Os cérebros, mesmo os muito pequenos como o meu, têm coisas curiosas. Depois de ter publicado aqui o boneco – o que fiz num impulso para mim incompreensível, porquê escolher esse entre dez mil que aqui tenho? – lembrei-me que amanhã vêm cá a casa arranjar a máquina de lavar louça. Hão-de aparecer _a partir_ das 8 da manhã; o mais tardar, o mais tardar, às duas da tarde.
Ele trouxe o seu laptop com wifi gprs e impressora portátil. Fiquei impressionadíssimo. Isso é algo que venho progressivamente tendo em conta, sim: imagina o homem lendo o boneco em minha própria casa, depois olhando para mim com um sorriso assassino, chave francesa na mão.
E ainda ouvi um ralhete por a máquina estar assim – quero dizer, sem funcionar – há mais de um ano.
Ainda assim, ser-se morto com uma chave francesa é francamente chique. 🙂
Vês por que razão digo que o meu cérebro é muito pequeno? Acabei por não responder à questão, não havia espaço. Não foi de repente: foi por trás. Sob aquela aparência de pacata dona de casa, esconde-se uma perigosa homicida de técnicos de reparação. :o)
Só se ele me obrigar a levantar às sete e meia para depois chegar após o meio dia. Nenhum tribunal me condenaria nessas circunstâncias, eu conheço os meus direitos de consumidor.
Que kota que quê, muuuuito bom. Tivera eu arte para tanto, Chloé. Claire é uns anitos mais velha que eu: pode ser que, em ela parando de fazer anos, eu ainda lhe consiga chegar aos calcanhares.
“Anitos” não… será mesmo outra geração do humor, não me custa a admitir:) Mas por acaso a C.B . é o meu (minha) cartoonista preferida! Os vários números do Les Frustrés ‘ eram uma aquisição obrigatória, nem que fosse através de terceiros, porque no tempo em que não havia o Amazon. E já agora, acho genial que o DO o tenha incluído no elenco. Só confirma que é um blogue verdadeiramente culto, e não pseudo erudito…
Eia, Chloé, obrigado, hoje vou ter dificuldades em passar pelo vão da porta do escritório. :o) E este é um blogue culto, sim, havia de ver as instalações da sede: toneladas de livros, de bobinas de filmes, de revistas literárias, de CD de música erudita e de livros do Cebolinha. Até ao tecto.
Oh, Pedro, obrigado. Este, infelizmente, ninguém parece tê-lo percebido 😀 [Eu olhando para o relógio, são 8:40 e o senhor da máquina ainda não veio, mas há esperança]
Coitado… Foi de repente?
Os cérebros, mesmo os muito pequenos como o meu, têm coisas curiosas. Depois de ter publicado aqui o boneco – o que fiz num impulso para mim incompreensível, porquê escolher esse entre dez mil que aqui tenho? – lembrei-me que amanhã vêm cá a casa arranjar a máquina de lavar louça. Hão-de aparecer _a partir_ das 8 da manhã; o mais tardar, o mais tardar, às duas da tarde.
Para teu próprio bem, espero que o técnico que vai (ia?) reparar a tua máquina não seja leitor do DO.
Ele trouxe o seu laptop com wifi gprs e impressora portátil. Fiquei impressionadíssimo. Isso é algo que venho progressivamente tendo em conta, sim: imagina o homem lendo o boneco em minha própria casa, depois olhando para mim com um sorriso assassino, chave francesa na mão.
E ainda ouvi um ralhete por a máquina estar assim – quero dizer, sem funcionar – há mais de um ano.
Ainda assim, ser-se morto com uma chave francesa é francamente chique.
🙂
Vês por que razão digo que o meu cérebro é muito pequeno? Acabei por não responder à questão, não havia espaço. Não foi de repente: foi por trás. Sob aquela aparência de pacata dona de casa, esconde-se uma perigosa homicida de técnicos de reparação.
:o)
Não me digas!?…
Vais condenar o homem da máquina de lavar à morte?
Só se ele me obrigar a levantar às sete e meia para depois chegar após o meio dia. Nenhum tribunal me condenaria nessas circunstâncias, eu conheço os meus direitos de consumidor.
Mesmo que te condenasse, ia demorar muitos anos.
Num entendi : ((
Freud diria que esse meu boneco foi um acto falhado, mdsol. :o) [eu chorando]
E eu aqui em pulgas a ver quando é que aparece um cartoon tipo Claire Brétecher! Hummm… estou a ver…demasiado kota, não é? Pronto, passo 🙂
Que kota que quê, muuuuito bom. Tivera eu arte para tanto, Chloé. Claire é uns anitos mais velha que eu: pode ser que, em ela parando de fazer anos, eu ainda lhe consiga chegar aos calcanhares.
“Anitos” não… será mesmo outra geração do humor, não me custa a admitir:) Mas por acaso a C.B . é o meu (minha) cartoonista preferida! Os vários números do Les Frustrés ‘ eram uma aquisição obrigatória, nem que fosse através de terceiros, porque no tempo em que não havia o Amazon.
E já agora, acho genial que o DO o tenha incluído no elenco. Só confirma que é um blogue verdadeiramente culto, e não pseudo erudito…
Eia, Chloé, obrigado, hoje vou ter dificuldades em passar pelo vão da porta do escritório. :o) E este é um blogue culto, sim, havia de ver as instalações da sede: toneladas de livros, de bobinas de filmes, de revistas literárias, de CD de música erudita e de livros do Cebolinha. Até ao tecto.
Grande Bandeira. É um prazer ver aqui um ‘boneco’ teu.
Oh, Pedro, obrigado. Este, infelizmente, ninguém parece tê-lo percebido 😀
[Eu olhando para o relógio, são 8:40 e o senhor da máquina ainda não veio, mas há esperança]
9:30, mas há esperança.
Eu não te disse? Pronto, o homem era leitor do DO, como qualquer português que se preze…
😉
Medo. Muito medo.
Bem, já não me sinto tão loura, (embora goste de o ser) pelos vistos não fui a única a não perceber….
:))
Agora que penso nisso, qualquer pessoa pode dizer-se loura desde que seja completamente careca. Acho que vou experimentar.