Depois de percorrer uma longa estrada entre montanhas, vales e falésias fui dar a uma pequena baía onde durante a II Guerra Mundial se abrigavam submarinos alemães. Coberta por uma água transparente, com uma temperatura da ordem dos 23º Célsius, existe uma cidade submersa, tão silenciosa e tão calma quanto as ilhas que permanecem à superfície. Os restos de tumbas lícias multiplicam-se. Fragmentos de estátuas, ruínas de igrejas e de muralhas, vestígios do que foram casas de gente como eu. Ao longe, uma fortaleza bizantina domina a paisagem. Por uma vez mergulhei na História. Literalmente. E dei graças a Deus.
Cinco breves notas de viagem (5)
Sérgio de Almeida Correia,



Começaste bem, acabaste ainda melhor. Muito bem, Sérgio. Apetece embarcar já para a Turquia.
Um grande país. A Europa precisa dela.
Que água tão apetitosa, Sérgio!
Já vi que recomendas.
Onde é isto?
Kekova, Lícia (Turquia).
Obrigado. Realmente é impossível resistir à tentação de ir lá aproveitar a beleza do sítio.
Que apetite!
Obrigada por partilhar.