Cem escritores que deviam ter ganho o Prémio Nobel (23)
Pedro Correia,
«Tudo é interessante quando se viaja, até aquilo que o não é.»
Jules Verne (1828-1905)
6 comentários em “Cem escritores que deviam ter ganho o Prémio Nobel (23)”
Pois, o melhor das viagens é tornarmo-nos viajantes. Quanto a Jules, outro visionário de indiscutíveis qualidades literárias, foi de facto uma injustiça não ter levado o prémio.
Verne transportou-nos a outros mundos e inspirou-nos diversas digressões pelo nosso planeta, ainda não totalmente conhecido na sua época (faltava chegar aos pólos, subir aos Himalaias e descer à fossa das Marianas, por exemplo). Devia ter ganho o Nobel. Como fundador da literatura de ficção científica e de algum modo também um ilustre precursor da moderna literatura de viagens.
Lembro-me de em miúdo ler “Volta ao Mundo em Oitenta Dias”, com aquele final espectacular, e “Vinte Mil Léguas Submarinas”. Grandes aventuras, enormes ideias. Devo um pouco da minha paixão pela ficção científica a Verne (ou não tivesse ele antecipado o género).
Verne é um verdadeiro caso de escritor universal. Foi, de algum modo, um caso único. Pelo seu espírito visionário. Antecipador do futuro a vários títulos – e, como sublinhas, fundador de um género literário.
Pois, o melhor das viagens é tornarmo-nos viajantes. Quanto a Jules, outro visionário de indiscutíveis qualidades literárias, foi de facto uma injustiça não ter levado o prémio.
Verne transportou-nos a outros mundos e inspirou-nos diversas digressões pelo nosso planeta, ainda não totalmente conhecido na sua época (faltava chegar aos pólos, subir aos Himalaias e descer à fossa das Marianas, por exemplo). Devia ter ganho o Nobel. Como fundador da literatura de ficção científica e de algum modo também um ilustre precursor da moderna literatura de viagens.
Não tenho a certeza, mas o premio só começou a ser atribuido a partir de 1911.
Foi a partir de 1901, caro AM. Verne ainda poderia (e, a meu ver, deveria) ter sido contemplado.
Lembro-me de em miúdo ler “Volta ao Mundo em Oitenta Dias”, com aquele final espectacular, e “Vinte Mil Léguas Submarinas”. Grandes aventuras, enormes ideias. Devo um pouco da minha paixão pela ficção científica a Verne (ou não tivesse ele antecipado o género).
Verne é um verdadeiro caso de escritor universal. Foi, de algum modo, um caso único. Pelo seu espírito visionário. Antecipador do futuro a vários títulos – e, como sublinhas, fundador de um género literário.