Caetano Veloso, na altura exilado em Londres, utilizou parte de um poema de Gregório de Mattos, poeta satírico brasileiro do século XVII e grande crítico da situação da Bahia por esses tempos (poema que começa precisamente com “Triste Bahia”). Esta canção é vista por muita gente que viveu no período da ditadura brasileira (Abril de 1964 – Março de 1985) como um marco na luta pela liberdade mas, como acontece connosco aqui em Portugal e por razões semelhantes, falta ter vivido e sofrido aquelas épocas para entender todos os subentendidos das letras de canções de protesto e esta é um bom exemplo disso.
Caetano Veloso, na altura exilado em Londres, utilizou parte de um poema de Gregório de Mattos, poeta satírico brasileiro do século XVII e grande crítico da situação da Bahia por esses tempos (poema que começa precisamente com “Triste Bahia”).
Esta canção é vista por muita gente que viveu no período da ditadura brasileira (Abril de 1964 – Março de 1985) como um marco na luta pela liberdade mas, como acontece connosco aqui em Portugal e por razões semelhantes, falta ter vivido e sofrido aquelas épocas para entender todos os subentendidos das letras de canções de protesto e esta é um bom exemplo disso.
É verdade. Trago-a aqui pela aura de rebeldia que inequivocamente contém – algo que me parece apropriado aos trágicos dias que o mundo vai vivendo.