Desta respeitável senhora prefiro “Both sides now” na voz de Judy Collins (the one and only!) e “Chelsea morning” Na edição de 2004 a revista “Rolling Stone” classificou “Both sides now” em 170ª na lista das 500 melhores canções de todos os tempos, valha lá isso o que valha e cada vez mais acho que não vale muito. Mas é um facto que muito boa gente a interpretou incluíndo grandes músicos de jazz. “Chelsea morning” foi inspirada pela estadia da autora no Hotel Chelsea de Nova Iorque, a minha versão favorita é a do Neil Diamond (nobody’s perfect). E a propósito de ninguém ser perfeito o casal Clinton deu o nome Chelsea à filha depois de ouvirem a versão da Judy Collins quando se passeavam na zona de Chelsea em Londres (não estou a inventar). Isto leva-me a concluír que se me tivesse passado pela cabeça dar aos meus filhos os nomes de sítios onde me senti bem tinha sido bonito…
Nem todos os trovadores americanos desta época passarão por cá. Pelo simples facto de nada terem gravado em 1972. É o caso, creio, de Bob Dylan – ainda me darei ao trabalho de fazer pesquisa adicional. Joni Mitchell, pelo contrário, estará bem representada. Confesso que é uma das minhas predilecções mais antigas. Neil Diamond também virá: até já tem data prevista. Lembra bem a Judy Collins. Vou matar saudades dela.
Pelo que percebi (ou julguei perceber) o Bob Dylan em 1972 só participou numa gravação de uma banda sonora de um filme que só saíu em 1973 e, mesmo assim, como pianista e sob pseudónimo. No fundo é como se não estivesse lá, estar lá ele ou outro qualquer a tocar vem dar ao mesmo.
Desta respeitável senhora prefiro “Both sides now” na voz de Judy Collins (the one and only!) e “Chelsea morning”
Na edição de 2004 a revista “Rolling Stone” classificou “Both sides now” em 170ª na lista das 500 melhores canções de todos os tempos, valha lá isso o que valha e cada vez mais acho que não vale muito.
Mas é um facto que muito boa gente a interpretou incluíndo grandes músicos de jazz.
“Chelsea morning” foi inspirada pela estadia da autora no Hotel Chelsea de Nova Iorque, a minha versão favorita é a do Neil Diamond (nobody’s perfect).
E a propósito de ninguém ser perfeito o casal Clinton deu o nome Chelsea à filha depois de ouvirem a versão da Judy Collins quando se passeavam na zona de Chelsea em Londres (não estou a inventar).
Isto leva-me a concluír que se me tivesse passado pela cabeça dar aos meus filhos os nomes de sítios onde me senti bem tinha sido bonito…
Nem todos os trovadores americanos desta época passarão por cá. Pelo simples facto de nada terem gravado em 1972. É o caso, creio, de Bob Dylan – ainda me darei ao trabalho de fazer pesquisa adicional.
Joni Mitchell, pelo contrário, estará bem representada. Confesso que é uma das minhas predilecções mais antigas.
Neil Diamond também virá: até já tem data prevista.
Lembra bem a Judy Collins. Vou matar saudades dela.
Pelo que percebi (ou julguei perceber) o Bob Dylan em 1972 só participou numa gravação de uma banda sonora de um filme que só saíu em 1973 e, mesmo assim, como pianista e sob pseudónimo.
No fundo é como se não estivesse lá, estar lá ele ou outro qualquer a tocar vem dar ao mesmo.
Pois. Ele vai ficar ausente desta série em 2022.