Escritora, poetisa, editora, tem uma escrita simples, directa e cristalina. Como convém a quem quer escrever bem.
Muitas vezes sinto-me próximo da sua sensibilidade e da forma como olha para as coisas.
E, depois, tem essa inquestionável vantagem de escrever em páginas com fundo branco, que tornam a sua escrita mais luminosa. E que muitos ainda não perceberam como facilitam a leitura, fazendo-a muito menos cansativa do que a registada em fundos escuros.
Se queriam mais uma razão para ficarem em casa, cumprindo responsavelmente as necessidades de confinamento impostas pela pandemia, então aproveitem para visitar a Maria do Rosário Pedreira, e na sua companhia percorrerem algumas Horas Extraordinárias, “as horas que passamos a ler“.
