“Sócrates usou um domingo para a licenciatura e um Domingos para o mestrado.”
João Miguel Tavares, “Domingos Farinho ainda é professor de Direito?” (Público, 9.11.2017)
“Sócrates usou um domingo para a licenciatura e um Domingos para o mestrado.”
João Miguel Tavares, “Domingos Farinho ainda é professor de Direito?” (Público, 9.11.2017)
E foi um dar à…… Perna……!!!
António Cabral
O Miguel Tavares é aquele miúdo faccioso e falacioso que tenta disfarçadamente tapar a careca penteando o cabelo para a frente?
Ele que publique isto:
Energia: PGR anula decisão do Governo de Passos Coelho que traria um sobrecusto de 42 milhões de euros
http://www.jornaleconomico.sapo.pt/notic ias/energia-pgr-anula-decisao-do-governo-d e-passos-coelho-que-traria-um-sobrecusto-d e-42-milhoes-de-euros-230772
E depois ainda dizem que o jornal Público está ao serviço da Geringonça. JMT escreve por lá, livremente. E ainda bem
Ele não tem que o publicar. Aquele é um espaço, o de JMT, de opinião, não um serviço noticioso. Que eu saiba é ainda legítimo e legal, neste país, ter opinião e publicá-la. Isso e pentear o cabelo para a frente. Talvez lhe custe, a si, que assim seja. Para uma e outra coisas. Mas ainda é.
Aquilo que você tão pressurosamente invoca, mereceu aliás largo destaque de primeira página, incomparavelmente maior, portanto, precisamente nesse jornal onde JMT escreve. E notará ainda que logo abaixo dessa manchete colocam uma fotografia da ex-ministra das finanças. Uma fotografia grande e que estará longe de ser uma das mais felizes reproduções do rosto da senhora. Pura coincidência, sem qualquer objectivo subliminar, evidentemente.
Suponho que o mantenham lá, a JMT, como uma espécie de oposição tolerada, de bizarria de circo oitocentista, depois de terem corrido com os outros que não afinam pelo diapasão certo. Vamos ver se pelo final do ano, a pretexto de contenção de custos, ou o que seja, as coisas ficam como estão.
E em que é que isso, dir-me-á, invalida o texto e a analogia feitos pelo colunista? Você acalme-se, homem, a sua gente está sólida no poleiro. Não vê que o povo gosta deles na exacta medida em que detesta pensar além do imediato? Não vale a pena, ainda pelo menos, disparar às cegas e em todas as direcções.
Costa
Costa:
1)Não leio jornais
2)Não consigo ler mais do que 5 linhas de texto.
3)Maria Luís Albuquerque: “A confiança não depende dos afetos ou da percepção de quem é que se gosta mais”
Mas é claro que a confiança depende dos afectos. Do encorajamento. Qualquer pai, mãe, filho, empresário, líder de equipa , sabe que a Confiança depende dos afectos. Do interesse emocional para com o outro. De mostras de empatia.
4) No Governo não está ninguém da minha gente. Desde Pedrógão o PM deveria, por sua iniciativa, ter-se demitido
5) Esqueci -me do que ia dizer. Desculpe
Concordo consigo. É necessária uma Reforma Urgente do Estado.
Costa respondi-lhe. Mas há senhorios, no DO , que se estão a maribar, não permitindo a publicação dos comentários em tempo útil, de modo a que um diálogo franco, entre amigos, seja possível. Por este Diogo já não passo.
Respondeu-me e eu li atentamente a sua resposta. Eu não seria, caro Vlad, tão radical (não ser tão radical como o Vlad, parece ser uma minha constante) quanto à apreciação dos autores dos textos que por aqui comentamos.
Veja que não lhes pagamos uma renda – embora “pagar rendas”, e que rendas, pareça ser o desígnio de vida imposto e pacificamente aceite (com o ocasional protesto de circunstância) do português comum, ao ponto de permitir, e com algum entusiasmo, a repetição da dose governativa que nos trouxe onde estamos -, não celebrámos com eles um contrato de arrendamento que nos atribua a posse legítima deste blogue e o direito a nele ver, com imediatez ou quase, expostos os nossos comentários. Nem eles são senhorios, nem nós arrendatários.
E sem me erguer em defensor do autor do texto que aqui nos traz, coisa para que não tenho mandato nem os meus préstimos seriam minimamente necessários, creio ser de elementar bom senso antever que ele tenha outras ocupações para além de assegurar a pronta disponibilização dos comentários que os seus textos suscitem. Terá uma ocupação profissional, é de crer, admissivelmente vida familiar, outros interesses e, até, quem sabe, necessidades de repouso. Poderá mesmo ter havido um qualquer problema com o seu equipamento informático, ou até com a disponibilidade “da rede”.
