1950, Prémio Nobel da Literatura

Bertrand Russel, «em reconhecimento da sua variada e significante obra escrita na qual ele defende ideais humanitários e liberdade de pensamento».
1950, Prémio Nobel da Literatura

Bertrand Russel, «em reconhecimento da sua variada e significante obra escrita na qual ele defende ideais humanitários e liberdade de pensamento».
Só li um livrinho dele. Não me recordo que, como obra literária, fosse muito bom. Como obra filosófica sim, mas como obra literária, não.
Foi de facto uma das críticas à aribuição do prémio. Eu argumento que a forma como conseguiu transmitir o seu pensamento filosófico de forma clara e acessível (quanto mais não seja em comparação com tantos outros filósofos) já permite considerá-lo um grande escritor. Claro que é apenas uma opinião.
Bem dito. Um grande senhor das letras e um pensador notável.
Talvez, mas vejo-o mais como membro do clube “fui muito famoso há cem anos e agora sou irrelevante”.
Não é que haja mal nenhum nisso.
Em Filosofia (tal como noutras áreas) isso é importante. O seu pensamentofoi informado pelo de outros filósofos e influenciou outros por sua vez. A sua escrita foi e é importante (penso que a História da Filosofia Ocidental nunca deixou de ser publicada).