“Camera traps” ou armadilhagem fotográfica, são câmaras fotográficas com sensores que as fazem disparar quando detectam movimento. Muito úteis para investigações de vida selvagem porque, deixadas em lugares estratégicos, permitem fotografar sem a presença humana. De tal modo que a BBC Wildlife tem um prémio anual para a melhor foto. Neste ano de 2012 ano entre as eleitas estava este prodígio de Beatriz Estanque, bióloga da LPN em Castro Verde. Por estas e por outras, começo a ter a sensação que a fotografia portuguesa está atingir um nível artístico de classe mundial.
Beatriz Estanque, “Lebre e tempestade”, 2011
– o seu a seu dono: obrigado Maradona


A partir de agora, todos aqueles que decidirem manifestar-se em frente à AR vão ter de ser mais rápidos que a própria sombra, ou então, alugarem fantasias de carnaval para se mascararem.
Será que um dia destes a imprensa, ou o MP vão descobrir que algum membro do governo, entrou para o negócio das mascaradas?!
A que propósito este comentário?
Não percebo como é que pode considerar artística uma fotografia que foi tirada automaticamente, sem intervenção do ser humano.
A Beatriz não estava lá para focar a máquina, escolher o tema e disparar a máquina. Foi por puro acaso que a apanhou a lebre desta forma.
Ou não?
Pois não percebe, Luís. Como de costume aliás. Nunca vi ninguém como você a vangloriar-se tanto da sua ignorância como se ela fosse uma virtude. Já não há paciência.
A arte aqui Luís Lavoura, é apanhar o coelho a olhar para a máquina. Se a chipala não aparece toda, a culpa não é da moça, o coelho é que é cambuta, não chega ao espelho 🙂
Ao sul, mas não tanto… Obrigado por mais duas palavras novas. Se o resultado é artístico (composição, enquandramento paleta, narrativa) porque só há de ser arte o processo?
pôr a máquina à porta da toca lá terá sua arte. se passa um moscardo de asa bonita, talvez dê uma imagem incrível, se cai um cagalhão de melro, é uma imagem de trampa. nunca se sabe a sorte ditará.