«Os processos de autorização política para a prática de actos de gestão corrente são administrativamente pesados, morosos e com desfecho incerto, retirando recursos à actividade nuclear das entidades. Sem autorização em tempo útil, as entidades ficam amarradas a tecnologias obsoletas e os cidadãos e as empresas recebem pior serviço do que poderiam sem estas normas. Por um lado, o recurso a processos de autorização exige na entidade que pede a excepção o desvio de recursos (pessoal, tempo, espaço, dinheiro) da actividade nuclear para a actividade de suporte administrativo e financeiro. Por outro, como é incerto o momento e o sentido das decisões dos membros do Governo, a entidade, apesar de ter um orçamento aprovado pelo Parlamento do país, não conhece a sua verdadeira restrição orçamental durante praticamente o ano todo, o que é mau para uma gestão racional.»
Do relatório da Unidade Técnica de Apoio Orçamental da Assembleia da República, sobre a proposta do OE
(sublinhados meus)

Os processos de autorização […] são administrativamente pesados, morosos e com desfecho incerto, retirando recursos à actividade nuclear das entidades
Pois. Já temos experiência disso. Uma pessoa quer construir uma casa, tem que meter um processo de autorização, o qual sabe-se lá quando e se será aceite. Fica-se à espera meses e meses, anos e anos. O capital fica empatado, o terreno fica ao abandono, etc. Depois queixem-se de que há falta de casas no país.
quase 800 mil funcionários públicos impedem o país de se desenvolver.
conheço infelizmente bem o problema, principalmente depois de ‘abril’.
podiam e deviam oferecer 500 mil a Putin para ir combater na Ucrânia