Estranha escolha, Pedro. Daí que ouse perguntar: Odeia o som da palavra? Odeia o significado da palavra? Odeia ambos? Ou odeia algum outro aspecto que não previ? 😉
Talvez odeie a toxicidade que lhe está subjacente… Porventura, um fumador em vias de se libertar do “prazer” de um cigarro… ou um não fumador que ultrapassou o limiar da tolerância ao fumo… Não? Meras suposições.
Estou na fase da recolha de apoios. Mas ainda não posso revelar detalhes. E o verdadeiro apoio é sempre incondicional, não é? Posso contar com o seu? Ehehe…
Estranha escolha, Pedro. Daí que ouse perguntar:
Odeia o som da palavra?
Odeia o significado da palavra?
Odeia ambos?
Ou odeia algum outro aspecto que não previ?
😉
Odeio a linguagem eufemística que contaminou todo o nosso discurso corrente.
Talvez odeie a toxicidade que lhe está subjacente…
Porventura, um fumador em vias de se libertar do “prazer” de um cigarro… ou um não fumador que ultrapassou o limiar da tolerância ao fumo… Não?
Meras suposições.
Também odeio. Prefiro de longe a ‘toxicoindependência’.
Sem a mais pequena dúvida.
Eu sou mais adepta de independência sem tóxicos à mistura!
Independência e superpartidarismo?
São compatíveis?!
Prescindo do superpartidarismo…por uma questão de independência.
Depende. Vai candidatar-se a quê?
Estou na fase da recolha de apoios. Mas ainda não posso revelar detalhes. E o verdadeiro apoio é sempre incondicional, não é? Posso contar com o seu?
Ehehe…
Incondicionalmente.
Supus que sim. 😀