The Sartorialist é a minha escolha para esta semana. Desde a primeira vez em que lá entrei, julgando ir encontrar um fashion blog, como é classificado, nunca mais passei sem os extraordinários flagrantes de Scott Schuman. Percebe-se imediatamente que o autor é muito mais do que um homem do mundo da moda ou então, se quiserem, que a moda, vista por ele, é muito mais do que essa coisinha estreita e fútil das griffes, que move milhões e é, enfim, tão pouco adequada a estes tempos de crise.
Para além de um fotógrafo de primeira água, o olhar de Schuman é o de um caçador exímio do instante. Que nos leva, através do dress code, para a pessoa, a sua intencionalidade própria, deixando-nos a pensar acerca do tempo e do modo nas várias geografias culturais do planeta. Se soubermos ver e se gostarmos de moda – talvez seja preciso, admito – rapidamente nos damos conta de que uma simples foto vale mais do que um ensaio sobre sociologia urbana ou sobre psicologia social.
Dêem uma vista de olhos na página de entrada e cliquem nos posts aleatórios oferecidos na barra direita (uma excelente ideia, por sinal): com sorte, terão uma amostra diversificada dos shots fantásticos de Schuman e irão ver se eu não tenho razão em recomendá-lo para os vossos favoritos. De resto, já meio planeta o fez…



Interessante, sem dúvida.
Merci, mon cher.
Grande Escolha.
Já conhecia? Eu também acho um sítio altamente recomendável, torna-se uma passagem obrigatória.
nunca fui muito de modas, mas há um ano ou dois que fui lá parar não sei como(através de um blog talvez).
E comecei a ir lá muito.
Depois deixei de ir uns tempos(daquelas coisas).
e felizmente houve alguém que me recordou de coisa há uns tempos esquecida.
obrigado.
Não poderia haver melhor definição que Altamente Recomendável.
Olha, não conhecia. E apanhei logo uma série de fotografias de Marrocos, lindas. Gostei.
Vamos lá, Ana? Tenho uma amiga de infância que tem casa em Rabat, com pisssina… 🙂 Depois podemos fazer ‘un petit détour’ por Casablanca, afinal uma vez na vida temos absolutamente o direito de poder dizer: “são os canhões ou é o meu coração que bate?” Loool 🙂
Bora! Mas troco Casablanca por Marraquesh, que é muito mais interessante. E o Rick já fechou o Café, ainda por cima… 🙂
Só agora vi a tua escolha, Laura, que aplaudo e subscrevo. Gosto muito.
É uma constate surpresa, Ivone. E o poder da imagem, assombroso.