2 comentários em “Cinquenta bordoadas na língua de Camões (41)”

  1. Cá p’ra mim isto não se trata de erro nenhum, mas de um neologismo. Deve ser um termo que se refere a algo que está compreendido na justiça cível, penso eu. Temos de ter mais ‘compreenção’ com estes arautos diários da novilíngua, Leonor…

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