um grupo de gente civilizada.
no jogo anterior pensei que se jogava em Alcatraz
Caro Pedro,
A sua indignação é mais que justa, no entanto é omissa em termos pedagógicos.
Se toda a planfetagem fosse impressa num outro tipo de papel, ao invés de ser descartada como lixo poderia ser usada para limpar aquelas partes da anatomia após o acto que aliás se atribui às mensagens propaladas pelos referidos folhetos.
Fiz-me entender?
Cumprimentos
O Sr. Correia devia de ter na caixa de correio o autocolante de não querer publicidade. Afinal queixa-se e ao mesmo tempo pactua com tudo isto.
E tenho. Mas estes meteram a papelada mesmo assim.
Eu recebi 4. PAN, PCP, PS, e PSD. O maior de todos, era o do PAN. Eleitos no meu distrito foram PS, PSD e Chega. Acho que os panfletos distribuídos por correio, já não têm influência.
Nenhuma influência bem pelo contrário.
Maria
A produção destes folhetos é uma mera inércia, tens razão. Totalmente inúteis – é tipo aqueles calendários ou agendas que algumas empresas (ou agentes imobiliários) ainda distribuem…
Quem tiver paciência, até é uma colecção interessante.
Alguns cartazes e folhetos valem algum dinheiro por raridades interessantes.
Em tempos, chegou a haver publicidade às Eleições no verso dos bilhetes de comboio da CP.