De modo, quero crer, que umas horas de espera antes de ver um comentário aqui publicado não serão coisa, por si só, para questionar a consideração que junto do autor mereçamos, ou a sua adesão a elevados valores de liberdade de expressão. E em qualquer caso, se quisermos ter o controlo quase absoluto sobre o que publicamos e quando, na blogosfera, poderemos sempre criar o nosso próprio blogue. Consta que é simples.
Mas, evidentemente, meu caro, esta é apenas a minha opinião.
Quanto ao mais que escreve, apercebo-me que não lê jornais. É você que o afirma. O que o não impede de opinar sobre eles e sobre os seus colunistas. Do que escrevem à sua aparência física (e idade, com um – pouco – subtil pendor depreciativo).
Seja, então.
Costa
Não estava mandatado, caro Costa, mas foi tão eficaz como se estivesse. Muito grato pela compreensão.
Coisa de elementar decência, nada mais, creia.
Voltando ao tema, talvez o caro Vlad, embora não lendo jornais ou o que se estenda por mais de cinco linhas – o que, assim sendo, afasta sem mais este meu comentário – considere a possibilidade de se deter por uns minutos na página 13 da edição de hoje do Público (toda a edição, aliás, um estremecido panegírico da geringonça). A propósito do que lá é publicado a título direito de resposta e que inclui ainda uma reveladora “nota de direcção”. Os apressados e entusiásticos fretes podem tornar-se objectivamente embaraçosos.
Procurei esses textos também na edição “online”, mas sem sucesso. Admito que por minha incompetência em matéria informática. Em todo o caso, da consulta desta última chega-se à reprodução da primeira.
Costa
Costa, conhece o Financial Times?
https://www.ft.com/content/8d397578-9d06-1 1e7-8cd4-932067fbf946
Tecle Copy e Paste, do link, na barra de endereço
E eu peço-lhe desculpa, Diogo. Estava num dia mau.
Curioso, Costa, como considera a comunicação social um elemento de propaganda da Geringonça e presta-lhe a sua atenção.
João Miguel Tavares é um dos cronistas mais conhecidos do Público.
Procuro não viver isolado no meu mundo, meu caro. Até porque não tenho sempre razão, não me acho divino (há por cá um nosso colega comentador que regularmente chama a si a divindade; eu, definitivamente, não) e acredito que fundamento melhor as minhas convicções – ou com proveito as corrijo – confrontando-as com as de outros.
Ou numa linguagem mais simples: procura conhecer bem o teu inimigo…
Quanto à comunicação social servir largamente a geringonça, permita-me o latinismo: quod erad demonstrandum.
Só não vê quem não quer. Ache bem ou ache mal.
Costa
“Procuro não viver isolado no meu mundo, meu caro. “
Mas é prisioneiro do passado. Pensa o presente, com os olhos para trás. Vítima do PREC. Mas como o Costa o meu pai também nele perdeu. Mas ultrapassou-o , comprendendo-o. Fez as pazes. Vive em paz. O Costa respira a vingança
(Respondi-lhe há pouco. Creio que, por meu erro, o que escrevi foi apagado antes de enviado. Se estas linhas se sucederem a outras substancialmente idênticas, é esta a razão)
O Vlad é, creio, particularmente taxativo na forma como classifica os outros. Taxativo, repentista e algo simplista, permita-me notar. Isso tem os seus méritos: proporciona sólidas e rápidas certezas, desde logo. É bom para cultivar dogmas.
O PREC, que você entendeu meter aqui à força, não me aprisiona meu caro. Não condiciona a minha vida. Não pratico é para com ele um esforço continuado de esquecimento, de branqueamento. Acredito que o passado não se deve esquecer, é útil lembrá-lo. Dizem que ajuda a evitar a repetição de erros e eu suponho que isso será verdade, mais ainda enquanto houver quem com tanto espaço na comunicação social continue a louvar esses tempos. Não me parece que isso faça de mim um ser fechado no passado e em busca de vingança. De si dir-se-ia que pensa de forma diversa. Sem dúvida quanto a mim, seguramente quanto à memória.
“Esquecer” a História, reescrevê-la, retocar laboriosamente fotografias, enfim, é fórmula consagrada, bem sei. Funciona por algum tempo. Mas não o tempo todo.
Costa
Tem razão. Sou repentista. Impulsivo. Simplista, nunca. E taxativo apenas com os que me parecem querer fazer das suas certezas motivo de crença.
Este post tem bastante relação com o post imediatamente anterior.
A Ordem já veio a terreiro dizer que o homem não é Engenheiro, o que mais estará para lhe acontecer?
Espantosa a inactividade daquela faculdade de direito!