Cem palavras que odeio (49)


Pedro Correia,

“EMPREGABILIDADE”

12 comentários em “Cem palavras que odeio (49)”

      1. Quando digo que é o que mais há por aí, refiro-me à habilidade dos empregos. Basta olhar para as empresas publicas, e mesmo para a quelas que não sendo publicas, têm influência estatal ou estatilidade de influêncibilidade.

      1. Uns tiram o comentário dos dedos, outros tiram os gravadores de cima da mesa. É tudo malta porreira.

          1. Anda a perder o seu latim ou anda a desperdiçá-lo?Não é bem a mesma coisa, pois não?

          2. Deixe lá, não responda. Não sei porquê, mas a sua insistência em corrigir os outros irrita-me!
            E o “X” é só porque hoje não sei bem quem sou. Sinto-me assim um bocado para o enviesado.

          1. Isso é impossível, José.
            O que está na mesa – está na mesa e pronto.
            O que está debaixo da mesa não está na mesa: está no chão, está no tapete, está onde V. quiser – mas não está na mesa, definitivamente.

  1. É detestável. Faz lembrar burocracias sem fim, papéis dum lado e para o outro, mas, sobretudo na sua quintessência a palavra é horrorosa, deprimente, urbano-depressiva.

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