Desiluda-se, leitor: depois da verborreia futebolística, o mais famoso boy da actualidade mudou de ideias e diz que não fala mais, alegando que é a mellhor forma de se defender. Menos um actor nos espectáculos de tragicomédia que passaram a fazer parte da programação da Assembleia da República, um teatro perto de si.


Se estar calado é a melhor forma de se defender, é porque falando se acusa. Isto está bonito, Ana. :-S
Lindo, Luísa…
🙁
Ana, nem sei que lhe diga.
Entretanto, permita-me o aparte: normalmente a verborreia não é futebolística. O futebol até tem uma linguagem simples. A verborreia, enorme, é de muitos que, a propósito do futebol, parece que têm pilhas Duracel a falar…
:)))
Isso cheira-me a Rui Santos.
Mas que olfacto mais apurado.
[Já sabe o que penso do RS. Mas há muito pior, se há…]
:))
Lembrámo-nos dele ao mesmo tempo. Deve ser mau sinal…
Mau sinal para ele, claro.
Foi o caso, Maria do Sol. Mas não vá dizer ao filósofo Rui Santos que a linguagem do futebol é simples, que ele ofende-se…
😉
Eh eh eh eh. Às tantas nem se ofendia! Ou não seja ele adepto da introdução das novas tecnologias. Vá que introduzia o texto da crítica num daqueles programas de análise de conteúdo e era ver quadros a saltitar, fresquinhos e cheios de dados muito “objectivos”.
: )))
[Não ligue, Ana. Estou com a cabeça em água…]
Não sei se percepcionei bem essa informação que pôs em cima da mesa, mas vou tentar implementar o meu raciocínio, que hoje também está bastante líquido.
🙂
Se não tiveres percepcionado diz-me, que eu faço-te um desenho e mando-to. Registado, para ter a certeza de que o recepcionas.
Combinado, basicamente.
E eu a perder estes diálogos por que tive de ler dois “documentos” com tanta palavrinha tonta… Se o Pedro Correia os apanhasse…
:))))
Adivinho, Maria do Sol. Devem estar cheios de “sinergias” e de “proactividade”.
(…)
Também não falas? Vê lá, olha que isso não abona muito a teu favor…
Tenho a dizer que gostava muito mais do penteado que ele usava há uns anos. E vou pedir à comissão de inquérito que me deixe antes fazer um boneco.
Se ela não aprovar, aprovo eu. Venha de lá o boneco!
Sorte a minha que não tive tempo para ouvir este gajo. Não há pachora para tanta sacanice junta.
Ouvir o quê?
Ele não abriu o bico.
Não mandou bafo. Nem parece dragão.
Claro, já não pode ser cãopeão, já não se armou ao pingarelho.
Antes assim que lhe ouvir a desculpa esfarrapada que lhe estragaram o negócio num túnel.