![33166017_1360127300756189_7725750050642460672_n[1] 33166017_1360127300756189_7725750050642460672_n[1]](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/21035823_81YYi.jpeg)
Imagens do facebook da editora Manuscrito
Gostei muito de passar pela Central Tejo ao fim da tarde de segunda-feira e ver a ampla sala cheia de amigos e admiradores do Pedro Rolo Duarte na sessão de apresentação do seu livro póstumo – e “o melhor”, como bem salientou Miguel Esteves Cardoso. Um livro que teve como cuidadoso zelador o António Maria, filho do Pedro.
«Este é um livro da celebração da vida, da amizade. É o livro do Pedro vivo, não é o livro do Pedro morto», disse o MEC. E disse muito bem.
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Foi uma bonita homenagem a um jornalista que bem conheci e que o destino roubou depressa de mais ao nosso convívio. Lá estavam políticos e artistas e profissionais da comunicação – gente que se foi cruzando com ele ao longo de 35 anos de vida em redacções e estúdios – o Pedro, filho de jornalistas, começou muito cedo nestas lides, que já transportava nos genes.
Gostei de muito de ouvir o que disseram o Miguel, o João Gobern, a Sónia Morais Santos e o próprio António neste lançamento de Não Respire. O Pedro, seguramente, também teria gostado deste convívio que congregou pessoas tão diferentes e variadas – muitas das quais só se reuniriam no mesmo espaço numa ocasião irrepetível, como esta foi.
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Comecei entretanto a ler Não Respire. E recomendo. Daqui envio um caloroso abraço ao António Maria e à Sofia Monteiro, editora da obra, que tem chancela da Manuscrito.
«Podia ser um livro de adeus. Mas não: é um livro de até já.»
Palavras do António que o pai certamente gostaria de escutar. Entre um sorriso pronto a rasgar-se e uma lágrima teimosa a escorrer-lhe no rosto.

Estive com o livro na mão, a voz de Pedro Rolo Duarte na memória.
Mas a lista de a-comprares é extensa, e sigo ordem de entrada… Lá chegarei.
Entretanto vou sustendo a respiração entre espreitadelas aqui e ali. E o que retenho condiz com o que diz MEC.
Dois dos homens na primeira fotografia estão bué de gordos.
A sala está muito cheia. Nunca vi tanta gente na apresentação de um livro.
Confesso que por vezes fico incrédula com alguns dos seus comentários, Luís Lavoura.
Qual a pertinência do seu comentário sobre a gordura de um ou outro dos homens? Pergunto na tentativa de lhe peceber a intenção, incompreendido que é.
Eu comento aquilo que me chama a atenção. E aquilo que imediatamente me chamou a atenção, neste post, foi a repulsiva obesidade dos dois homens na primeira fotografia.
A pertinência dos comentários da Sarin também nem sempre é para mim transparente. Mas eu não vou chateá-la por esse facto.
Não era intenção chateá-lo, apenas compreendê-lo dentro do contexto bloguista.
O que entendo das suas palavras é que comenta não para estabelecer diálogo mas para tornar público o que lhe vai na alma. Extraio também que não lhe interessa que o percebam, importa-lhe é participar.
São formas de estar, e felizmente temos liberdade para nos expressarmos consoante as nossas possibilidades e vontades.
Como eu gosto de diálogo, que para monólogo escrevo nos meus cadernos, sinta-se à vontade para pedir esclarecimentos sobre o que digo ou porque o digo. Para mim a comunicação é bidireccional e com o menor ruído possível.
Pela minha parte esteja tranquilo, agora que o percebi não voltarei a chateá-lo.
Nalguns casos comento para dialogar ou para debater um assunto. Noutros casos comento só para exprimir aquilo que penso ou sinto e não peço a ninguém que me responda.
Em todos os casos, interessa-me que me percebam. Não estou a escrever coisas para que elas sejam incompreensíveis.
Lavoura alinhado com o programa “passadeira vermelha”, mas em registo aprendiz.
Fui (sou …) leitora do PRD o que me levou a criar com ele uma empatia, pelo seu jeito de ver o mundo, pela filosofia meio lúdica, meio blasé com que ele revestia o seu quotidiano, que queria simples e verdadeiro, despojado do entulho tóxico das diversas concessões aos poderes fáticos. Não o conhecendo pessoalmente, era essa a imagem que fui construindo dele, e que me agradava.
Agradava-me a emoção com que falava daquilo que verdadeiramente lhe importava e que eram os seus temas recorrentes: a família, os amigos, o jornalismo, o entusiasmo pela natureza – o Verão, o Alentejo, o mar, a praia, o prazer de criar e usufruir momentos gourmets, na companhia de amigos . Agradava-me a maneira assumida, nem um pouco cínica, de se posicionar no que ele considerava ser o lado certo da vida, e de respeitar as suas convicções com transparência e sempre com elegância.
Pela descrição que o Pedro Correia fez do lançamento póstumo do seu livro, que bom que os muitos amigos o recordaram e prestigiaram. Também ouvi o filho, António, de quem o pai tanto de orgulhava, e sim, acho que com muita razão para isso. Saudades da sua voz!
Um gesto bonito de amigos e admiradores. Pedro Rolo Duarte bem o mereceu.
Também vou, de certeza ler este livro.
E que falta o Pedro nos faz…
Não sou anónima. O meu nome é Isabel Mouzinho
Pedro, sugiro, uma foto do LL.
Em corpo inteiro… é o míniimo!!
Vestido, evidentemente …
Qualquer dia publico uma foto dele aqui.
Numa sexta-feira, de manhã bem cedo.
Para rivalizar com as Belles Toujours.