Crise. Crise no país. Insustentabilidade da dívida. Querelas constitucionais. Portas que abandona. Ou não. O BES que implode. O PS que se desagrega. E um par de botas. Pois já basta. Podem utilizar todos os subterfúgios e cortinas de fumo de que se lembrarem. Mas nada, nada, nadinha, será suficiente para nos desviar a atenção do essencial. Hoje jogam-se os quartos-de-final do Mundial e Portugal não está lá. Querem-nos entretidos com questões laterais mas só se cobrem de ridículo. Cambada.
Chega de manobras de diversão
Rui Rocha,

Depois de ter sabido que porcos andam de bicicleta, já nada me admira:
«O candidato à liderança do PS António Costa defendeu, esta quinta-feira, em Machico, na Madeira, ser tempo de acabar com a ideia de um Portugal dividido entre o continente e as regiões autónomas.
“É preciso por termo, de uma vez por todas, a esta ideia de um país dividido entre o continente e as regiões autónomas porque Portugal são todos e cada um dos portugueses, esteja no Minho, no Algarve, aqui, no Machico, em Ponta Delgada, na África do Sul, na Venezuela, onde esteve um português, está Portugal e é com todas e com todos que nós vamos mudar o nosso país”, disse o candidato na sua visita em campanha eleitoral à Madeira com vista às eleições primárias no PS de 28 de setembro.» (JN)
Será que o Costa quer acabar com os governos e os parlamentos regionais e as regiões ultra-periféricas? Por mim acho bem, e poupa-se uma porrada de massa. Temo é que seja um bocadinho inconstitucional, mas nada que não se resolva com facilidade.