Claro como água


imagenscomhistoria,

O artigo do Provedor do Público de hoje é muito esclarecedor. Se havia dúvidas  sobre os intuitos  da notícia das escutas em Belém, lançada pelo "Público" em Agosto, ficam completamente desfeitas. E  embora as críticas de José Sócrates tenham sido inoportunas, fica também claro que, afinal, tinha alguma razão quando se insurgia contra  JMF.

Vale também a pena ler os artigos de João Marcelino ontem no DN e de José Leite Pereira no JN de hoje (sem links).

Claro que haverá sempre quem prefira os artigos de opinião de colunistas engajados a opçõs partidárias. Pessoalmente, dou mais valor à opinião de jornalistas independentes.

10 comentários em “Claro como água”

  1. jornalistas independentes. – do post

    Curioso, em matéria de jornalismo tem gostos parecidos com o José Sócrates. Nunca ninguém lhe disse?

  2. Tenho de concordar com os comentários acima… jornalistas directores independentes… está complicado… Aliás, o Leite Pereira está sempre do lado do Governo.

    1. Meu caro João:
      Não precisavas de recorrer ao anonimato para criticar um post meu. Sabes bem que nunca levo a mal as críticas, desde que não sejam insultuosas.
      Dou razão as todos os que me criticaram, porque o post que escrevi induziu em erro. Quando falo de jornalistas independentes queria referir-me a Joaquim Vieira e aos Provedores em geral e não a João Marcelino e Leite Pereira.
      Isso não significa que não considere o Zé- um amigo de há 40 anos- independente. Tal como eu, já elogiou Cavaco algumas vezes, criticou o PS, quando pensou que o devia fazer e fez elogios e críticas a ambos, quando considerou oportuno.
      Fico um pouco melindrado por me chamares faccioso, mas paciência. É a tua opinião e respeito-a. Mas fico triste por teres usado o anonimato para me acusares.
      Via-te como uma pessoa frontal e hoje fiquei decepcionado.
      Abraço

        1. Sim, João! O anónimo não és tu, claro, mas sim outro João. Que ambos conhecemos de Macau e de quem não esperava esta atitude, porque o pensava uma pessoa frontal.
          Infelizmente, depois de alguns comentários anónimos mais ou menos insultuosos, tive de me dedicar à pesca das fontes que estão por detrás desses anonimatos. Com alguns, não me desiludi, porque são de pessoas que me ahbituei há muito a desprezar (embora algumas nem as conheça pessoalmente. Basta-me ler o que escrevem nos seus blogs…) Desta anónima, que é um anónimo, é que não esperava, mas estamos sempre a aprender… Foi por ter ficado surpreendido que lhe dei a perceber que o tinha detectado.
          Desculpa se induzi alguém em erro, levando a pensar que eras tu, mas não acredito que nenhum dos nossos colegas de Delito, nem nenhum leitor habitual, tenha pensado que recorrerias ao anonimato para fazer uma acusação. Ainda por cima, injusta, como reconhecerás. Posso ser um perigoso esquerdista, mas faccioso não sou. Peço desculpa, mas não o quis identificar aqui.
          Abraço

          1. Caro Carlos

            Lamento que tenhas feito de imediato um juízo de valor tão radical e raiar o ofensivo sobre mim. Achas-me pessoa para me dirigir a ti como anónimo? Tudo bem.
            Dou a cara todos os dias e prante seja quem for. Por isso tenho um blogue. A louvar e a criticar. Cliquei mal por pressa ou por outra razão e saiu essa porcaria de anónimo. Queria mesmo chamar-te faccioso quando se defendem jornalistas vendidos ao poder como parecia que tinhas feito. Ponto final.

          2. Caro João:
            Por não achar é que te respondi.
            Como te disse, conheço o Zé Leite Pereira há 40 anos e refuto as acusações que lhe fazes.
            Compreendo a tua pressa e o erro, mas para me acusares de faccioso, não precisavas tratar-me por Você… podias tê-lo feito à mesma, tratando-me por tu, como sempre.
            Abraço

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *