“… passado o primeiro assombro, logo o corpo fica farto” Isto encontra-se numa canção do Sérgio Godinho, não sei agora qual, talvez aquela que começa por: “A princípio é simples…” Mas logo o corpo se regenera, e já não estamos no princípio – Viva o ciclo!
Oh! Se não é… Estava eu a ouvir no youtube os “Ecos da cave (desejo)” quando me deparei com o seu post – que está muito bom, com comentários a condizer. Grande dia! Ainda por cima é Sexta
Não vale a pena baralhar nada mais, Ana. Até porque nas coisas da memória as recordações assumem contornos diferentes da realidade vivida… Não concorda?
um loop
BOA!
eh eh eh
bjs
“Um loop” é bem visto, Rita.
Bjs
Do corpo
ficou o cheiro.
Do cheiro
a memória.
Da memória
o desejo.
Do desejo
a fantasia.
Da fantasia
o corpo
(do corpo o reencontro
… e depois
pumba!
lá se foi a fantasia…)
Ana:-) desculpa ter estragado tudo 🙂
Não estragaste, e já me fizeste rir.
🙂
Do corpo
a saudade… 🙂
A saudade pode entrar neste jogo, sim.
Bem visto, João.
“… passado o primeiro assombro, logo o corpo fica farto”
Isto encontra-se numa canção do Sérgio Godinho, não sei agora qual, talvez aquela que começa por:
“A princípio é simples…”
Mas logo o corpo se regenera, e já não estamos no princípio – Viva o ciclo!
E não é a própria vida feita de intermináveis ciclos, José?
Oh! Se não é…
Estava eu a ouvir no youtube os “Ecos da cave (desejo)” quando me deparei com o seu post – que está muito bom, com comentários a condizer.
Grande dia! Ainda por cima é Sexta
Fui espreitar a sua Ponte Vertical, José. Parabéns pelas esculturas e pela escrita, gostei muito.
Bem-vindo ao Delito e bom fim-de-semana!
E é por andarmos em círculos que às vezes ficamos tontos 🙂
Ora bem.
🙂
Não vale a pena baralhar nada mais, Ana. Até porque nas coisas da memória as recordações assumem contornos diferentes da realidade vivida… Não concorda?
Beijinhos
Fernanda
Concordo, Fernanda. E em muitos casos (a bem da verdade), ainda bem…
🙂
beijinhos