Bronze


escafandro,

Vejo milhares de pessoas nas praias trabalhando afanosamente para o bronze e não consigo deixar de pensar que esta falta de ambição nos define. Apontamos baixo. Porque não trabalhamos para o ouro ou, no mínimo, para a prata?

14 comentários em “Bronze”

  1. Acho que enjoámos o ouro desde a aventura no Brasil… trouxémos q.b. 🙂
    A prata que o de Santa Comba juntou foi toda no 25…
    Somos, afinal, um povo discreto: chega-nos o bronze.
    Não é qualquer um que sabe descer na vida, exige muita arte….:)

      1. Mas não é esse seguramente o caso do comentário. O post é que está demais!
        Acho que quando este ano for trabalhar para o bronze (…a troika ainda não me deixou…) me vou lembrar constantemente desta tua saída, jaa!
        (Sim, sou uma cota, adoro banhos de sol, enfim, uma eco-excluída rematada 😉

          1. eh, eh… eu passo pelos mesmos estágios de cor, mas o facto é que quando apanho sol por fora também apanho sol por dentro ;). Quanto aos auto bronzeadores, detesto igualmente, subscrevo o asco.

    1. Mesmo assim, é mais fácil (excepto para uns quantos) conseguir o bronze do que o cobre. Mas ambos se vão rapidamente: o bronze por acção dos processos naturais do corpo, o cobre por acção do Ministério das Finanças.

  2. Aqui deixo confessa a minha muito lusa “falta de ambição”: daqui a bocado também vou “trabalhar para o bronze”.

    E foi assim que em Portugal nasceu o fado…

    1. Considerando que já deve ter voltado, espero que não tenha apanhado um escaldão…

      E “E foi assim que em Portugal nasceu o fado” é uma citação? De que fado? Confesso que o fado não é a minha especialidade. Até como estudante de Coimbra, só fui à serenata da queima uma vez.

      (Eu não devia confessar estas vergonhas…)

      1. Já estou demasiado curtido para apanhar escaldões. De qualquer forma, agradeço o cuidado…

        O fado também não é a minha especialidade. Isto é uma coisa que se diz e que, tanto quanto julgo saber, será de um fado da Hermínia Silva. Mas, posso estar completamente enganado – e garanto-lhe que não seria a 1.ª vez.

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