
«Como te extingues em mim: // ainda no último / e gasto / nó de ar / estás lá com uma / faísca / de vida.»
Paul Celan (1920-1970)

«Como te extingues em mim: // ainda no último / e gasto / nó de ar / estás lá com uma / faísca / de vida.»
Paul Celan (1920-1970)
« MORTE
A morte é uma flor que só abre uma vez.
Mas quando abre, nada se abre com ela.
Abre sempre que quer, e fora da estação.
E vem, grande mariposa, adornando os caules ondulantes.
Deixa-me ser o caule forte da sua alegria
A avaliar pela amostra, não, não deveria ter recebido o Nobel.