Quando digo que é o que mais há por aí, refiro-me à habilidade dos empregos. Basta olhar para as empresas publicas, e mesmo para a quelas que não sendo publicas, têm influência estatal ou estatilidade de influêncibilidade.
Anda a perder o seu latim ou anda a desperdiçá-lo?Não é bem a mesma coisa, pois não?
Deixe lá, não responda. Não sei porquê, mas a sua insistência em corrigir os outros irrita-me! E o “X” é só porque hoje não sei bem quem sou. Sinto-me assim um bocado para o enviesado.
Quem sabe se os não haveria também debaixo da mesa?
Isso é impossível, José. O que está na mesa – está na mesa e pronto. O que está debaixo da mesa não está na mesa: está no chão, está no tapete, está onde V. quiser – mas não está na mesa, definitivamente.
É detestável. Faz lembrar burocracias sem fim, papéis dum lado e para o outro, mas, sobretudo na sua quintessência a palavra é horrorosa, deprimente, urbano-depressiva.
Tem a ver com empregos habilidosos, também não gosto. Mas é o que mais se vê por aí.
Empregos? Nem por isso. “Empregabilidade” é o que mais há, no blablablá político e tecnocrático. Patati patatá.
Quando digo que é o que mais há por aí, refiro-me à habilidade dos empregos. Basta olhar para as empresas publicas, e mesmo para a quelas que não sendo publicas, têm influência estatal ou estatilidade de influêncibilidade.
Acho que desempregabilidade é mais actual.
Tirou-me o comentário dos dedos, caro amigo 🙂
Pedro: estou à espera do post dedicado aos “cantautores”..!
Uns tiram o comentário dos dedos, outros tiram os gravadores de cima da mesa. É tudo malta porreira.
Da mesa, José. É da mesa. Não me faça pensar que tenho andado a perder o meu latim, por favor.
Anda a perder o seu latim ou anda a desperdiçá-lo?Não é bem a mesma coisa, pois não?
Deixe lá, não responda. Não sei porquê, mas a sua insistência em corrigir os outros irrita-me!
E o “X” é só porque hoje não sei bem quem sou. Sinto-me assim um bocado para o enviesado.
Quem sabe se os não haveria também debaixo da mesa?
Isso é impossível, José.
O que está na mesa – está na mesa e pronto.
O que está debaixo da mesa não está na mesa: está no chão, está no tapete, está onde V. quiser – mas não está na mesa, definitivamente.
É detestável. Faz lembrar burocracias sem fim, papéis dum lado e para o outro, mas, sobretudo na sua quintessência a palavra é horrorosa, deprimente, urbano-depressiva.