Viu isto assim escrito? Pergunto-lhe porque na oralidade é um fenómeno muito comum (cf. Dr. José Leite de Vasconcellos, «Dissimilação vocálica», in Lições de Phililogia Portuguesa…, A.M. Teixeira, Lisboa, 1911, p. 213 e ss.); chama-se dissimilação e dá-se em palavras com repetição de sons vocais ou consonânticos em sílabas sucessivas como «melitar», «Felipe», «Jorze»… Porém, se o viu escrito assim é já outro caso. Cumpts.
A pergunta será para a autora do post e não para mim, creio.:) Sei, desde há muitos anos, o que é a dissimilação vocálica. Fenómeno recorrente na oralidade, mas erro ortográfico se assim transcrito. A Leonor Barros fez esta recolha a partir das caixas de comentários dos jornais online, ao que julgo saber. Cumps.
Sim, já várias vezes o disse, a recolha foi feita em páginas do Facebook e em caixas de comentários de jornais online. Todos os erros que aqui estão são escritos e vi-os, com estes dois que a terra há-de comer. É verdade, é um fenómeno recorrente na pronúncia, mas não se o virmos escrito.
Na minha terra havia uma Rua dos Bombeiros Veluntários (pelo menos assim estava escrito na placa). Ao fim de muitos anos corrigiram, não sei se por causa de algum acordo ortográfico regional.
Prontos
Prontos e fostes e tivestes e viestes.
Isso é só para quem tem pena da opinião que tem. 🙂
Viu isto assim escrito? Pergunto-lhe porque na oralidade é um fenómeno muito comum (cf. Dr. José Leite de Vasconcellos, «Dissimilação vocálica», in Lições de Phililogia Portuguesa…, A.M. Teixeira, Lisboa, 1911, p. 213 e ss.); chama-se dissimilação e dá-se em palavras com repetição de sons vocais ou consonânticos em sílabas sucessivas como «melitar», «Felipe», «Jorze»…
Porém, se o viu escrito assim é já outro caso.
Cumpts.
A pergunta será para a autora do post e não para mim, creio.:)
Sei, desde há muitos anos, o que é a dissimilação vocálica. Fenómeno recorrente na oralidade, mas erro ortográfico se assim transcrito.
A Leonor Barros fez esta recolha a partir das caixas de comentários dos jornais online, ao que julgo saber.
Cumps.
Sim, larguei o recado à sua porta por engano. Justamente pelo que me adianta, porém, fiz a ressalva no fim.
Cumpts.
Sim, já várias vezes o disse, a recolha foi feita em páginas do Facebook e em caixas de comentários de jornais online. Todos os erros que aqui estão são escritos e vi-os, com estes dois que a terra há-de comer. É verdade, é um fenómeno recorrente na pronúncia, mas não se o virmos escrito.
Pois 🙂
Um verdadeiro “deleto”.
Completamente.
Na minha terra havia uma Rua dos Bombeiros Veluntários (pelo menos assim estava escrito na placa). Ao fim de muitos anos corrigiram, não sei se por causa de algum acordo ortográfico regional.
És uma verdadeira fonte de informações regionais, António! E o Alentejo é sempre prodigioso nestas matérias. 🙂
Também é bonito.
Esta foi escreta pum açoreano que deue openeão sobre o contenente 🙂
Podia ser, nunca se sabe 🙂