O Tribunal de Contas já chumbou cinco dos seis contratos de subconcessão lançados este ano pela empresa pública Estradas de Portugal. A pergunta que se impõe é esta: estará o presidente da EP, Almerindo Marques, à espera do sexto chumbo para apresentar finalmente o pedido de demissão?
Chumbo grosso
Pedro Correia,

Bem… a verdade é que o novo Jamé já disse que a coisa vai resolver-se com o Tribunal de Contas.
Quem deveria apresentar o pedido de demissão era o presidente do tribunal de contas. É completamente inadmissível que a decisão do tribunal de contas chegue um ano após o pedido de apreciação, quando as obras já estão a decorrer.
Olhe que não, olhe que não. Segundo julgo saber, o atraso foi motivado pelos contínuos adiamentos do depoimento prestado pela empresa Estradas de Portugal, que chegou tarde e a más horas. Informe-se melhor.
Se é assim como diz, já não está aqui quem falou.
As pressões sobre o TC já começaram.
Pois. Basta ler o que se escreveu aqui um pouco mais acima.
O Almerindo só se demite se levar para casa a receita de exploração das portagens das autoestradas portuguesas durante os próximos dez anos.
Já na RTP não fez a coisa por menos do que o produto de uma década de “O Preço Certo”, Fernando Mendes incluido.
É só fazer as contas, como dizia o outro.
Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte…
está à espera do subsidio de Natal.
O assunto é grave. Matenhamos uma certa calma.