15 comentários em “Cinquenta bordoadas na língua de Camões (38)”
Eu esplico: trata-se de um um novo tipo de andróide que pulula por aí, a modos comáçim um zomvee…zuu…zeee… zoooiiim… gouummm.
Mais coisa, menos coisa. Se não for dezzzzzzzzzzissto. Prontes.
Mas deixa lá Leonor. Logo pela madrugada ouvi nas notícias que um avião tinha “descolado” num sei agora de aonde ou para onde, mas isso agora também não interessa nada. Que a aviação “angolana” andava pelas ruas da amargura com as peças a cair e outras presas com arames já não era novidade. Agora coladas, caramba, é obra!!!
“Eu queria o tempo e o “suscego” suficientes Para não pensar em coisa nenhuma, Para nem me sentir viver Para só saber de mim nos olhos dos outros “refletido”…
Eu esplico: trata-se de um um novo tipo de andróide que pulula por aí, a modos comáçim um zomvee…zuu…zeee… zoooiiim… gouummm.
Mais coisa, menos coisa. Se não for dezzzzzzzzzzissto. Prontes.
Mas deixa lá Leonor. Logo pela madrugada ouvi nas notícias que um avião tinha “descolado” num sei agora de aonde ou para onde, mas isso agora também não interessa nada. Que a aviação “angolana” andava pelas ruas da amargura com as peças a cair e outras presas com arames já não era novidade. Agora coladas, caramba, é obra!!!
Espreite aqui em relação à ‘descolagem’:http://www.ciberduvidas.co m/resposta.php?id=12783
Uma coisa eu sei, não temos tido ‘susego’ nenhum 🙂
As coisas cagente aprende, cum escafandro!…
Já dei por mim a consultar dicionários porque alguma coisa não me “soava” nada bem. E tem tendência a piorar.
É o que faço constantemente, se bem que com a net, agora é mais net e menos dicionários 🙂
“explico”, quero dizer. Eu bem digo… qualquer dia…
Quando andei a fazer esta recolha vi tantos erros que já estava a ficar confusa. Tive de parar 🙂 Não se preocupe
A culpa é do Camões: fostes tu linda ines postem sosego…
Ahahahahahahaha
Lindo!
E sugado! Sugadinho…
Sugadíssimos 🙂
Ah, esta sim, é um autêntico «sucegu»!…
Ui. Completo
Bom…. muito bom!
É uma alegria.
“Eu queria o tempo e o “suscego” suficientes
Para não pensar em coisa nenhuma,
Para nem me sentir viver
Para só saber de mim nos olhos dos outros “refletido”…
Alberto Caeiro
Duas voltas no túmulo…