Calma, Cravinho.


vidabreve,

Para o ex-ministro socialista João Cravinho, “a corrupção política é o principal problema do país” e “está à solta”. “O governo tem uma estratégia explícita, apresentada publicamente, aprovada na Assembleia da República? Não tem. Não bate a bota com a perdigota. Isto é tentar vazar o oceano da corrupção para uma selha rota. Aqui radica o problema fundamental de vontade política e de coerência na luta contra a corrupção”.

Se anda à solta é para benefício do povo. Volta ao banco, e está caladinho.

5 comentários em “Calma, Cravinho.”

  1. Oh sr.ex deputado e ex ministro Cravinho !! Oh Incas oh Bóreas oh sol da Asia, como dizia o outro !! Ante tanta omnisciência vinda lá da loira Albion, diga-me lá os nºs do Euromilhões desta semana. E ou vai buscar a agulheta de vez ou pare de deixar de querer apagar a fogueira com um xi-xi… Deslarguem-me a paciência !!

  2. Do link: “Cerca de 63 por cento dos portugueses toleram a corrupção desde que produza efeitos benéficos para a população em geral”

    Teatrinho:
    Zé – Eh pá vamos à sala de aula fazer chinfrineira?
    Tó – Não vale a pena meu, tá tudo numa boa…
    Zé – Vamos lá, isto tá muito na calmaria!
    Tó – A malta até vai nessa. Tens a certeza que o prof mete baixa? Se houver efeitos benéficos, vamos lá

  3. Sou uma condutora de fogão (dona de casa), não posso deixar de dar uma humilde opinião sobre a corrupção.
    = Corrupção vista à minha maneira =
    63 % dos portugueses admitem a corrupção se… claro, o que nos é dado a conhecer, como o caso do Godinho, são pessoas que ganhando milhões se vendem por “dez totões de mel coado” o que no meu entender… não se entende.
    Agora, a corrupção de milhões, para essa, elege-se uma comissão de inquérito que parte à “caça de gambuzinos” e… esfuma-se.
    As leis para proteger os galinheiros são feitas pelas raposas que ficam a guardar as portas desses mesmos galinheiros.
    Não há solução para a corrupção enquanto houver ambição e sem-vergonhice sem limites.
    Peço desculpa.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *