D. H. Lawrence Erich Maria Remarque Eugène Ionesco Evelyn Waugh Ezra Pound
F. García Lorca Fernando Pessoa Flannery O’Connor Franz Kafka G. K. Chesterton
George Orwell Georges Simenon G. Lampedusa Giuseppe Ungaretti Graham Greene
Guillaume Appollinaire G. Cabrera Infante H. G. Wells Hannah Arendt Henrik Ibsen





















Cláudia Jacques.
Pessoalmente, prefiro a Cláudia Vicente (rima e é verdade).
Desconheço essa dama letrada. Se não for muito incómodo, faça aquilo em que o google images se revelou incapaz: elucide-me.
Não preciso ir ao google images: ela desvenda-se em cada texto que vai escrevendo neste blogue.
Estou pitosga, é o que é.
O Ibsen vai fugir… apanha-o depressa!
(tiro-te o chapéu pela paciência infinita destes balanços, que dão um trabalhão!)
É verdade, Ana: o Ibsen está quase a fugir, empurrado pelo Apolinaire e pelo Cabrera Infante.
Tens razão: estes balanços dão muito trabalho. Mas vale a pena. Para mais tarde recordar.
Rainer Maria Rilke
Vai (re)aparecer aí, não tarda.