
ABRIGO
A casa respira.
Aqui se pariu.
A casa conspira.
Aqui se sonhou.
A casa transpira.
Aqui se amou.
A casa suspira.
Aqui se morreu.
(Imagem: René Magritte)

ABRIGO
A casa respira.
Aqui se pariu.
A casa conspira.
Aqui se sonhou.
A casa transpira.
Aqui se amou.
A casa suspira.
Aqui se morreu.
(Imagem: René Magritte)
oh, as casas, as casas, as casas…
esplêndido, vizinha
Gosto muito de casas, Ricardo. Tenho com elas uma relação emocional imediata: amo-as e faço-as minhas num instante, ou detesto-as e rejeito-as liminarmente. Tenho recordações fortes de todas aquelas onde vivi, e já foram bastantes.
🙂
Aqui sentimo-nos em casa, Ana 🙂
Que bom.
🙂
Excelente, Ana!
Obrigada, Leonor.
Esta tua série é uma das melhores que li desde sempre na blogosfera, Ana. Parabéns.
Obrigada. Gosto muito deste exercício, Pedro. É muito interessante “legendar” quadros de que gosto, sejam de Magritte ou de outros pintores. Estou a fazer novos textos para esta série, mas vais encontrar alguns que já conheces.