15 comentários em “Cinquenta bordoadas na língua de Camões (38)”

  1. Eu esplico: trata-se de um um novo tipo de andróide que pulula por aí, a modos comáçim um zomvee…zuu…zeee… zoooiiim… gouummm.

    Mais coisa, menos coisa. Se não for dezzzzzzzzzzissto. Prontes.

    Mas deixa lá Leonor. Logo pela madrugada ouvi nas notícias que um avião tinha “descolado” num sei agora de aonde ou para onde, mas isso agora também não interessa nada. Que a aviação “angolana” andava pelas ruas da amargura com as peças a cair e outras presas com arames já não era novidade. Agora coladas, caramba, é obra!!!

      1. As coisas cagente aprende, cum escafandro!…

        Já dei por mim a consultar dicionários porque alguma coisa não me “soava” nada bem. E tem tendência a piorar.

  2. “Eu queria o tempo e o “suscego” suficientes
    Para não pensar em coisa nenhuma,
    Para nem me sentir viver
    Para só saber de mim nos olhos dos outros “refletido”…

    Alberto Caeiro

    Duas voltas no túmulo…

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