Constato que há uma certa “invasão” de gente que não tem nada para dizer mas quer dar um ar da sua “graça”, o que é sempre bom de constatar em relação ao mundo que nos rodeia pois confirma os porquês do que nos vai acontecendo como “humanidade” (neste caso o “h” minúsculo é propositado).
O álbum “Amours incestueuses” tira o seu nome da 1ª canção que é uma homenagem da Barbara a Pierre Arditi, com quem vivía na altura, ela tinha 45 anos e ele tinha 30 anos, daí a imagem dos “amores incestuosos”. “Perlimpinpin” é uma canção anti-militarista e é o seu grito de revolta contra a guerra do Vietnam, portanto é uma canção que não podia vir mais a propósito neste momento. Todas as outras canções abordam outros temas e há uma (“La ligne droite”) de Georges Moustaki e em duo com ele.
Talvez que lendo as respectivas letras (estão na net) se percebesse bem o significado destas magníficas canções mas, para isso, é preciso saber francês (o que não é impossível) e ter capacidade de pensar ( e aí…).
Este álbum de nome amores incestuosos é mesmo do camandro, uma verdadeira ode ao perlimpinpin da vergonha.
Constato que há uma certa “invasão” de gente que não tem nada para dizer mas quer dar um ar da sua “graça”, o que é sempre bom de constatar em relação ao mundo que nos rodeia pois confirma os porquês do que nos vai acontecendo como “humanidade” (neste caso o “h” minúsculo é propositado).
O álbum “Amours incestueuses” tira o seu nome da 1ª canção que é uma homenagem da Barbara a Pierre Arditi, com quem vivía na altura, ela tinha 45 anos e ele tinha 30 anos, daí
a imagem dos “amores incestuosos”.
“Perlimpinpin” é uma canção anti-militarista e é o seu grito de revolta contra a guerra do Vietnam, portanto é uma canção que não podia vir mais a propósito neste momento.
Todas as outras canções abordam outros temas e há uma (“La ligne droite”) de Georges Moustaki e em duo com ele.
Talvez que lendo as respectivas letras (estão na net) se percebesse bem o significado destas magníficas canções mas, para isso, é preciso saber francês (o que não é impossível) e ter capacidade de pensar ( e aí…).
Espanto: eis a reencarnação passada de Stromae!